Geração Y é um Blog inspirado em pessoas como eu, com nomes que começam ou contem um ípsilon. Nascidos na Cuba dos anos 70 e 80, marcados pelas escolas rurais, bonequinhos russos, saidas ilegais e frustração. Assim é que convido especialmente Yanisleidi, Yusimí, Yuniesky e outros que carregam seus ípsilons para que me leiam e me escrevam.

A distância de um CLIC

Los vasos   del Festival CLIC reproducen nuestras sonrisas

Enquanto escrevo este trecho curto o varal parece protestar sob o peso da roupa, o cachorro arranha a porta pedindo sua comida e meu filho me pergunta se haverá almoço hoje. Depois de vários dias sem atender a casa, a rotina doméstica outra vez cai sobre mim, tira-me do sonho dos kilobytes e me devolve a cotidianidade. Porém valeu a pena. Desde quinta-feira tenho vivido um adiantamento do futuro, uma fração do amanhã em meio a esta Havana presa ao passado. O Festival Clic foi justamente uma antecipação desses temas que os cubanos do ano 2020 discutirão e meus inquietos netos lá por 2050. Três jornadas para “pensar a tecnologia, projetá-la, fazê-la nossa…”, desenvolvidas num ambiente inclusivo e plural. Desde discussões sobre a produção artística na era digital até o esboço de uma possível carta de direitos do internauta, foram algumas das questões tratadas.

Foi bem difícil organizar este evento por caminhos alternativos, numa sociedade onde cada operação está rodeada de obstáculos e impedimentos, muitos mais se apresenta forma independente. Desse modo – várias vezes – algum convidado para um painel não pode chegar a tempo por questões de transporte, o rústico equipamento de áudio nos ensurdeceu com o ruído de feed back e o lanche frugal demorou mais do que nossos estômagos agüentavam. Porém isso foi apenas o cenário, o contexto físico improvisado onde o transcendental ocorreu. Em meio da fragilidade material, o Festival Clic conseguiu superar nossas expectativas. Um debate franco e aberto – sem censura -. Uma grande participação do público e a intenção conseguida de fazer desta uma referência tecnológica e futurista se tornaram seus maiores alcances. Mais de 200 pessoas passaram pelo lugar durante os três dias que durou o encontro e na quinta-feira 21 de junho, à tarde, convergimos até 102 interessados nas redes sociais e na Web 2.0. Todos os grupos planejados puderam ser feitos e as chuvas intensas sobre a cidade não conseguiram diminuir o entusiasmo, mesmo que vários de nós tenham terminado resfriados por culpa dos sapatos empapados e da umidade.

Não pudemos, todavia, conseguir uma representação de internautas tão plural como desejávamos. E não porque puséssemos algum filtro ideológico ou grupal, mas sim porque muitos convidados preferiram não vir apesar de haverem sido convidados. O temor da troca de opiniões, o medo do abraço continua dominando também a cena virtual da Ilha. O editorial de Cubadebate – ameaçador e extremista – deve haver amedrontado alguns que queriam nos acompanhar. Conseguimos isso sim, que o governo cubano organizasse por este mesmo dias – a toda pressa – um Festival do Conhecimento para ensinar as pessoas a fazerem blogs e criarem contas no Twitter. O que, no meu juízo, é o melhor dos resultados do nosso diminuto CLIC. Se empurrando o muro obrigamos eles moverem uns centímetros… Então, então temos obtido uma parte do que queremos.

Para o próximo ano o Festival Clic terá que melhorar o nível dos seus painéis, criar uma rede wi-fi para que os participantes descarreguem o material do evento, despojar-se de certa seriedade para se fazer mais interativo e conseguir convocar esses jornalistas, blogueiros e twitteiros que desta vez preferiram não nos acompanhar. Tem mos que chegar a gente mais jovem para quem o celular, o teclado e o mouse são como extremidades do seu próprio corpo. Mesmo que – alegra-me muito dizê-lo – vários deles já tenham se somado nesta edição. O dizer de um curto tweet na conta @FestivalCLIC “Não seremos só um evento. Hoje nasce uma comunidade”. Assim nos veremos novamente, com a colaboração de Evento Blogs España (EBE), a torpeza dos editorais oficiais e o espírito brincalhão e rebelde dos nossos internautas.

