Cabo ou cenoura?

O mistério foi resolvido, o enigma do cabo de fibra óptica entre Cuba e Venezuela foi dissipado devido a uma indiscrição. O ministro venezuelano de Ciência e Tecnologia afirmou a poucos dias que já “está absolutamente operativo” e que sua utilização dependerá do governo de Raúl Castro. Justamente quando acreditávamos que o estendido jazia nas profundezas do mar comido pelos tubarões e se convertido em moradia para os corais, chega-nos um sinal de que funciona. Neste momento tratam-se de palavras somente, pois não existem evidências de que os kilobytes estejam correndo pelo cabo, circulando dados. Não foi aberto nenhum escritório oferecendo uma conexão doméstica para quem quiser contratá-la e os preços de uma hora de navegação num hotel continuam sendo proibitivos e abusivos. Nos centros de trabalho e de estudo as cotas mensais para se conectar ao ciberespaço continuam escassas e supervisionadas, enquanto que a imprensa oficial não faz alusão alguma a uma imediata multiplicação por três mil da nossa escassa largura de banda. O cabo está, porém não está; existe, porém não é para nós.
Entre Guaira e Santiago de Cuba corre um cordão umbilical que deveria nos converter num país do século XXI, tirar-nos da menos valia tecnológica e comunicativa. Quando chegou a nossas costas em princípios de 2011 nem os mais pessimistas calcularam que um ano depois estaríamos mantidos na mesma indigência de conectividade. Não existe um só argumento válido para postergar por mais tempo a entrada em massa dos cubanos na Web, a não ser o eterno medo das nossas autoridades ao livre fluxo de informações. Cada dia que demora a nossa iniciação como internautas compromete o capital profissional e social desta nação, condenam-nos ao último vagão da modernidade. Por outro lado tanto controle só abre as portas a mil e uma formas ilegais para que as pessoas obtenham o conteúdo de sítios digitais, blogs e jornais online. Como as antenas parabólicas são hoje uma realidade que nem as operações policiais nem as ameaças no jornal Granma podem erradicar, algo parecido ocorrerá com o acesso à grande teia mundial. As contas piratas revendidas no mercado negro pelos próprios administradores de rede de instituições estatais já são uma antecipação desse cyber clandestinidade.
Em meio a tantos chamados a transparência informativa, torna-se paradoxal que um dos temas mais prementes da nossa vida nacional continue sumido no secretismo. Penoso também para os jornalistas oficiais que um funcionário de um governo estrangeiro seja a única pessoa que tenha aludido ao estado atual de tão custoso cabo. Porém mais triste ainda é que a Internet seja o novo campo de batalha do governo cubano e o cabo de fibra óptica a arma – seletiva e escondida – da sua guerra midiática.
Tradução e administração do blog em língua portuguesa por Humberto Sisley de Souza Neto















junio 7th, 2012 a las 22:20
Querida Yoani, acompanho o seu blog e tenho indicado para alguns amigos. Só posso desejar que Deus te proteja e permita que um dia você e a maioria da população cubana consigam ver as transformações democráticas e progressistas que tanto desejamos.
junio 6th, 2012 a las 09:12
Manoel Francisco Gomes·
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ESTE É O TIPO DE ‘ATITUDE’ DO PT: DEMOCRACIA SÓ QUANDO INTERESSA AO ‘CORONÉ’ LULA, O CHEFÃO DO PARTIDO. ELE HAVIA PROMETIDO A DUDU BELEZA QUE O CANDIDATO SERIA HUMBERTO COSTA (mfgomes)
PT confirma intervenção e Humberto Costa será candidato no Recife
O PT confirmou ontem a intervenção na disputa eleitoral pela Prefeitura do Recife e frustrou os planos do atual prefeito, João da Costa (PT), de tentar a reeleição.
Em reunião da sua Executiva Nacional realizada em São Paulo, o partido indicou o senador Humberto Costa (PT-PE) como pré-candidato. Ele obteve 12 dos 17 votos da comissão.
O encontro, que contou com a presença do ex-ministro José Dirceu, começou tumultuado, com João da Costa deixando a reunião logo em seu início.
Petistas em Recife fazem vigília à espera de decisão sobre candidatura
Prefeito resiste, mas PT veta candidatura à reeleição no Recife
Prefeito de Recife reafirma pré-candidatura à reeleição
“Antes de a reunião começar, fui informado de que a decisão seria pela intervenção, pela candidatura de Humberto. Achei desnecessário participar de um debate que tinha uma decisão tomada”, afirmou.
João da Costa venceu a primeira consulta interna realizada pelo partido no mês passado, mas o resultado não foi reconhecido pela legenda, que alegou irregularidades.
