A informação proscrita

Rumores que se propagam, murmúrios convertidos em notas oficiais e jornais que contam - várias semanas depois - o que já se sabe em todo o país. Passamos do racionamento de informações à um verdadeiro “destape” que corre paralelo a censura dos meios oficiais. Nossa glasnost não foi impulsionada dos escritórios e ministérios, senão que surgiu nos telefones móveis, com as câmeras digitais e as memórias portáteis. O mesmo mercado negro que nos abastece de leite em pó ou detergente, agora oferece conexões ilegais na Internet e programas de televisão que chegam através das antenas parabólicas proibidas.
Desse modo temos sabido dos acontecimentos na Venezuela durante a semana passada. Meu próprio celular tem ficado quase no colapso de tantas mensagens contando-me sobre os protestos estudantis e o fechamento de vários canais. Tenho reenviado à toda minha agenda de contatos cópias destas curtas manchetes, numa rede que imita a transmissão viral: eu contagio vários e eles por sua vez inoculam o bacilo da informação numa centena. Não há maneira de parar esta forma de difundir notícias, pois não usa uma estrutura fixa senão que muda e se adapta ante cada circunstância. É anti-hegemônica, contudo a palavrinha adquire conotações diferentes no caso cubano, onde o Granma, a Mesa Redonda e o DOR* têm a hegemonia.
Soubemos das mortes no hospital psiquiátrico dias antes do anúncio oficial, da sorte dos defenestrados de março de 2009 também através da “rádio bemba” e um dia saberemos que chegou o “final”, antes que autorizem contá-lo à imprensa. O caudal de informações se quintuplicou, ainda que isso não obedeça a uma decisão governamental de prover-nos de maiores referências, senão ao desenvolvimento tecnológico, que nos permitiu pular os filmes triunfalistas e os noticiários vazios de conteúdo. Cada vez dependemos menos da papinha mastigada e ideologizada dos telenoticiários. Conheço centenas de pessoas ao meu redor que não sintonizam Cubavisión e o resto dos canais nacionais desde meses. Só olham a tela proscrita.
A tela de um Nokia ou um Motorola, a superfície brilhante de um Cd ou o minúsculo corpinho de uma memória flash, fazem em pedaços nossa desinformação. No outro lado desse véu de omissões e falsidades - criado durante décadas - há uma extensão desconhecida e nova, que nos assusta e atrai.
*Departamento de Orientação Revolucionária do Comitê Central que determina a política
informativa de toda a mídia do país.
Traduzido por Humberto Sisley de Souza Neto














Febrero 3rd, 2010 at 09:57
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Legal ver todas esta ação jurídica, envolvendo a nata jurídica brasileira, em tentar tornar a anistia ampla geral e irrestrita em uma anistia mais parcial.
Se alguém no passado houvesse previsto isso, eu jamais acreditaria.
Depois acham estranho por que a sociedade chilena sempre foi muito bipolarizada.
A sociedade brasileira antes unida, vai aos poucos se dividindo em duas.
De um lado ficam Paulo Vannuchi, Lula e Dilma Roussef e do outro lado, nós.
Votaram no Lula para presidente.
Agora ele vai aos poucos liquidando a nossa democracia, para implantar a democracia dos derrotados terroristas do passado.
Febrero 3rd, 2010 at 09:46
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A maior ação terrorista que houve no Brasil, foi do trabalho dos imigrantes estrangeiros em remover o Brasil de sua letargia, para o franco desenvolvimento.
Enquanto os terroristas faziam suas ações, outros seguiam o caminho da reconstrução de suas vidas após a Segunda Guerra Mundial.
Lógico que naquela época ser um terrorista parecia ser algo delegado para imbecis que haviam passado a década de 1940 e 1950 deitado na sombra, chupando cana.
O pessoal que fugia das bombas, dos morteiros não queria saber mais de mortes e de desgraças.
Febrero 3rd, 2010 at 08:43
Atendi à sugestão de Reinaldo Azevedo (14) e enviei ao Sr. Paulo Vannuchi o e-mail abaixo:
Sr. Vannuchi,
De qual parte do Manual de Guerrilhas de Marighella, o senhor, como membro da ALN, gostava mais?
O povo precisa saber, a fim de poder avaliar quão grande é seu humanismo.
O e-mail é: direitoshumanos@sedh.gov.br
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Febrero 3rd, 2010 at 08:23
Transcrevo abaixo texto de Reinaldo Azevedo em seu blog sobre o humanismo de Paulo Vannuchi, aquele senhor extremamente bondoso, ex-terrorista da ALN, seguidor do manual de guerrilhas de Marighella. Ele apenas quer reinterpretar a lei da anistia. É o que diz.
PERGUNTE AO VANNUCHI!
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010 | 6:47
Paulo Vannuchi, secretário nacional de Direitos Humanos, só pode ser um humanista, não é mesmo? Já explico por que cheguei a tal conclusão. Antes, umas outras coisinhas.
O secretário afirmou ontem estar convicto de que o Supremo Tribunal Federal (STF) vai revisar o sentido da Lei da Anistia, conforme quer Cézar Britto, ex-presidente da OAB, que foi quem tomou a iniciativa de recorrer ao tribunal. Para fazer o que quer Vannuchi, será preciso declarar sem efeito o parágrafo 1º do Artigo 1º da Lei 6.683, a saber:
Artigo 1º - É concedida anistia a todos quantos, no período compreendido entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979, cometeram crimes políticos ou conexos com estes, crimes eleitorais, aos que tiveram seus direitos políticos suspensos e aos servidores da Administração Direta e Indireta, de Fundações vinculadas ao Poder Público, aos servidores dos Poderes Legislativo e Judiciário, aos militares e aos dirigentes e representantes sindicais, punidos com fundamento em Atos Institucionais e Complementares (vetado).