Niñas jugando por primera vez con un iPad en el Festival CLIC

Tradução e administração do blog em língua portuguesa por Humberto Sisley de Souza Neto

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10 comentarios a A distância de um CLIC

  1. Filósofo
    junio 28th, 2012 a las 16:18

    “O problema não são professores despreparados. O problema não é a falta de recursos ou a falta de participação dos pais. O problema é que as escolas são administradas pelo governo.” – Harry Browne

  2. Jambalaia
    junio 27th, 2012 a las 17:59

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    O site Diario de Cuba é um site crítico a Cuba.
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    Hoje ele apresenta uma entrevista com a Elizabeth Burgos.
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    Não que ela tenha feito muitos comentários sobre Cuba, mas ela falou sobretudo da Venezuela.
    Tudo bem que fale sobre o governo do Chavez, mas eu pergunto se o que ela disse seja verdade.
    Colo abaixo uma parte da entrevista:
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    El personal cubano que ocupa los espacios estratégicos de Venezuela cubre desde el personal militar, policial y civil, aunado a los miles de jóvenes entrenados militarmente en Cuba, que constituyen la milicia, destinada a “defender la revolución”. El personal cubano aparece como la única fuerza verdaderamente organizada capaz de imponer el orden, evitando el tema engorroso y costoso, en caso de que se presente, de la necesidad de una hipotética intervención del exterior.
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    Debo señalar que el registro civil, el control de aeropuertos y el servicio de cedulación están en manos de personal cubano. Sin contar con que cada ministro tiene a su lado por lo menos dos asesores cubanos que controlan su actividad, al igual que sucedía en Cuba en los tiempos en que dependía de la URSS. Lo mismo en el Estado Mayor del Ejército. En las embajadas venezolanas, parte del personal es cubano.
    (…)
    El llamado socialismo del siglo XXI que se está gestando en Venezuela es un inmenso desorden, una inimaginable inestabilidad, y una excepcional incompetencia. Basta imaginar el resultado que puede arrojar la inspiración mimética del castrismo para construir el socialismo en un país petrolero, en donde el nuevorriquismo es la meta ansiada.
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    En Cuba, en una época, el anhelo mayor era ser miembro del PCC para subir en la escala social. En Venezuela, el anhelo es hacerse de la manera más rápida posible con la mayor cantidad de dinero. Para los miembros del Gobierno, hacerse lo más rico posible mediante comisiones de toda índole por concepto de importaciones hasta el tráfico de droga.
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    Las importaciones constituyen un rubro importante, pues se importa todo lo que el país consume. La destrucción de la industria nacional obliga a importar los artículos más elementales: azúcar, arroz, café, harina… Y, según testimonios, en el tráfico de drogas están implicados algunos miembros del alto mando militar. En ese sentido, Cuba ha operado una revirginización en materia de actividades ilícitas, transfiriéndolas a Venezuela.

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    Será mesmo que o Chavez está destruindo a Venezuela ?
    Os venezuelanos votam nele apenas para ter garantido os auxílios que o governo oferece ?
    os venezuelanos agora importam quase tudo o que consomem e os cubanos é que mantem a estabilidade do pais ?
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    http://www.diariodecuba.com/pa.....s-relacion

  3. ANONYMOUS
    junio 27th, 2012 a las 07:58

    BANDIDOS LIGADOS AO PT E AO FORO DE SÃO PAULO ATACAM POPULAÇÃO, TRASPORTE PÚBLICO E A POLÍCIA DE SÃO PAULO.SÃO OS BANDIDOS DO PCC ( FACÇÃO CRIMINOSA TREINADA PELOS TERRORISTAS, LIGADOS A DILMA, QUE ESTAVAM PRESOS NOS PRESÍDIOS DO BRASIL DURANTE A DITADURA MILITAR). ESTÃO LEVANDO PÂNICO PARA A POPULAÇÃO COM OBJETIVO DE DESESTABILIZAR A CANDIDATURA DOS ADVERSÁRIOS DO PT NAS ELEIÇÕES PROGRAMADAS PARA OUTUBRO NA CAPITAL PAULISTA. NAS ELEIÇÕES DE 2010 FIZERAM O MESMO PARA AJUDAR A DILMA A SE ELEGER PARA PRESIDANTA DO BRASIL. SEUS ALVOS SÃO OS ÔNIBUS, TRENS, METRÔ E OS SOLDADOS DA PM – POLÍCIA MILITAR DE SÃO PAULO.
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    SÃO PAULO – Cinco ônibus foram queimados na capital nas últimas 24 horas. Dois atentados a coletivo ocorreram na noite desta terça, 26, na região do Tremembé, zona norte, na Avenida Antonelo da Messina e na Rua Alfazema. Outro foi registrado na Rua Brigadeiro Amilcar Veloso, no Sacomã, por volta da meia-noite. Nenhum dos ataques deixou vítimas. Os incêndios de ônibus aumentam a suspeita de uma ação comandada por criminosos ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Já são ao menos oito casos desde o fim de semana.