O partido convocou então uma nova consulta, com o objetivo de usar o intervalo entre os encontros para convencer os dois candidatos –João da Costa e o deputado licenciado Maurício Rands — a abrir mão da candidatura em favor do senador. (…)
UOL – 05/06/2012
Gabo Morales/Folhapress
junio 6th, 2012 a las 07:59
A covardia estatal cubana contra suas crianças
Para mim, não existe nada mais nojento, mais abjeto, que o molestamento de seres inocentes e indefesos, seja sexualmente, seja ideológicamente. Na Venezuela, aquele porco que em breve estará lapidando seu espírito no umbral, recruta crianças e jovens para exércitos revolucionários. Em Cuba, o outro porco, que só vive até agora para testemunhar a decadência de suas crias, molesta crianças desde o primário, exatamente da mesma forma em que denunciei aqui que as mesmas atitudes abjetas estavam acontecendo debaixo do seu nariz, pedreirense, que acredita que o fato por sí, de seu filho estudar em uma escola particular, o livrará desta escória psicopata.
http://www.youtube.com/watch?v.....r_embedded
junio 6th, 2012 a las 07:55
NATUREZA ESQUERDISTA
- A culpa é sempre de alguma coisa abstrata: (sistema, corrupção etc.);
- A estratégia é fomentar o caos para depois denunciá-lo;
- Onde quer que influenciem, pervertem;
- Onde quer que determinem, corrompem;
- Onde quer que atuem, destroem;
- Onde quer que dominem, há decadência e involução;
A esquerda é a indefectível, onipresente, catinga da escuridão, SEMPRE !
junio 5th, 2012 a las 22:52
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Artigo da Yoani Sánchez no jornal El País.
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El hombre nuevo, el hombre honrado
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Villa Marista es el centro principal de operaciones del Ministerio del Interior (cubano). Su enorme estructura fue construida para albergar un colegio gestionado por religiosos, pero desde 1963 contiene los calabozos más temidos de todo el país.
Si al principio de la Revolución se hablaba de “convertir los cuarteles en escuelas”, a este complejo de edificios le ocurrió justamente lo contrario. La peor pesadilla de muchos cubanos es ir a parar a una de las celdas de esta Lubianka criolla, terminar bajo el bombillo de las salas de interrogatorio.
Pocos —muy pocos— han podido resistir la presión psicológica que ejercen sus oficiales, entrenados en los duros métodos de la KGB y de la Stäsi alemana. Todo el diseño de largos pasillos, literas de frío metal y calabozos en los que apenas se sabe si es de día o de noche, está pensado para doblegar y hacer hablar incluso a los más bravos. Podría pensarse que solo hay espacio entre sus rejas para opositores o desafectos al sistema, pero cada día acoge a más personas investigadas por corrupción o desvío de recursos.
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Cuando a un barrio llegan varios mini ómnibus acompañados por autos del Departamento Técnico de Investigación (DTI), los vecinos ya saben qué ocurrirá. Muy probablemente la temida comitiva parqueará a las afueras de alguna casa recién pintada, con muro perimetral y ventanas de cristal. Los uniformados entrarán y ejecutarán un minucioso registro, para llevarse después —esposado y a la vista de los curiosos— al temeroso administrador de alguna corporación o al asustado gerente de una empresa.
Esas incursiones se han vuelto tan frecuentes que basta decir: “Ayer se le tiraron a fulano…” para que todos comprendan lo que eso significa. Luego el detenido es trasladado a Villa Marista, donde pasará semanas incomunicado y sin derecho a abogado. Su familia no podrá verlo, apenas si llevarle el cepillo de dientes y las medicinas que no puede dejar de tomar.
Ni siquiera se salvan de tales sustos los extranjeros, como demuestra el caso de varios ejecutivos británicos de la empresa Coral Capital Group Ltd., arrestados por supuestos sobornos mientras trabajaban en un proyecto de campos de golf. Otro referente alarmante fue el caso de los hermanos chilenos Max y Marcel Marambio que escaparon hacia su país, después de ser acusados de cohecho, estafa y falsificación de documentos bancarios en la gestión de la empresa alimentaria Río Zaza.
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(Continua)
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http://elpais.com/elpais/2012/.....85860.html
junio 5th, 2012 a las 19:56
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Oscar Espinosa Chepe responde as acusações de Miguel Barnet, presidente da União de Escritores e Artistas de Cuba (UNEAC).
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¿Quién es el mercenario?
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http://www.cubaencuentro.com/o.....rio-277388
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Três trechos da matéria.