§ 1º - Consideram-se conexos, para efeito deste artigo, os crimes de qualquer natureza relacionados com crimes políticos ou praticados por motivação política.
Para Cézar Britto e para Vannuchi, “qualquer natureza” não quer dizer… “qualquer natureza”. A lei excluía, sim, da anistia “os que foram condenados pela prática de crimes de terrorismo, assalto, seqüestro e atentado pessoal.” As esquerdas reivindicaram e acabaram levando a “anistia ampla, geral, e irrestrita”. Vannuchi, Tarso Genro e Dilma pretendem que, 31 anos depois, ela seja menos ampla, parcial e restrita.
Roberto Gurgel, procurador-geral da República, já se manifestou contrário à revisão e afirmou o óbvio: para que se tenha acesso aos documentos, não é preciso rever lei nenhuma. Vannuchi comentou ontem o parecer de Gurgel: “É um parecer de uma altíssima autoridade da República que não pertence ao Executivo, mas mantenho minha convicção de que o Supremo vai mudar essa decisão por iniciativa do ministro Eros Grau. Na anistia não se mexe. Foi um grande acordo. O que se quer é interpretar corretamente essa Anistia.”
Agora entendi
Ah, agora entendi!!! Não se mexe na anistia, só na interpretação. Finalmente compreendo a alma profunda deste ex-terrorista da ALN, a Ação Libertadora Nacional. Ele gosta de fazer livre interpretação de texto. Assim, quando era um fiel seguidor de Carlos Marighella e de seu Manual de Guerrilha, Vannuchi certamente dava um sentido novo àquela cartilha do terror.
Leiam algumas coisas que dizia o manual que Vannuchi tinha de seguir como membro do grupo terrorista:
TRECHOS DO MANUAL DE MARIGHELLA
Já na abertura
A acusação de “violência” ou “terrorismo” sem demora tem um significado negativo. Ele tem adquirido uma nova roupagem, uma nova cor. Ele não divide, ele não desacredita, pelo contrário, ele representa o centro da atração. Hoje, ser “violento” ou um “terrorista” é uma qualidade que enobrece qualquer pessoa honrada, porque é um ato digno de um revolucionário engajado na luta armada contra a vergonhosa ditadura militar e suas atrocidades.
Missão
O guerrilheiro urbano é um inimigo implacável do governo e infringe dano sistemático às autoridades e aos homens que dominam e exercem o poder. O trabalho principal do guerrilheiro urbano é de distrair, cansar e desmoralizar os militares, a ditadura militar e as forças repressivas, como também atacar e destruir as riquezas dos norte-americanos, os gerentes estrangeiros, e a alta classe brasileira.
(…)
é inevitável e esperado necessariamente, o conflito armado do guerrilheiro urbano contra os objetivos essenciais:
a. A exterminação física dos chefes e assistentes das forças armadas e da polícia.
É pra matar
No Brasil, o número de ações violentas realizadas pelos guerrilheiros urbanos, incluindo mortes, explosões, capturas de armas, munições, e explosivos, assaltos a bancos e prisões etc. é suficientemente significativo para não deixar dúvida em relação às verdadeiras intenções dos revolucionários.
A execução do espião da CIA Charles Chandler, um membro do Exército dos EUA que venho da guerra do Vietnã para se infiltrar no movimento estudantil brasileiro, os lacaios dos militares mortos em encontros sangrentos com os guerrilheiros urbanos, todos são testemunhas do fato que estamos em uma guerra revolucionária completa e que a guerra somente pode ser livrada por meios violentos.
Esta é a razão pela qual o guerrilheiro urbano utiliza a luta e pela qual continua concentrando sua atividade no extermínio físico dos agentes da repressão, e a dedicar 24 horas do dia à expropriação dos exploradores da população.
Razão de ser
A razão para a existência do guerrilheiro urbano, a condição básica para qual atua e sobrevive, é o de atirar. O guerrilheiro urbano tem que saber disparar bem porque é requerido por este tipo de combate.
Tiro e pontaria são água e ar de um guerrilheiro urbano. Sua perfeição na arte de atirar o faz um tipo especial de guerrilheiro urbano - ou seja, um franco-atirador, uma categoria de combatente solitário indispensável em ações isoladas. O franco-atirador sabe como atirar a pouca distância ou a longa distância, e suas armas são apropriadas para qualquer tipo de disparo.
Espalhando o terror
[a guerrilha deve] provar sua combatividade, decisão, firmeza, determinação, e persistência no ataque contra a ditadura militar (…) Enquanto o governo (…) [terá de retirar] suas tropas para poder vigiar os bancos, indústrias, armarias, barracas militares, televisão, escritórios norte-americanas, tanques de armazenamento de gás, refinarias de petróleo, barcos, aviões, portos, aeroportos, hospitais, centros de saúde, bancos de sangue, lojas, garagens, embaixadas, residências de membros proeminentes do regime, tais como ministros e generais, estações de policia, e organizações oficiais, etc.
[a guerrilha deve] aumentar os distúrbios dos guerrilheiros urbanos gradualmente em ascendência interminável, de tal maneira que as tropas do governo não possam deixar a área urbana para perseguir o guerrilheiro sem arriscar abandonar a cidade, e permitir que aumente a rebelião na costa como também no interior do pais
Voltei
Está explicado. Assim como Vannuchi não entende o que está escrito na Lei da Anistia, vai ver achou que as palavras decorosas que estão acima ajudavam a frazer um mundo melhor, um reino de justiça. Não consigo pensar em pessoa mais adequada para cuidar dos direitos humanos no Brasil.
Há personagens da vida pública brasileira que deveriam vir com um aviso na testa: “Tome um Engov antes de me ouvir e outro depois”.