    Nos últimos 14 dias, seis policiais militares morreram durante a folga e bases da PM foram atacadas. Já são 40 PMs mortos neste ano. Em 2011, foram assassinados 47, sete em serviço.

  4. Libertad
    junio 26th, 2012 a las 22:50

    Basta um CLIC, no link abaixo, para conhecer a verdade sobre o bispo priáprico corruPTo paraguaio.

    http://veja.abril.com.br/blog/.....ui-avalos/

  5. Jambalaia
    junio 26th, 2012 a las 18:58

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    Meio irônico, Fernando Collor considerou o impeachment legal.
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    Impeachment de Lugo foi legal, avalia Collor
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    BRASÍLIA – Afastado da Presidência da República há 20 anos, o senador Fernando Collor (PTB-AL) afirmou, nesta terça-feira, que o impeachment do presidente do Paraguai, Fernando Lugo, foi legal e classificou como “açodada” a ação da diplomacia brasileira, que condenou o processo paraguaio. Para Collor, que é presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, a decisão de suspender o país vizinho do Mercosul e da Unasul até as próximas eleições, em abril, aumentará o alcance da crise e contribuirá para sua radicalização.
    (Continua)
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    http://oglobo.globo.com/mundo/.....or-5320507

  6. Jambalaia
    junio 26th, 2012 a las 18:06

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    Achei interessante o seguinte texto:
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    Editorial da Folha de S. Paulo.
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    Paraguai soberano
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    A Corte Suprema de Justiça do Paraguai recusou ontem a alegação do ex-presidente Fernando Lugo de que foi inconstitucional o fulminante processo de impeachment pelo qual o Congresso o depôs, entre quinta e sexta-feira passada.
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    Com a decisão, caem por terra as pretensões de invalidar a posse do vice Federico Franco como sucessor constitucional. Também ontem a Justiça Eleitoral do país vizinho refutou a possibilidade de antecipar as eleições presidenciais, previstas para abril de 2013.
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    Não resta dúvida de que o impedimento de Lugo se deu sob evidente cerceamento do direito de defesa, cujo exercício ficou confinado a apenas duas horas de argumentação perante os parlamentares. Infelizmente, porém, a Constituição paraguaia não disciplina esse importante aspecto.
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    Exige apenas que o processo seja aprovado por dois terços da Câmara e que o afastamento ocorra se assim decidirem dois terços do Senado -limites amplamente superados nas votações que consumaram o impeachment.
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    Como motivo, basta a alegação genérica de “mau desempenho de suas funções”.
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    Eleito numa plataforma esquerdizante, o ex-bispo católico Fernando Lugo conduzia um governo populista e errático, prejudicado pela conduta pessoal do mandatário, compelido a reconhecer filhos em escandalosos processos de paternidade.
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    Mas o motivo principal da derrocada foram os efeitos desastrosos da crise econômica no Paraguai, cujo produto nacional deverá encolher 1,5% neste ano. A popularidade presidencial se desfez depressa, tornando possível a formação da esmagadora maioria congressual que o afastou do cargo.
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    Por afinidade ideológica -maior no caso da Argentina, menor no de Brasil e Uruguai-, os demais governos do Mercosul decidiram suspender a presença do vizinho na reunião do organismo, que deve culminar na sexta-feira próxima, quando examinarão possíveis sanções contra o novo governo em Assunção.
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    Esse comportamento é injustificável. As cláusulas democráticas previstas pelo Mercosul e pela Organização dos Estados Americanos (OEA) aplicam-se a flagrantes violações da ordem constitucional. Ainda que o impedimento de Lugo seja criticável, as instituições paraguaias têm funcionado de acordo com as leis daquele país.
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    Com um triste histórico de ingerência na política interna do Paraguai, país que mantém laços de dependência econômica em relação ao Brasil, o melhor que o Itamaraty tem a fazer é calar-se e respeitar a soberania do vizinho.

  7. Jambalaia
    junio 26th, 2012 a las 15:21

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    Bem…, eu não deveria ter sido irônico em uma postagem minha anterior.
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    É com grande satisfação que anuncio que em Cuba já se está implantando o cultivo da moringa oleífera, planta asiática em que na assim na denominada mini-reflexão de Fidel, ele escreveu: “fuentes inagotables de carne, huevo y leche” ou seja, fonte inesgotável de carne, ovos e leite.
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    http://www.diariodecuba.com/cu.....la-moringa
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    ¡Moringa y venceremos!