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“¿Pero qué puede esperarse de una persona firmante el 19 de abril de 2003 de un mensaje a personalidades del mundo para legitimar la brutal represión desatada en marzo de ese año contra 75 pacíficos disidentes y activistas de derechos humanos, condenados hasta a 28 años de cárcel, así como el fusilamiento de tres jóvenes por erróneamente intentar el secuestro de un barco para huir de Cuba, sin ocasionar hechos de sangre? ”
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“Resulta insólito que el Sr. Barnet acusara de “mercenarios” a personas pacificas que durante años se han dedicado a analizar —a pesar de la represión— la situación nacional y que con sólidos argumentos, en la mayoría de las veces basados en informaciones y estadísticas oficiales, han advertido y demostrado que el país ha sido conducido “al borde del precipicio”, como ha reconocido el presidente Raúl Castro.”
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“Durante muchos años apoyamos el proceso que tantas esperanzas creo al pueblo cubano, pero con igual intensidad, cuando comprendimos que había torcido el camino y convirtió Cuba en un verdadero infierno, nos hemos esforzado por contribuir a forjar un derrotero de oportunidades para todos los cubanos y prosperidad para nuestro país. Siempre hemos defendido su independencia y soberanía, así como rechazado cualquier interferencia extranjera. Barnet y, lamentablemente, otros intelectuales y artistas cubanos, se convirtieron en servidores de un régimen represivo, encabezado por personas solamente interesadas en mantener el poder a toda costa y a todo costo, bajo la falsa bandera de un socialismo apócrifo.”
junio 5th, 2012 a las 18:16
Che,
04/06 – 17:19 – Fiquei lisonjeado por ter sido transcrito por alguém inteligente como você. (mfgomes)
junio 4th, 2012 a las 21:02
VARADERO, O PARAÍSO DE AREIAS BRANCAS E MAR AZUL, É INACESSÍVEL AOS CUBANOS AFOGADOS NA MISÉRIA.
Varadero: paraíso só para a camarilha comunista e turistas
O site Infobae publica uma matéria especial que revela parte da tragédia que vivem os cubanos. O mote da reportagem é a luxuosa praia de Varadero, a 140 quilômetros da capital Havana. Tida como a praia mais bonita da Ilha com suas areias muito brancas e o mar azul, Varadero é inacessível para os cubanos em geral. Apenas a nomeklatura comunista e turistas endinheirados podem curtir os hotéis de luxo, restaurantes, clubes e boates até mesmo alugar um equipamento de diversão aquática.
Quando muito os cubanos só conseguem chegar a essa praia em coletivos fretadona condição de “farofeiros”. Isso se algum parente que imigrou para o “Império do Mal”, tenha feito alguma remessa de dólares.
A conta da desgraça de viver sob o tacão da ditadura comunista cubana é expressa nestes números:
O hotel Areias Blancas, de Varadero, com oferta de “tudo incluído”, custa 354 pesos por três noites e quadro dias para um casal com dois filhos. Esse dinheiro equivale ao salário de um ano e meio de um profissional altamente qualificado.
Tanto é que muitos profissionais formados em universidade guardam seus diplomas na gaveta e tentam conseguir um emprego no ramo do turismo.
Transcrevo na íntegra em espanhol a reportagem do site Infobae assinada por Iván García Quintero. O título original é: “Crônica de um cubano “infiltrado” nos hotéis mais luxuosos de Varadero”. O texto dá uma idéia do miserê em que vivem os cubanos, enquanto Fidel Castro e seus familiares vivem uma vida de nababos. Leiam:
Bañarse en las azules y transparentes aguas del balneario, a 140 km al este de La Habana, es un desafío para los locales. Un fin de semana en “Arenas Blancas” cuesta el equivalente a más de 100 salarios.
Pero la playa merece una visita, aunque no todos pueden hacerlo. Entonces recurren a ómnibus de algunas empresas, que se consiguen por 50 pesos (2 dólares) por asiento, los fines de semana salen desde la capital hacia Varadero, en la provincia de Matanzas.
Casi ninguno de esos viajes son autorizados, los organizan por la “izquierda”: un trato oral entre el chofer y su jefe, quienes después se reparten las ganancias. Es una de las maneras que tienen los habaneros de a pie para visitar Varadero.
Claro, no tienen acceso a los mejores tramos de playa. Y tipos fornidos con rostros severos les impiden pasar por las zonas destinadas a los huéspedes de los hoteles. Las familias cargan con comida, agua y refrescos.