Este senhor é entrevistado quase todos os dias por repórteres. E ninguém tem coragem de lhe perguntar de qual trecho do “Manual” ele gostava mais e quais itens ele aplicou. Então seja você mesmo o repórter. Pergunte a Vannuchi. O e-mail é este:
direitoshumanos@sedh.gov.br
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Por Reinaldo Azevedo
Febrero 2nd, 2010 at 15:12
luiza, adorei o seu comentário-4, o COMA-ANDANTE, já dar os últimos suspiros de vida, juntamente com essa revolução fracassada…….. e quando enterrar ele diremos fidel se fúdel….. aproveitei e pus seu pensamento no orkut, em uma comunidade de fidel, onde sou atacado todos os dias, por gentinha, que não sabe o que pensa….
Febrero 2nd, 2010 at 11:50
Tarja vermelha
A máquina de maldades de Hugo Chávez fecha as últimas vozes remanescentes de oposição; o caudilho só não consegue fazer chover e venezuelanos ficam no escuro
Duda Teixeira
A destruição da Venezuela é um projeto que tem consumido todas as energias de Hugo Chávez e seu plano de poder nacional-populista. Reconheça-se que, infelizmente, ele tem sido bem-sucedido. A economia foi à lona com nacionalizações e congelamento de preços. O Judiciário foi completamente engolido. Persistentemente minados, todos os organismos de estado seguiram o mesmo rumo. A liberdade de imprensa já é item em extinção. Em 2007, Chávez retirou arbitrariamente do ar o canal mais popular do país, a RCTV, pelo crime de não adesão. A RCTV migrou para a televisão por assinatura para manter uma pequena fresta na couraça do autoritarismo. Mas sua morte estava anunciada e, na semana passada, Chávez calou, por fim, a voz incômoda. Outros cinco canais semelhantes tiveram o mesmo castigo (e três, depois, cederam), sob o patético pretexto de não transmitirem os discursos incansavelmente proferidos por ele, El Supremo. Para quem ignora os mecanismos da lógica totalitária, perseguir canais a cabo, de alcance limitado, soa como capricho tolo, que só serve para esgarçar os fiapos de democracia que ainda pairam em torno do chavismo e provocar inevitáveis protestos – desta vez, houve duas mortes de estudantes universitários, um antichavista e outro pró. Chávez, ao contrário, conhece muito bem como funcionam as coisas no universo dos caudilhos: tem de mostrar que manda em tudo, o tempo todo, que faz brilhar o sol e faz chover.Embora, ultimamente, o assunto chuva seja delicado.
Se a atual estiagem continuar, o setor elétrico da Venezuela caminhará para o colapso total. Os venezuelanos já sofrem com apagões constantes e podem literalmente mergulhar nas trevas. Preocupado em ajudar países camaradas como Bolívia, Cuba e Nicarágua, o governo Chávez não investiu em novas usinas hidrelétricas e termelétricas. Além disso, todas as companhias de eletricidade que caíram sob a praga da gestão chavista tiveram queda na produção por falta de manutenção, corrupção e aumento escandaloso do número de funcionários. As falhas internas do setor elétrico eclodiram com a repetição do fenômeno climático El Niño, que secou as represas. Se não chover até maio, a hidrelétrica de Guri, que responde por 60% da geração nacional, precisará desligar as turbinas. No pior cenário, o país poderá ter eletricidade dia sim, dia não. Tripudiando sobre as dificuldades da população, Chávez propôs o “banho socialista” de três minutos e prometeu contratar cientistas cubanos para bombardear as nuvens e fazer chover nos lagos das hidrelétricas. “Vou lá de avião e, se uma nuvem me atravessar o caminho, eu lanço um raio nela!”, bradou com o habitual histrionismo. Até agora, não produziu nem garoa.
Outra nuvem no horizonte do chavismo é a eleição para a Assembleia Nacional, marcada para setembro. Desde 2005, quando a oposição se absteve das eleições legislativas em protesto pelos abusos, os representantes do povo se limitam a aplaudir as loucuras de Chávez. Agora, no entanto, pesquisas mostram que apenas um em cada três venezuelanos pretende votar em um candidato indicado pelo presidente. A máquina assistencialista vai ter de esquentar. Com a desvalorização da moeda nacional, no início do ano, ela ganhou fôlego. Mas a manobra também deve empurrar a inflação para perto dos 40% e diminuir o poder aquisitivo da população em 12% neste ano. “Antes disso, ainda tínhamos a esperança de que um aumento no preço do petróleo ou uma redução nos gastos do governo pudesse resolver a crise”, disse a VEJA o economista Asdrubal Oliveros, diretor da consultoria econômica Ecoanalítica, em Caracas. “Agora, não vemos mais como a economia possa se recuperar.
Febrero 2nd, 2010 at 11:36
Sem marcha nem documento
Há dez anos o Fórum Social Mundial, inaugurado em Porto Alegre com todo o glamour contestatório da intelligentsia de esquerda, como contraponto ao Fórum Econômico Mundial de Davos, constituía-se num ponto de referência do debate social, por mais que se discordasse da ideologia predominante de seus habituais participantes. Assim permaneceu, durante alguns anos, com variações de qualidade e frequência, mas com energia suficiente para repercutir em teses opostas às surgidas no simpósio da Suíça. Mas o que se viu sábado em Porto Alegre e domingo em Salvador foi o melancólico encerramento de uma reunião que, com o tempo, se tornou irrelevante - tão desimportante que os participantes não tiveram energia para realizar a simbólica final nem para redigir um documento com as “conclusões” do Fórum, se é que chegaram a alguma.