  8. Libertad
    junio 26th, 2012 a las 07:31

    ANÁLISE ESPECIAL: PARAGUAI DÁ UMA CACETADA NO FORO DE SÃO PAULO. É POR ISSO QUE OS COMUNISTAS ESTÃO ENLOUQUECIDOS!

    O grande assunto político continua sendo a destituição do ex-bispo comunista Fernando Lugo. Todos os demais assuntos referentes à política interna brasileira ou a decantada crise européia têm suas estaturas diminuídas face aos acontecimentos no país vizinho.
    Por que? Esta indagação tenho certeza é formulada pela maioria dos brasileiros. Quem acompanha a política tanto nacional como internacional e, sobretudo latino-americana, entenderá as razões que fundamentam a minha assertiva.
    É que desde a criação do Foro de São Paulo, a organização esquerdista fundada em reunião na capital paulista no inicio dos anos 90 por Lula, Chávez e outros comunistas e os ditos “movimentos sociais”, implementa um plano continental que visa à implantação de regimes socialistas em todos os países latino-americanos.
    É por isso que a destituição de Lugo, como foi a destituição de Zelaya em Honduras, soou como um um petardo de grades proporções entre os comunistas do Foro de São Paulo.
    A designação de comunista sempre acaba sendo aparentemente descabida depois da dèbacle do comunismo no final dos anos 80. Todavia o movimento comunista, embora tenha levado um baque significativo, rearticulou-se e continua tão vivo como nos tempos de Lenin. O que houve foi uma mudança de estratégia, mas o objetivo continua o mesmo.
    Como não teria mais sentido a violência pura e simples que o comunismo sempre utilizou para conquistar o poder, até porque seria rechaçada, mudaram a estratégia para “paz e amor”, ambientalismo e a utilização dos conceitos politicamente corretos. Valeram-se por exemplo, da questão dos direitos humanos consagrada na Carta da Onu e a primeira coisa que fizeram foi transformar comunistas em vítimas, embora sejam protagonistas de uma história pregressa de horror e assassinatos brutais como ocorreu na ex-URSS e continua ocorrendo em Cuba e na Coréia do Norte, que são ditaduras comunistas.
    Até hoje nenhum país comunista foi democrático. Todos foram ditaduras e são ditaduras, como a cubana que já tem mais de 50 anos.

    Mídia cala sobre o Foro de S. Paulo
    Os comunistas então passaram a aceitar – entre aspas – as regras democráticas e começaram uma luta para alcançar o poder dentro da lei. Todavia, uma vez no poder passaram à uma segunda fase, que constitui no aparelhamento de todas as instâncias do Estado. O avanço desse projeto diabólico, até que seja consolidado, obedece a etapas. Basta que observem como agia o PT no início do governo Lula ou como agia Chávez nos primeiros tempos de seu governo e até mesmo o tiranete da Bolívia.
    Em mais de uma década de poder em vários países, os comunistas já estão aprofundando o seu processo de conquista total do Estado e, mais ainda, dos corações e mentes, através da lavagem cerebral que começa no jardim de infância e segue até as universidades. Quem conhece Antonio Gramsci, o italiano vagabundo e mentiroso metido a intelectual, verá que os comunistas do século XXI seguem sua cartilha.
    Já conseguiram êxito no domínio de todos os sindicatos de trabalhadores, bem como das redações dos veículos de comunicação, já que os cursos de jornalismo formam a cada ano um grupo mais ou menos homogêneo que vai para o mercado de trabalho de cabeça feita.
    Em linhas muito gerais é isso que vem ocorrendo. No entanto a palavra “comunismo”, quando falada ou escrita, é repudiada pelos próprios comunistas que se apressam em ridicularizá-la e afirmam que “comunismo não existe mais”. (Todo comunista é um doente mental e o sintoma dessa moléstia é a mentira). Todavia isso é um embuste, porque a palavra comunismo passou a ser odiada justamente porque todas as ditaduras comunistas liquidaram a liberdade e a democracia e prenderam ou assassinaram seus oponentes. Imaginem se vão admitir que são comunistas esses vadios, vagabundos e mentirosos?