Nada de alquilar sombrillas ni tumbonas en la arena. O una bicicleta acuática. Tostarse al sol, beber ron y nadar en las apacibles y azules aguas. Es un paseo de ”vira y bota”. Aquellos padres que han podido reunir unos pocos pesos convertibles llevan a sus hijos al parque de diversiones. Cuando la noche empieza a caer, emprenden el regreso a la capital, en los mismos ómnibus de empresas.
Con esa manía de exagerarlo todo, el gobierno de los Castro se ufanaba en venderle a los cubanos la idea de que Varadero era la mejor playa del mundo. No tanto. En Brasil están Ipanema y Copacabana. En México, Acapulco y Cancún. Y Punta Cana, en República Dominicana, es un paraíso con mejores precios.
Pero los 22 kilómetros de playa de la Península de Hicacos, en la costa norte del occidente de Cuba, no están nada mal. Dentro de esa franja estrecha de arenas finas y muy blancas, se ha levantado un impresionante conglomerado de hoteles.
Desde 2008, los cubanos con ”pasta” pueden acceder a ellos. Ya desde antes, los cubanoamericanos lo venían haciendo. Es una de las extravagancias del gobierno de los Castro. Linchaban verbalmente a los cubanos que se marchaban a Estados Unidos, tildándolos de ‘escorias’ y ‘gusanos’, y años después, cuando regresan a visitar a los suyos en la isla, les tienden alfombra roja, dólares mediante.
Gracias a los billetes verdes del “imperio del mal”, muchas familias en Cuba tienen oportunidad de pasar un fin de semana en un hotel de Varadero. A precios tal vez asequibles para un forastero, pero de escándalo para los trabajadores cubanos.
El hotel Arenas Blancas, con oferta de “todo incluido”, cuesta 354 pesos convertibles por tres noches y cuatro días para un matrimonio con dos hijos. Ese dinero equivale al salario de año y medio de un profesional altamente calificado.
Situado en la primera línea de playa, junto al hotel Solymar conforma un emporio de casi 800 habitaciones. Roldán, su esposa y dos hijas, pudieron darse ese lujo.”Fue un regalo de mi familia que vive en el extranjero. Las niñas han sacado buenas notas en la escuela y hasta el 30 de junio los precios eran más baratos que en pleno verano. Entonces decidimos cambiar las vacaciones”, cuenta Roldán, sentado al borde de una inmensa piscina ovalada.
En el primer semestre del año los cubanos no suelen acudir tanto a las playas. De toda la vida, los meses playeros han sido julio y agosto, los más calurosos. Debido a la crisis económica en Europa y la recesión en Estados Unidos, los bolsillos de los parientes en el exterior se han encogidos. Así y todo, las entradas de remesas han seguido creciendo.
A esta clase de turistas locales se suma la nueva camada de mini empresarios particulares que arrendan habitaciones, tienen un ‘paladar’ o una pequeña flota de autos de alquiler. Las ganancias les permiten darse una vuelta por Arenas Blancas.
Otro modo de hacer turismo es colgándose del brazo de un vejete canadiense o un italiano de pelo engominado, ávidos de sexo. Y luego de 72 horas de playa, tragos y discoteca con una escultural negra o mulata, se sienten en la gloria.
Algunos cubanoamericanos también tiran ‘canas al aire’. Jorge es uno de ellos. Le va bien con su negocio de alquiler de trajes de buceo en la Florida. Pero se aburre con su esposa, obesa de tanto devorar grasientos muslitos de pollo y estar todo el tiempo echada en el sofá, viendo culebrones mexicanos. Los hijos, ya hombres, han encaminado sus vidas. Y Jorge tiene plata y deseos de acariciar una piel trigueña, dura y tersa. ¿Dónde mejor que en su terruño?
El cubanoamericano está orgulloso de su nueva conquista. “Una prostituta en cualquier lugar del primer mundo trabaja por horas y la más barata te cuesta 400 dólares. Nada de mimos ni charlas amorosas. En Cuba las cosas son diferentes. Se establece una empatía. Si las cosas siguen marchando bien, estoy pensando sacarla del país”, cuenta Jorge, mientras en el bar del hotel ve el juego de baloncesto de la NBA entre Miami Heats y Boston Celtics.
Una pandilla de ruidosos mexicanos se la pasan en grande bebiendo y cantando rancheras desde que abre el bar hasta que cierra. “Mi única queja es que no hay tequila. Entonces a pegarle al ron, que comparado con nuestros tragos, es jugo de frutas”, expresa Santiago, quien visita Cuba por primera vez.