Não faltaram, é claro, palavras de ordem e manifestações despudoradamente partidárias. “Barrar a volta do neoliberalismo ao País”, numa clara referência às eleições presidenciais, foi um slogan dos mais frequentes. De fato, embora fosse uma reunião internacional, com temas globais, o que mais se fez foi discutir um calendário de mobilizações voltado para as eleições caboclas deste ano, lançado pela Assembleia de Movimentos Sociais do Fórum Social Mundial. Além disso, sob a condução da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do PC do B, no último dia da etapa gaúcha do Fórum foi aprovada - sem votação - uma “interpretação” da mobilização oposicionista em torno do escândalo do mensalão, em 2005, atribuindo-lhe cunho golpista e semelhança com outros golpes ocorridos na América Latina, como o da Venezuela, em 2002, e o de Honduras, em 2009.
A linguagem dominante no simpósio continuou sendo aquela dos tempos da guerra fria. E não faltaram os ataques à liberdade de expressão, tão em moda atualmente. “As elites se utilizam e fortalecem novos instrumentos de dominação. Sua principal arma hoje é a grande mídia e os grandes veículos de comunicação. São esses organismos que funcionam como verdadeiros porta-vozes das elites conservadoras e golpistas.” Assim, reproduziram-se em Porto Alegre as mesmas táticas totalitárias empregadas na Argentina, Bolívia, Equador e Venezuela para sufocar a imprensa livre e, depois, as restantes liberdades civis.
A reunião na Usina do Gasômetro, na zona portuária da capital gaúcha, começou com mais de 500 pessoas e terminou com menos da metade desse público. A tradicional passeata final, que iria do Gasômetro até a Assembleia Legislativa, foi cancelada por falta de manifestantes.
O Fórum Social Mundial Temático da Bahia não teve final menos melancólico. Seu ponto alto, no encerramento de domingo, deveria ser a anunciada presença de 15 chefes de Estado e de governo. Mas, apesar das reconhecidas atrações turísticas soteropolitanas, nenhum deles compareceu ao evento. E, dos 30 mil participantes esperados, estima-se que apenas 10 mil tenham ido à capital baiana.
Para se ter a exata ideia da importância política do encontro, basta mencionar que o maior destaque ficou por conta da ex-prefeita paulistana Luiza Erundina (PSB) - que, por sinal, também pregou a criação de um “mecanismo de fiscalização e controle público dos meios de comunicação”, que deveria ficar a cargo de “um órgão com participação paritária do governo, dos profissionais da área, consumidores e empresários, com poder de deliberar sobre políticas de comunicação, processos de concessão, sobre a programação veiculada, que nem sempre obedece aos direitos humanos”.
A proposta da ex-prefeita paulistana, que não difere dos padrões de relacionamento de certos governos latino-americanos com a imprensa, na verdade reproduz as ideias do governo petista relativas à comunicação, à cultura e à liberdade de expressão, consubstanciadas no já famoso decreto presidencial criador do 3º Programa Nacional dos Direitos Humanos e no Plano Nacional de Cultura. Essa manifestação marcou os estertores do Fórum Social Mundial, um típico convescote chapa branca.
Febrero 2nd, 2010 at 11:28
Desafetos pressionam Chávez
Ex-aliados isolam presidente ao pedirem que deixe o governo, que consideram ilegítimo
CARACAS
Cresce a pressão sobre o governo de Hugo Chávez. Depois do vice-presidente e ministro da Defesa, Ramón Carrizález, ter pedido demissão na semana passada, e de milhares de estudantes oposicionistas irem às ruas por dias seguidos protestar contra as restrições a canais de TV a cabo, ontem foi a vez de um grupo de ex-aliados - incluindo antigos ministros e militares - pedir a renúncia do presidente, alegando que tudo o que Chávez argumentara para chegar ao poder em 1999 “hoje o torna ílegitimo”. Cada vez mais isolado, o governo ampliou ontem o plano de racionamento elétrico na capital, para contornar a crise de energia do país: a obrigatoriedade de diminuir consumo em 20% se estenderá a mais categorias de grandes consumidores, como hotéis, indústrias e escritórios. Pequenos comércios e residências não seriam afetados.
Segundo o texto de protesto publicado ontem em diversos jornais por ex-chavistas, o presidente “não tem autoridade moral e material para governar, porque não responde à satisfação das exigências do povo”. Entre esses antigos aliados que hoje formam o chamado Polo Constitucional, que assina o documento, destacam-se o ex-chanceler Luis Alfonso Dávila, o ex-chefe militar e ministro da Defesa Raúl Baduel, e os militares Yoel Acosta e Jesús Urdaneta, que eram do comando das Forças Armadas e participaram, junto com Chávez, da tentativa de golpe de Estado em fevereiro de 1992.
Líderes estudantis denunciam abusos
O grupo cita como argumentos que Chávez usou para chegar ao poder em 1999 os princípios de Simón Bolívar e a luta contra a insegurança, a pobreza e a corrupção.
- Tudo o que o senhor argumentou para chegar ao poder hoje em dia o ilegitima. O povo sofre com a insegurança pessoal, com menos liberdade, com menos segurança jurídica e social. E se aprofunda a pobreza de nossa gente - leu o ex-chanceler Luis Alfonso Dávila ao apresentar o manifesto.
Ainda segundo o texto opositor, após mais de uma década de governo, os serviços públicos “são um caos”; a economia “vive uma de suas crises mais profundas apesar da abundância de petróleo”, e a corrupção, “que constitui o estigma moral de um governo e foi bandeira de sua proposta política”, favorece “o enriquecimento ilícito mais obsceno já presenciado”.
O texto condena ainda a repressão contra meios de comunicação e jornalistas, tachando-a de “violação descarada e permanente dos direitos humanos”, e contra manifestações de estudantes. Ainda ontem, líderes de três das principais universidades venezuelanas se reuniram para denunciar a repressão que vêm sofrendo, como o ataque de vândalos contra a Universidade Católica Andrés Bello na última sexta.