    Gramsci: o embusteiro italiano
    E aí vem a questão: por que países pequenos e frágeis como o Paraguai e Honduras adquirem essa notoriedade toda? Ora, porque foram até agora os únicos que, com sucesso e dentro da democracia, sem tanques e soldados nas ruas, sem macular a liberdade de expressão e de ir e vir das pesssoas, sem prisões e opressões, conseguiram assestar um poderoso revés aos planos dos comunistas do Foro de São Paulo.
    Infelizmente a grande imprensa nacional e internacional já está em boa parte controlada pelos comunistas. E isto faz com que o noticiário do Paraguai seja completamente distorcido, como foi o de Honduras. A mídia dá relevo não para a questão principal, que é a ameaça comunista. Sim, porque os jornalistas militantes cuidam zelozamente para que este aspecto ideológico seja escamoteado. É como se os fatos sofressem uma “lavagem” depurando-os do conteúdo eminentemente político. O foco é dirigido no interesse dos comunistas e a palavra de ordem desde o início foi “golpe”. Os comunistas como vítimas!, mais uma vez. A sordidez não tem limite. Invocam instituições democráticas para depois destruí-las.
    Então, o que houve no Paraguai foi uma reação notável não só à figura de Fernando Lugo e seus bate-paus, mas cravou um dardo certeiro no coração do Foro de São Paulo, razão pela qual em uníssono todos os tiranetes vagabundos e mentirosos do continente latino-americano gritaram: “é golpe”. Mas não colou. Pegaram o bonde errado justamente num país em que davam como favas contadas o seu domínio absoluto. Nenhum tanque na rua. Forças Armadas nos quartéis. Nenhuma prisão, nenhum ato de violência por parte do novo governo. Nada. Os paraguaios seguem a vida normalmente.
    Esta é, acreditem prezados leitores, a verdade absoluta sobre o episódio paraguai; uma leitura honesta do ponto de vista político e jornalístico.
    Conclusão: o sonho democrático latino-americano voltado para a paz, a liberdade e o desenvolvimento ainda prevalece e com ele a ajeriza ao arreganho de qualquer tipo de ditadura.
    Os paraguaios surpreenderam o mundo! E, sobretudo, a canalha comunista do Foro de São Paulo.
    Pena que as oposições aos velhacos aqui no Brasil, na Venezuela, no Uruguai, no Chile, na Argentina, no Peru, no Equador e demais países do continente sul-americano, ficaram mudas!
    Em troca, líderes como Fernando Henrique Cardoso preferem sair por aí defendendo a liberação da maconha ou dando discursos idiotas sobre desenvolvimento sustentável.
    Até agora não ouvi e nem li pronunciamento de qualquer liderança de nível internacional importante fazendo uma crítica leal e justa sobre o evento político paraguaio e seus reflexos sobre a América Latina. O continente faz pouco que saiu de ditaduras de despotas cucarachas e corre o risco de ser dominado por ditaduras comunistas. Em pleno século XXI!
    Hora de reagir. O Paraguai já está fazendo a sua parte.

    Blog aluizioamorim

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    Esse atraso monumental de Cuba na informática tem um culpado. Esse canalha do fidel roubou a liberdade de uma nação e condenou todo povo cubano a ficar na rabeira do desenvolvimento científico e social.! Agora as suas falidas ideias pulverizadas pelo foro de Pão Paulo ainda estão mais vivas do que nunca ameaçando a liberdade da América Latina. Está na hora de esmagarmos a cabeça da serpente que quer os trazer tirania, corrupção, assassinatos, fome, atraso e ineficiência! O Paraguay e Honduras mostraram o caminho. Agora temos que expulsar eles da política e dos cofres públicos!
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    8)

  9. Gredson
    junio 26th, 2012 a las 04:28

    Foi um pequeno evento, mas foi um grande passo, para o futuro de Cuba. Que venha mais festivais click.

  10. Jambalaia
    junio 25th, 2012 a las 21:31

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    Aqui em São Paulo, toda a semana ocorrem eventos relacionados a informática.
    Muitos palestrantes com nomes as vezes impronunciáveis, dão palestras em inglês.
    Richard Stallman, lunático do linux (desculpe a redundância) diz para não usar o celular, para que o governo não saiba onde andas.
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    Fazem reuniões em auditórios ou em simples salas, com rede de internet de banda larga.
    Estava acompanhando na net um pouco o tal do REA- Recursos Educacionais Abertos.
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    Em Cuba, deve ter sido um tanto o quanto claustrofóbico, visitantes estrangeiros comparecerem a um evento sobre informática e não poderem acessar a internet.
    Devem ter se sentido desconectados e imagino que ao retornarem aos seus países, nos aeroportos de destino devem ter lido todos os e-mails acumulados.
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    Estamos em 2012 e só agora os cubanos começam a aparecer na internet.
    Nunca usaram o DOS, nem o Windows 95. A maioria deve começar a usar mesmo o Windows 8, que deve sair no final de outubro.
    Um Windows sem menus…