En cualquier hotel de Varadero donde se hospeden, a los extranjeros les encanta hacer amistad con los cubanos. Unas chicas procedentes de Rusia están hechizadas, ante tantas ofertas de noviazgo o matrimonio. “Es impresionante cómo les gusta ligar a los cubanos. En la discoteca Palacio de la Rumba, cuatro me propusieron casarse conmigo”, señala una ingenua rusa. Quizás ella desconozca que detrás de ese supuesto compromiso nupcial se esconden las verdaderas aspiraciones de muchos cubanos: marcharse legalmente del país. No importa con quién ni hacia dónde.
Lo mejor del hotel Arenas Blancas son sus empleados. Su trato es personalizado y amable. Casi todos poseen nivel universitario. Pero residen en un país donde la pirámide social está invertida y los profesionales suelen encontrarse entre los que peores viven. Entonces engavetan el título e intentan trabajar en el turismo.
De cualquier cosa: maletero, mucama o botones, en la puerta de entrada. Es el caso de Orlando, graduado en ciencias de la información. Su salario era un chiste de mal gusto y le impedía mantener a sus tres hijos. “En el hotel consigo dinero suficiente para que mi familia se alimente como dios manda”, dice.
Ya los camareros de las mesas buffet se han acostumbrado a los cubanos: el día antes de partir, cargan bolsos de nailon con trozos de carne, pollo y queso. “Al principio, sentía vergüenza al ver comer exageradamente a la gente de mi país y guardar comida para llevar de regreso. Después no, porque ellos hacen de forma abierta lo que nosotros hacemos de manera solapada. Cargar y robar forma parte ya del proceder de los cubanos. Más por necesidad que por pérdida de valores. O ambas cosas”, afirma el cocinero Danilo.
La tarde de despedida, el personal del hotel te abraza y desea que repitas la visita. Cuando el ómnibus parte rumbo a La Habana, termina el sueño. Se vuelve a la dura realidad. Dormir con ventilador. Cargar cubos de agua. Y romperse la cabeza pensando qué vas a poner en la mesa ese día. Es precisamente durante la cena, cuando la familia de Roldán extraña sus vacaciones de tres noches en Arenas Blancas. Si algo abunda en estos centros turísticos es la comida. Do site Infobae
Aluizio Amorim
junio 4th, 2012 a las 18:14
“A situação piorou”, diz sobrevivente de massacre da Praça da Paz Celestial
04 de junho de 2012 • 18h38
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Passados 23 anos, a lembrança da Praça da Paz Celestial não desaparece da memória do professor Shao Jiang, naquele tempo estudante e para sempre sobrevivente de um massacre que calou as vozes de milhares de jovens chineses que lutavam por reformas que só chegarão, disse, “quando o povo souber a verdade”.
Jiang, exilado na Europa desde 1997, informou à Agência Efe que a história continua oculta “sob a propaganda do regime unipartidarista, que ainda restringe as liberdades e reprime os direitos humanos”.
Por isso, o professor se mostrou descrente perante os anúncios reformistas do atual primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, e também sobre das políticas de câmbio que, em teoria, serão herdadas pelos sucessores dos líderes chineses no final do ano.
“Pode-se dizer, inclusive, que a situação se agravou durante os anos 80″, afirmou. O exilado ainda destacou que o regime intensificou seu aparelho de censura por causa da expansão das redes sociais e pelo temor da internet ser um propulsor de manifestações similares às da famosa Praça de Pequim.
Há exatos 23 anos, Jiang foi testemunha de como os tanques e os soldados abriam fogo de forma indiscriminada contra civis e seus corpos ficavam pela estrada. “Eu sabia que os tanques eram utilizados contra os inimigos, mas, talvez de forma inocente, nunca imaginei que o Governo os empregaria contra o seu próprio povo”.
Jiang conseguiu sair com vida do massacre e não sabe quantas pessoas morreram naquele mês de junho em Pequim (os números oscilam entre 100 e os três mil, segundo as fontes), mas não desistiu da luta por uma mudança política na China, a qual vem travando desde quando ainda era um estudante de 22 anos.
Agora, o professor de sociologia da Universidade de Westminster, em Londres, combina seu papel de docente com o ativismo na Anistia Internacional (AI), seu blog (onde escreve periodicamente sobre a atualidade chinesa) e redes sociais como Twitter.
No entanto, Shao Jiang considerou “muito complicado” a organização com outros exilados e ativistas que ainda estão na China. “É muito mais fácil entrar em contato com as pessoas” disse.
Em meio à entrevista, o professor interrompeu brevemente a conversa ao receber uma mensagem que informa sobre a detenção de ativistas em uma província chinesa (sem revelar qual é), em plena campanha de controle de possíveis atos de comemoração do aniversário por parte do governo.
Ele organizou nesta segunda-feira uma oferenda com velas em honra à memória às vítimas do episódio em frente à Embaixada da China em Londres, consciente de sua “sorte”, disse à Efe sobre a necessidade que os crimes não caiam no esquecimento.