- A denúncia é que estamos sendo sistematicamente atacados por grupos violentos que não representam opção alguma, que são uma minoria - disse Roberto Patiño, presidente da Federação de Centros Universitários da Universidade Simón Bolívar, ao jornal “El Nacional”, acrescentando que a Promotoria investiga a universidade, sob a acusação de instigar a insurreição, devido a um comunicado em que a reitoria convocava professores a apoiar o movimento oposicionista. - Amanhã (hoje), o movimento estudantil estará na Promotoria para entregar provas de que somos inocentes. Os violentos são os outros.
Um dos líderes do movimento estudantil oposicionista, Roderick Navarro, da Universidade Central da Venezuela, também protestou:
- Quanto mais nos reprimirem, mais iremos às ruas. Decidimos nos transformar nos protagonistas da mudança e deixar de ser espectadores da crise. Não podemos criticar, criticar e nada propor.
Presidente da Constituinte de 1999 e ex-chavista, Luis Miquilena também apoiou ontem a onda de protestos estudantis, defendendo que “é necessário enfrentar o poder Executivo e isso só é possível com a união de todas as forças cívicas que existem no país”.
Segundo o jornal local “El Universal”, o Foro Penal Venezuelano (FPV) e outras organizações não governamentais denunciaram ontem que, na última semana, 14 violações diretas dos direitos humanos foram registradas, assim como 85 prisões em sete estados do país - incluindo Mérida, onde dois jovens morreram em protestos na última terça-feira. Integrante do FPV, o advogado Alfredo Romero afirmou que a semana passada foi de “grave repressão” e de forte perseguição política, e que nas manifestações em repúdio à suspensão do sinal da TV a cabo RCTV, as detenções foram feitas arbitrariamente por policiais e forças de segurança do Estado.
Segurança rumo à ‘cubanização’
Influência do regime castrista se amplia nas Forças Armadas
Leandro Uría
CARACAS. “Bem-vindos a Cuba”. O grafite, pintado numa das paredes do charmoso Paseo Las Mercedes, em Caracas, não poderia parecer mais extemporâneo. Na verdade, às vezes até é encoberto por gigantes caminhonetes 4×4 que transitam a toda velocidade pelo passeio graças à gasolina subsidiada pelo governo venezuelano.
No entanto, Cuba e Venezuela se fundem cada vez mais. Os sinais estão por toda parte, como nos momentos em que o presidente Hugo Chávez se sente ameaçado pela presença de tropas dos EUA na Colômbia ou na insatisfação popular pela desvalorização da moeda e pelos cortes de luz.
Mas essa tendência é especialmente evidente no meio militar.
- Altos quadros das milícias nacionais bolivarianas viajaram até Cuba para se formar. E observadores venezuelanos estiveram em Cuba, interessados na resistência popular dos cubanos - disse ao “La Nacion” Rocío San Miguel, especialista em defesa.
As milícias bolivarianas foram criadas por Chávez em 2008 a fim de preparar a população para a defesa militar do país, em caso de um conflito bélico. Enquanto isso, Cuba deu ontem um passo significativo no processo de regularização de armas de fogo em poder de civis: os cidadãos terão dois meses para registrá-las junto à Polícia Nacional Revolucionária.
Também existe a versão, nunca confirmada oficialmente, de que o coronel Ramón Carrizález - que renunciou há poucos dias aos cargos de vice-presidente e ministro da Defesa da Venezuela - deixou o governo porque Chávez teria querido nomear generais cubanos nas Forças Armadas. Não se sabe se as nomeações serão concretizadas. Entretanto, o Exército local poderia, sim, incorporar suboficiais cubanos se eles se formassem num instituto militar venezuelano.
Privilégios às milícias teriam irritado ex-vice-presidente
Também teria aborrecido Carrizález a tentativa de Chávez de privilegiar cada vez mais as milícias bolivarianas e de converter as Forças Armadas no braço armado da revolução, por meio de uma “politização exacerbada”, segundo Rocío San Miguel.
- A cubanização das forças venezuelanas começa com a adoção imitativa do lema “Pátria, socialismo ou morte”. Por trás dessa frase, há um conteúdo ideológico de unificação com as forças cubanas - disse Omar Noria, professor das universidades Simón Bolívar e Central, acrescentando que a cubanização se completa “com um pacto de não agressão e a possibilidade de trabalhar junto” com os colombianos ELN e Farc.
O especialista disse ainda que o Departamento de Segurança do Estado cubano (G2) já controla a inteligência no país, os registros civis e de cartório e o sistema de emissão de documentos e identificação, situação que provoca uma irritação inédita entre os chefes militares venezuelanos.
Os serviços cubanos inclusive supervisionam a segurança de Chávez, diz Noria. Sabe-se que os espiões cubanos, famosos por salvarem Fidel Castro de inúmeros atentados, recomendaram ao presidente venezuelano que dormisse cada noite num lugar diferente, o que seria seguido à risca.
A essa altura, a relação parece ir além do acordo no qual Caracas enviaria 100 mil barris de petróleo diários a Cuba, em troca de médicos ou professores. E Chávez, que se veste cada vez mais de verde oliva, como Castro, apareceu em seu programa “Alô, presidente” com Joaquín García Salabarría, vice-ministro da Saúde de Cuba.
Mas não só a saúde, a educação ou o Exército são campos de cubanização: o mesmo ocorre com a comunicação. Para o analista Antonio Pasquali, o verdadeiro ministro da Comunicação da Venezuela é Ramiro Valdez, que ocupa esse cargo em Cuba. Valdez vende rádios comunitárias ao império multimídia chavista (são centenas):
- Vende as rádios à Venezuela e põe um cubanito em cada uma para não haver divergências ideológicas.