Esse espírito crítico foi o que o levou a analisar meios alternativos nos dias precedentes ao massacre. Após sair com vida, Shao foi detido por 18 meses para, depois, ficar confinado sob prisão domiciliar até conseguir escapar em 1997.
“Como Chen Guangcheng”, disse à Efe, em referência ao dissidente cego que, após fugir da vigilância policial e passar seis dias na Embaixada dos EUA em Pequim, agora se encontra em Nova York.
Desde que fugiu de seu país, ele não retornou à China. “Voltaria para a prisão”, afirma. Embora não possa ver sua família, que ainda reside em Tianjin (nordeste), diz que é feliz. “Aqui posso fazer muitas coisas. Minha intenção é trabalhar duro para mudar a situação”, diz Shao, que está terminando seu doutorado sobre o sistema político e a democratização da China.
Sua receita para a mudança é, sobretudo, a educação. Confia na internet e na capacidade autodidata da juventude: “Em 89 aprendi muitas coisas. Agora os jovens não entendem o que acontece porque não viveram naquela época e seus pais os educam no silêncio para que não encontrem problemas. É uma postura cínica e é o principal problema”.
O professor ainda destaca que para uma grande mudança, é preciso mobilizar pelo menos 20% da população, algo ainda difícil no país asiático. “Embora o Governo não queira dar direitos, a situação pode mudar se as pessoas se educarem e organizarem entre elas”, falou.
Shao Jiang hoje tem a maturidade da meia idade, mas ainda segue fiel aos princípios que o impulsionaram a tomar as ruas da capital chinesa durante os dias que passariam a engrossar a lista de infâmias mundiais.
junio 4th, 2012 a las 17:53
PETRALHAS DO BRASIL ESTÃO PROGRAMANDO OS JOVENS BRASILEIROS PARA SEREM CUBANOS, OU SEJA, ROBOTZINHOS NAS MÃOS DA QUADRILHA MARXISTA!
Mistica de Abertura 1°Acampamento Nacional da Juventude
8)
Estão treinando nossos jovens para aceitar um ditador nos mesmos moldes do Fodel Castro para terminar de foder com o que resta do Brasil decente e trabalhador!
Os nazi-petralhas estão sendo programados pra gritar HEIL MULLA/Dillma/Zé Dirceu chefe da quadrilha do mensalão!
Se não fizermos algo, antes!
NÃO PASSARÃO!!!
http://youtu.be/QVSB_ZEI95c
junio 4th, 2012 a las 17:19
ELEITORES COM ATITUDE NÃO VOTAM NO PT
O que me impressiona é que ainda haja alguém que tenha a coragem de afirmar que votar no PT é prova de atitude. Pelo menos não é a boa ATITUDE. Nunca houve tanta corrupção no Brasil como nos nove anos e meio de governo petista. O MENSALÂO foi um escândalo que em qualquer país sério teria resultado em impedimento do presidente, o verdadeiro chefe do que a PGR classificou como “sofisticada organização criminosa”. E a tentativa do Chefão de chantagear o STF para impedir ou prorrogar ainda por mais tempo o julgamento dos mensaleiros deveria ser um alerta para todas as pessoas com um mínimo de consciência cívica.
Eleitores com ATITUDE não votam no PT. 03/06/2012
via face do Moreno
junio 3rd, 2012 a las 22:34
O PCC não vai liberar a internet para a população cubana por motivos óbvios! Depois do Kagdafi ser sodomizado por um multidão em fúria, o medo do mesmo acontecer com o alto clero desse partido de jurássicos esquerdopatas marxistas é muito grande! O PCC sabe da sua responsabilidade pelo atraso cultural, industrial, social, agrário e tecnológico do país e pela carestia que os cubanos estão sofrendo!
Internet livre = informação verdadeira sem censura!
junio 2nd, 2012 a las 15:02
Nosso Cantinho O IMPACTO – 02.06.2012
Lula, após entrevista ao Ratinho
Maurinho Adorno
Na noite de quinta-feira, ao chegar ao prédio onde mora, em São Bernardo do Campo, o ex-presidente Lula foi recebido à porta do elevador por sua esposa Marisa Letícia, ela de vestido vermelho, toda bem maquiada, com os lábios carnudos de botox, pintados com um batom vermelho tentação. Depois da troca de 13 beijos, sentaram no sofá da ampla sala de visitas e tiveram esse diálogo:
Lula – Estive na capital e fui dar uma entrevista ao “Programa do Ratinho”, no SBT. Foi muito bom, falei de tudo, menos do Mensalão, você sabe que nesse angu não posso meter meu caroço. Fiz propaganda do Haddad (pré-candidato ao governo do estado) e desci o pau na oposição, especialmente no PSDB, nosso principal adversário. O FHC deve ter ficado puto da vida. Mas, a política é assim, minha companheira.
Marisa: Querido, por que você não deu entrevista ao programa “Roda Viva” ou ao Jô (“Programa do Jô”): eles são mais chiques. Tinha que ser logo para o Ratinho?
Lula – Marisa, acompanhe comigo: são programas que são passados na televisão tarde da noite, horário em que o povão está dormindo. E eu amo falar para a massa. O Ratinho (Carlos Massa) é massa até no nome. Gosto do Ratinho.
Marisa – Querido, mas no Wanderlei Nunes (cabeleireiro dos artistas e da elite paulistana), todas as grã-finas só falam no programa do Jô.
Lula – Acontece o seguinte, companheira, além de passar tarde da noite, o programa dele não me serve, sabe por quê? É que o Jô fala mais que a boca. Não deixa a gente falar, e falar é o que eu mais gosto. Uma vez dei uma entrevista pra ele e toda vez que eu começava a falar, lá vinha ele dizendo “não te interrompendo, mas já te interrompendo” e eu não gosto disso, porque depois dele falar bastante eu não mais me lembrava da pergunta. A entrevista virou um saco de gatos. A verdade: não gosto do Jô.
Marisa – E como você vai justificar a preferência pelo Ratinho?
Lula – Eu sou esperto, já fiz isso, companheira. Disse que estava lá por que ele é meu amigo, porque já comi rabada na casa dele e ele na minha. Agora, imagina se eu fosse ao Jô, teria que dizer que comi na casa dele caviar e lagosta, com whisky escocês de 18 anos. O povão não gosta disso. O povão gosta é de rabada e cachaça. E falando nisso, o Ratinho tem cachaças das boas.
Marisa – E sobre o que mais você falou, querido?
Lula – Falei sobre a Dilma.
Marisa – Mas, querido, você só fala dela. Liga para ela a cada 10 minutos. Vai a Brasília escondido para falar com ela. Viaja sempre com ela. Não estou gostando nada disso.
Lula – Menas, menas, companheira. Você precisa entender mais de política. Eu preciso monitorar a Dilma, porque o chefe sou eu, fui eu quem colocou ela lá no palácio e não posso deixar acontecer aquilo que sempre acontece na política, a cria se virar contra o criador. E eu sou o criador.
Marisa – Isso é verdade, companheiro. Mas, o que você falou dela?
Lula – Em primeiro lugar eu disse que não vou permitir que um tucano volte à Presidência do Brasil. Daí dei a sacada importante: se ela não se candidatar eu saio como candidato. Nada de FHC, aquele estudadinho. O que o Brasil quer em Brasília é um operário, um torneiro mecânico, um pobre retirante, um homem que come rabada com cachaça.
Marisa – Mas, querido, o nosso plano não é ela ficar esses quatro anos e você voltar triunfalmente?
Lula – E é o que estou fazendo companheira. O povão me vê no Ratinho falando de rabada e cachaça. É lógico que eles irão pedir para eu voltar. Já dei Bolsa Família prá eles e agora vou prometer dar bolsas (sacolas) para eles irem ao supermercado. Tudo feito com fibras de árvores da caatinga. Eles vão adorar.
Marisa – E eu vou voltar ao Palácio do Alvorada?
Lula – É claro, companheira, quero ver você aguando o jardim com a bandeira do PT, coordenando os churrasquinhos para meus filhos e para os convidados deles.
Marisa – E em seu novo ministério serão as mesmas pessoas? Estou com saudades delas.
Lula – É claro, Marisa, companheiro é companheiro, é fiel.
Marisa – E quem vai comandar o governo.?
Lula – O Zé Dirceu, é claro, companheira.
Mauro de Campos Adorno Filho é jornalista,
e ex-diretor dos jornais O Impacto e Gazeta Guaçuana.
junio 1st, 2012 a las 13:45
Revista que ataca PT por caso Celso Daniel é apreendida em SP
31 de maio de 2012 • 20h55 • atualizado às 22h37
Revista traz em sua matéria de capa caso Celso Daniel e associa petistas à esquema de corrupção
A publicação desta semana da revista Free,que traz em sua matéria de capa uma reportagem sobre um suposto esquema de corrupção comandado pelo PT, que teria relação com o assassinato do então prefeito de Santo André, Celso Daniel, em 2002, teve vários exemplares apreendidos nesta quinta-feira, em Mauá.