Mas talvez não haja um exemplo mais eloquente da cubanização do que a atual crise de energia. Quem sai à noite pela avenida Urdaneta, que passa exatamente em frente ao Palácio de Miraflores, a casa do governo, e olha ao longe os edifícios às escuras parece ver, na verdade, imagens sobrepostas de Caracas
Febrero 2nd, 2010 at 10:02
Mais um pouco de verdades dos nossos humanistas esquerdopatas mamadores do bolsa terrorismo
01/02 - VOCÊ SABIA?
A verdade sobre o terrorismo no Brasil - Parte III
Por Carlos I.S. Azambuja em 07 de julho de 2005
Resumo: Uma série de fatos que servem para relembrar a verdade sobre o terrorismo no Brasil.
© 2005 MidiaSemMascara.org
- Que amplos setores da mídia e toda a esquerda vêm difundindo por todos esses anos a versão de que “a resistência armada” à “ditadura” no Brasil dos anos 60, foi uma resposta ao Ato Institucional nº 5, que “fechou” o regime?
- Que isso não é verdade, pois o Ato Institucional nº 5, que teria “fechado” o regime, foi assinado em 13 de dezembro de 1968?
- Que, antes disso, a esquerda armada já havia atirado uma bomba no Aeroporto dos Guararapes, em 25 de julho de 1966, matando um jornalista e um Almirante e ferindo um General?
- Que já havia atirado um carro-bomba contra o Quartel-General do II Exército, em São Paulo, matando o soldado sentinela Mario Kosel Filho, em 26 de junho de 1968?
Texto completo
- Que já havia assassinado, ao sair de casa, na frente de seus filhos, o Capitão do Exército dos EUA Charles Rodney Chandler, tachado nos panfletos deixados sobre seu corpo, de “agente da CIA” ?
- Que um dos assassinos - um sargento expulso da Polícia Militar de São Paulo pela Revolução de 1964 - várias vezes entrevistado vive hoje, tranqüilamente, em São José dos Campos, após ter sido anistiado pela ditadura militar “fascista”, indenizado e reintegrado à PM, como reformado?
- Que em 1968, antes, também, do Ato Institucional nº 5, o Major do Exército da Alemanha Edward Von Westernhagen, que cursava a Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, na Praia Vermelha, Rio de Janeiro, foi morto na rua por um grupo do Comando de Libertação Nacional (COLINA), constituído por dois ex-sargentos, um da Aeronáutica e outro da Polícia Militar do Rio de Janeiro, sendo o crime, na época, atribuído a marginais?
- Que ele foi morto por ter sido confundido com o capitão do Exército boliviano Gary Prado, que participou da caçada a Che Guevara, no ano anterior, em seu país, e que, por isso, deveria ser “justiçado”, que também cursava a Escola de Comando e Estado-Maior? (livros “A Esquerda Armada no Brasil”, e “Memórias do Esquecimento”, de Flávio Tavares).
- Que antes do Ato Institucional nº 5, guerrilheiros do PC do B chegados da China em 1966 já se encontravam no Brasil Central preparando a Guerrilha do Araguaia?
- Que era essa a tática utilizada pela esquerda armada para instalar no Brasil um pleonasmo (uma República Popular Democrática): matar, matar e matar?
- Que a alucinada esquerda armada não matava apenas seus “inimigos”, mas também os amigos e companheiros?
Veja a relação dos companheiros assassinados, a título de “justiçamento”, sob a alegação de que sabiam demais, demonstravam desejo de pensar com suas próprias cabeças e que, por isso, representavam um perigo em potencial. Não que tenham traído, mas porque poderiam (futuro do pretérito) trair:
- Márcio Leite Toledo (ALN) em 23 de março de 1971;
- Carlos Alberto Maciel Cardoso (ALN) em 13 de novembro de 1971;
- Francisco Jacques Alvarenga (RAN-Resistência Armada Nacionalista) em 28 de junho de 1973;
- Salatiel Teixeira Rolins (PCBR) em 22 de julho de 1973;
- Rosalino Cruz - “Mundico”, na Guerrilha do Araguaia;
- Amaro Luiz de Carvalho – “Capivara” (PCR), em 22 de agosto de 1971, dentro de uma Penitenciária, em Pernambuco;
- Antonio Lourenço (Ação Popular), em fevereiro de 1971, em Pindaré-Mirim/MA;
- Geraldo Ferreira Damasceno (Dissidência da Var-Palmares) em 19 de maio de 1970, no Rio de Janeiro;
- Ari da Rocha Miranda (ALN), em 11 de junho de 1970, em São Paulo.
- Que o militante da Resistência Armada Nacionalista, Francisco Jacques Alvarenga, “justiçado” dentro do Colégio em que era professor, no Rio de Janeiro, por um Comando da ALN, teve seus passos previamente levantados por Maria do Amparo Almeida Araújo, também militante da ALN?
- Que foi ela própria quem revelou esse detalhe no livro “Mulheres que Foram à Luta Armada”, de Luiz Maklouf ?
- Que Maria do Amparo Almeida Araújo é atualmente a presidente do “Grupo Tortura Nunca Mais” de Pernambuco, entidade criada para denunciar as torturas e assassinatos da chamada “repressão”?
- Finalmente, leiam este trecho, altamente significativo, considerando a identidade de seu autor: “No curso de Estado-Maior, em Cuba, esmiuço a história da revolução cubana e constato evidentes contradições entre o real e a versão divulgada pela América Latina afora (…) Muitas ilusões foram estimuladas em nossa juventude pelo mito do punhado de barbudos que, graças ao domínio das táticas guerrilheiras e à vontade inquebrantável de seus líderes, tomou o poder numa ilha localizada a 90 milhas de distância de Miami. Balelas, falsificações (…) O poder socialista instituiu a censura, impediu a livre circulação de idéias e impôs a versão oficial. Os textos encontrados sobre a revolução cubana são meros panfletos de propaganda ou relatos factuais, carentes de honestidade e aprofundamento teórico (…) O Partido Comunista é o único permitido, e em seus postos importantes reinam os combatentes de Sierra Maestra ou gente de sua confiança, em detrimento dos quadros oriundos do movimento operário (…) Os contatos com as organizações de luta armada (de toda a América Latina) são feitos através do S2 (Inteligência), conseqüência das deturpações do regime. A revolução na América Latina não seria uma questão política e sim, usando as palavras do caricato Totem, “de mandar bala”. Nos relacionamos com os agentes secretos, que tentam influenciar na escolha de nossos comandantes, fortalecem uns companheiros em detrimento de outros, isolam alguns para criar uma situação de dependência psicológica que facilite a aproximação, influência e recrutamento; alimentam melhor os que aderem à sua linha e fornecem informações da nossa Organização, concedem status que vão desde a localização e qualidade da moradia à presença em palanques nos atos oficiais; não respeitam nossas questões políticas e desconsideram nosso direito à auto-determinação”.
Totem, acima mencionado, é o general Arnaldo Ochoa, comandante do Exército em Havana, no início dos anos 70, fuzilado nos anos 80, sob a acusação de ser narcotraficante.
O que acima foi transcrito está nas páginas 178 a 181 do livro “Nas Trilhas da ALN”, de autoria de Carlos Eugênio Sarmento Coelho da Paz (“Clemente”), o último dos “comandantes” da Ação Libertadora Nacional que recebeu treinamento militar em Cuba. “Clemente” foi autor de vários assaltos a bancos, estabelecimentos comerciais, assassinatos e “justiçamentos” - ou planejamento deles - como o do seu próprio companheiro Márcio Leite Toledo e do presidente da Ultragaz em São Paulo, Henning Albert Boilesen, em 15 de abril de 1971.
Ao concluir o curso em Cuba, nos idos de 1973, “Clemente” foi viver em Paris, somente regressando ao Brasil após ter sido um dos anistiados pelo presidente Figueiredo, derrubando outro mito até hoje difundido pelas esquerdas de todos os matizes: o de que a Anistia não foi Ampla, Geral e Irrestrita Hoje, vive no Rio de Janeiro. Dá aulas de violão para crianças e participa de eventos culturais organizados pelo Movimento dos Sem-Terra.
(*)Carlos I. S. Azambuja é historiador.
Febrero 2nd, 2010 at 09:17
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Governo fecha temporariamente quase 2 mil lojas por especulação na Venezuela
Caracas, 1 fev (EFE).- O Instituto para a Defesa das Pessoas no Acesso aos Bens e Serviços (Indepabis) da Venezuela determinou o fechamento temporário de mais de 1.900 empresas e lojas por suposta especulação depois da entrada em vigor, há três semanas, de uma forte desvalorização monetária.
(…)
A diretora de Fiscalização do Indepabis, Valentina Querales, destacou nesta segunda-feira que desde a mudança já foram inspecionadas 3.520 empresas em todo o país, das quais “mais de 1.900 foram fechadas” temporariamente, “entre duas e 24 horas”, por “remarcação de preços e especulação”.
(…)
http://g1.globo.com/Noticias/M.....02,00.html
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Já vi este filme antes, durante o plano Cruzado….
Muita comédia sobre a sociedade, mas quem causa inflação é o governo.
Se o governo perde o controle da economia, a inflação explode e fechar temporariamente as empresas não vai ajudar em nada.
Serve apenas para ver ações do governo na TV. Tem quem goste de ver isso, porém as remarcações de preços vão continuar e de forma cada vez mais veloz.
Todo mundo está assustado e tenta se garantir.
Ou seja cada um por si e deus para todos. Salve-se quem puder.
É o fim da “Revolução Bolivariana”.
Febrero 1st, 2010 at 22:47
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Batatas, batatas, batatas…, eu quero batatas.
Na revolução de Fidel, não há batatas.
Febrero 1st, 2010 at 20:48
Como disse Machado de Assis,
“Aos vencedores as batatas”
Como não há vencedores em Cuba,o obvio ulululante, não há batatas em Cuba.
Febrero 1st, 2010 at 20:41
O País está em estado terminal, o desastre está a vista de qualquer um que não esteja empenhado em manter os olhos fechados. Cuba não consegue encontrar a bússula no sentido de uma recuperação mínima. E não é castrando a liberdade de imprensa que vão conseguir sair do fracassado regime ditatorial.
Então viva a internet, viva Yoani, Balseira da liberdade de expressão.
Febrero 1st, 2010 at 17:44
Está cada vez mais díficil se lutar contra a liberdade em Cuba. Os ditadores podem tentar de tudo mas sempre haverá um meio de burlar a censura. Por isso os ataques À Yoani, como ela mesma disse, eles estão assustados pois sentem que estão perdendo o controle. Acredito eu, que é só uma questão de tempo para a democracia chegar em Cuba. O comunismo sempre fracassou e dessa vez não será diferente. Aos comuno-socialistas que postam por aqui: podem espernear a vontade. Nos fundo vocês sabem que é isso que vai acontecer.
Febrero 1st, 2010 at 17:28
É esse tipo de regime que os que redigiram e aprovaram o PNDH-3 querem impingir aos brasileiros. Será que os que defendem o “controle social” da informação aqui no Brasil, ainda não perceberam que com a internet nenhuma informação deixa de ser veiculada ? Eis aí o exemplo de Cuba. Até as notícias sobre as manifestações contrárias ao governo autoritário da Venezuela são censuradas, o que não impede que boa parte dos cubanos saibam o que acontece no país irmão. Cada vez mais os cubanos sabem, à revelia dos ditadores Castro, o que significa viver em país democrático, com liberdade de informação, expressão, circulação. Nenhum poder pode sufocar para sempre o eterno desejo de ser livre do ser humano. Cedo ou tarde ( espero que mais cedo ), os cubanos derrubarão a ditadura que os sufoca há mais de 50 anos.