Devido ao fato, os diretores da publicação registraram um boletim de ocorrência – divulgado no Facebook da publicação – no 1o. distrito de Mauá pelos diretores da Revista Free SP após a constatação de abuso de poder por parte do secretário Carlos Tomaz na apreensão de revistas e de um carro da distribuição.
De acordo com a matéria apresentada na revista – distribuída gratuitamente no metrô de São Paulo e nas regiões próximas às estações -, cuja chamada de capa tem como título “Muito além da morte”, a organização do esquema criminoso, que atualmente seria comandado pelo prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho, teria como objetivo manter o PT no poder.
Em nota, o diretório estadual do PT em São Paulo rebateu o conteúdo da revista, classificando-o como leviano. O partido criticou a exploração do caso Celso Daniel, cujo assassinato já foi esclarecido pela polícia sem remeter a questões político partidárias, segundo a direção petista.
“Quanto ao festival de calúnias e difamações, o PT paulista está tomando todas as providências legais cabíveis e os responsáveis responderão pelos seus atos”, termina a carta.
A ação teria caráter político uma vez que a prefeitura da cidade é comanda pelo PT.
31/05/2012 – Free São Paulo
Este é o partido de ATITUDE ! Nada de liberdade de imprensa. Só admite elogios. Por sinal, a matéria está muito bem escrita. (mfgomes)
Via face do Moreno
mayo 31st, 2012 a las 21:22
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Falou Humberto, agradeço pela ajuda.
Imaginava talvez que houvesse algum fato ou algum costume relacionado com a cultura local.
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Vejo toda esta polêmica da visita da Mariela Castro aos Estados Unidos.
Ela despreza bastante a colônia cubana residente na Flórida.
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Fidel Castro não passou o poder a nenhum de seus filhos. Preferiu passar ao irmão e este parece estar dando algum poder a Mariela Castro.
Deve ser interessante saber como os filhos de Fidel vêem Mariela ocupando em certo espaço na política.
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Ela viajou aos Estados Unidos e souberam escolher bem quem podia participar das reuniões, com ela e por isso não houve nenhum incidente.
É uma pena que pessoas ligadas a direitos humanos da comunidade LGBT, a tenham recebido e tiveram o cuidado de recebe-la com bastante segurança.
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O cardeal Jaime Ortega realmente está do lado dos irmãos Castros.
Até que eu entendo que ele é a única pessoa que conseguiu algo.
Frustante ver ele segregar cubanos que não aceitem ser emigrantes bonzinhos a ditadura.
Fora o que ele disse nos Estados Unidos.
Podia dizer algo como reconciliação.
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As reclamações dos blogueiros oficiais cubanos sobre a dificuldade de acesso a internet são bastante interessantes.
Estudantes não podem acessar ao Facebook.
O cabo submarino funciona mas a ditadura não está com muita vontade de usa-lo.
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Novas más notícias vindas da agricultura.
Só anda para trás. Perderam a mão-de-obra profissional da agricultura e esperam que agricultores privados extremamente pobres, produzam os alimentos que o estado não consegue fornecer.
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Mas no geral ocorrem algumas pequenas mudanças.
O esquema deve ser algo assim.
A ditadura libera algo, aceita algo, mas sempre com um forte controle.
Alguns emigrantes vão aceitar e outros serão recusados.
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Depois de décadas de imobilismo, algo acontece.
Dilma e seu “companheiros” lutavam por isso, pois era algo progressista.
Ser progressista é levar uma vida normal, se adaptando as mudanças e não se isolar, idolatrando um comandante.
mayo 31st, 2012 a las 10:57
Jambalaia, o título é uma comparação entre o cabo (que está enterrado) e uma cenoura (tb enterrada). Também achei que ficou nonsense demais mas o estilo da Yoani é esse mesmo e as vezes tenho que dar cambalhotas para entender. Abs, Humberto
mayo 30th, 2012 a las 19:27
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Cabo ou cenoura. Não entendi o título desta postagem.
Alguém sabe o significado ?
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Mas parece que mais um mirabolante plano engendrado pela ditadura cubana, não deu certo.
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O dia já tinha uma notícia bem embaraçadora em um extenso artigo denominado: El azúcar cubano, ¿en fase de extinción?
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http://www.diariodecuba.com/cu.....-extincion
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A produção de açúcar não cresce.
Conseguiram a proeza de ter uma produção igual ao que produziam no século XIX.
A produção de batatas continua a cair.
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Eles com esta comédia de ciberguerra. Chamam a Yoani de cibermercenária.
Eu pensava que na internet havia apenas ciberpalhaçada e ciberidiotas, pelos vídeos de humor que tenho visto.
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Eles realmente são ciberengraçados, muito engraçados.