Febrero 1st, 2010 at 17:11
A FAMIGERADA COMISSÃO DE ANISTIA
Ternuma Regional Brasília
Gen. Bda Valmir Fonseca Azevedo Pereira
O garrote da esquerda pode ser sentido em nosso pescoço, costumeiramente. Volta-e–meia, depois de deliberar na moita e impunemente, a Comissão de Anistia dá um arrocho no torniquete.
Até a presente data, anistiou e distribuiu benesses a quem quis e quando quis, sem que nada pudesse demovê-la de seus torpes intentos.
Mas, a cada novo dia, uma inquietante surpresa.
Uma anistia incompreensível, uma polpuda e indecente indenização, e não há força nesta terra que possa contrariar o veredito daquele indigesto e parcial agrupamento de malfeitores.
É, como se a cada nova anistia, mais degradante do que as anteriores a Comissão se comprometesse em praticar nova lesa-pátria, ou seja, distribui polpudas indenizações financeiras, como se fosse a senhora dos cofres públicos e, de resto, aplica uma sonora bofetada naqueles que combateram aos anistiados, reconhecidos facínoras que pretendiam a tomada do poder a qualquer custo, inclusive, e, principalmente, pelas armas, em nome de uma ideologia antidemocrática.
Não sabemos os critérios daquela Comissão, mas pelos seus estrondosos e questionáveis resultados, e que deixam qualquer um de cabelo em pé, podemos afirmar que é movida por uma boçal e escancarada parcialidade pró–bandidos.
Atualmente, sem argumentos, entrou na seara dos descendentes dos terroristas, e busca mimoseá-los com reconhecimentos e afagos. Agora, foi a vez do filho do inefável Prestes, e dos filhos do Jango Goulart, do Leonel Brizola e do terrorista Antonio Raimundo de Lucena.
A vida tumultuada e antipatriótica do russo por opção, Julio Prestes, abordaremos em outra oportunidade, o mesmo ocorrendo com Jango Goulart e Brizola, todos reconhecidos pelo desejo insano de mergulhar esta terra sob o sangue dos nacionais, para satisfazer suas ambições de poder. Mas falemos de Antonio Raimundo de Lucena, transcrevendo um pequeno trecho do livro “A Grande Mentira” do saudoso Gen. Agnaldo Del Nero Augusto:
“A VPR organizou um ardiloso e eficaz sistema de recrutamento. Nomeou Onofre Pinto, que vivia em Cuba, seu representante naquele país. Por intermédio dele, conseguiu recrutar ex-militantes do MR-8, em particular ex-marinheiros possuidores de curso de guerrilha. Um dos recrutados foi o ex-cabo Anselmo.
A organização decidiu diminuir o ritmo de suas ações urbanas, a fim de não se arriscar a alguma prisão que pusesse em risco sua área de treinamento.
O sigilo era prioritário. Não se livrou, porém, do perigo. No final de fevereiro, quatro policiais militares que faziam diligências sobre um roubo de carro localizaram por acaso um APARELHO da organização em Atibaia, SP. Assim que chegaram à casa, os PM foram recebidos a tiros, que MATARAM O TERCEIRO SARGENTO ANTÔNIO APARECIDO PONCE NOGUEIRA E FERIRAM O SEGUNDO - SARGENTO EDGAR CORREIA DA SILVA. ANTÔNIO RAIMUNDO DE LUCENA, AUTOR DOS DISPAROS, MORREU NO TIROTEIO QUE SE SEGUIU. Sua esposa, Damáris, foi presa. No aparelho foi encontrado, além de material cirúrgico e documentos, um verdadeiro arsenal: GRANDE PARTE DOS FUZIS FAL RETIRADOS DO QUARTEL DE QUITAÚNA, 24 FUZIS COMUNS, QUATRO METRALHADORAS INA, EXPLOSIVOS E MILHARES DE CARTUCHOS DE DIVERSOS CALIBRES. No dia seguinte, durante os interrogatórios, Damáris declarou que a VPR fazia treinamento militar em florestas perto de Registro”.
Como lemos, o terrorista Antônio Raimundo de Lucena assassinou, feriu e foi morto na refrega. Não sabemos, mas pelo teor de julgamento da Comissão é provável que o nosso “herói” tenha sido anistiado e sua viúva, já embolsado algum, por conta de seu “heróico” consorte. Portanto, conforme a Comissão, nada mais justo do que indenizar, também os filhos do “herói”.
Por aqui, torcemos, para que de alguma forma, tsunami ou terremoto, quem sabe, acabe o petismo sindical-socialista que assola, como uma das sete pragas do Egito, a nossa terra inzoneira. E se tanto almejamos, é por uma boa causa. Antes que eles acabem com o Brasil.
Febrero 1st, 2010 at 16:22
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Será que tem em Cuba aquelas batatas fatiadas que vem dentro daquelas embalagens em forma de tubo ?
Hum.., acho que não. Isso é um produto burguês.
Em Cuba tem as brigadas de ação rápida, que reúne vagabundos e ineptos de diversos setores sociais, apenas para realizarem publicamente uma série de barbaridades de forma sincronizada, como a de gritar que a “calhe es de Fidel”.
Sobre o post acima, acho uma vergonha os cubanos não saberem que o mundo acha Chávez um maluco.
Revolução bolivariana…, no Brasil isso nunca chegou a ser entendido. Afinal o que é esta revolução ? Apenas um meio de um ditador impôr suas idéias estranhas, como Fidel sempre fez ?