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Geração Y é um Blog inspirado em pessoas como eu, com nomes que começam ou contem um ípsilon. Nascidos na Cuba dos anos 70 e 80, marcados pelas escolas rurais, bonequinhos russos, saidas ilegais e frustração. Assim é que convido especialmente Yanisleidi, Yusimí, Yuniesky e outros que carregam seus ípsilons para que me leiam e me escrevam. Agregar comentario.21 comentarios a Razões cidadãs 4 |
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mayo 7th, 2011 a las 11:19
O que há de comum entre comunistas e terroristas muçulmanos, além do ódio aos americanos? O texto abaixo responde. Não é nenhuma novidade, mas é sempre bom lembrar.(mfgomes:07/05/2011)
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quarta-feira, 4 de maio de 2011
Tal como os comunistas, Bin Laden gostava de Coca-Cola, o “ouro negro do imperialismo”.
Nenhuma surpresa, não. Os fundamentalistas islâmicos gostam muito dos produtos e da tecnologia ocidentais, mas rejeitam o pensamento que os cria: a ciência. Compreensível, vá lá: a ciência é a maior desestabilizadora dos dogmas e das verdades a priori, isto é, que não dependem da experiência. A tecnologia já conquistou os corações, mas as ciências não conquistaram as mentes. Resultado: porteiras abertas para o fanatismo.
“Osama bin Laden vivia na confortável casa em que foi surpreendido por forças dos EUA pelo menos desde 2006 e levava uma vida de absoluta reclusão para não dar margem a suspeitas na região.
Relatos de moradores da pacata Abbottabad -150 mil habitantes-, a 50 km de Islamabad, dão a ideia da extrema discrição que permitiu ao líder da Al Qaeda e aos seus aliados viverem por tanto tempo numa cidade cercada por militares paquistaneses.
A compra de mantimentos da família Bin Laden e agregados era responsabilidade do mensageiro de confiança cuja identificação levaria o líder a ser encontrado, segundo os EUA, e de um irmão do mesmo que vivia no local.
Eles costumavam comprar grandes quantidades de alimentos, escolher produtos de marcas conhecidas mundialmente e demonstravam igual apreço pelos refrigerantes Coca-Cola e Pepsi.
Adquiriam ainda leite da Nestlé, sabonetes e shampoos da melhor qualidade e carne de um açougue local, sempre pagando em dinheiro vivo, disse um comerciante à agência Bloomberg.
Os irmãos sempre se locomoviam numa van Suzuki ou em um jipe Pajero vermelho, nunca a pé, embora o armazém onde costumavam fazer compras estivesse localizado a só 150 metros da casa.
Rashid e Akbar Khan, também mortos na operação dos EUA e supostos proprietários da casa, não eram de muita conversa, mas compareciam a eventos do bairro e podiam ser achados na mesquita.
Para justificar o indisfarçável sotaque do Waziristão, na fronteira com o Afeganistão, diziam ter fugido da violência da região -um bastião insurgente- em busca de paz.
Mas as severas medidas de segurança, como muros de até 5 metros de altura com arame farpado, espessos portões, torres de observação, canhões de luz, vidros foscos, câmeras de segurança e arquitetura que privilegia a privacidade geraram suspeita de que fossem traficantes.
Vizinhos relataram ainda ter ouvido conversas em árabe na casa -a língua majoritária no Paquistão é o urdu.
A casa não tinha internet, telefone, TV e ar condicionado. E o lixo era incinerado.
Mesmo assim, segundo os EUA, Bin Laden gravava vídeos e mensagens e mantinha contato regular com outros líderes da Al Qaeda.
Segundo a Associated Press, viviam 23 crianças e 9 mulheres na casa, com valor estimado em US$ 1 milhão”. (Folha de S. Paulo).
Postado por Orlando Tambosi às 22:23 – 04/05/2011
mayo 7th, 2011 a las 09:19
VERGONHA NACIONAL! Quatro usinas de açúcar da REPÚBLICA DOMINICANA produz mais que CUBA ESTE ANO.
Sábado, maio 7, 2011 11:47
A safra de açúcar em Cuba, com uma produção de cerca de 1 150 000 toneladas, e aclamada como triunfo pelo jornal oficial Granma .
A notícia provoca sentimentos contraditórios. Você não sabe se ri ou se envergonha. No meio dos dez anos de guerra, mais especificamente em 1894, com tecnologia medieval e do trabalho escravo, obtivemos 1.054.214 toneladas. Em 1933, também sob a influência da crise social que causou o segundo mandato de Gerardo Machado, a produção foi de 1.994.238.
Um despacho da Reuters afirma que “de acordo com a implementação do plano nacional atingiu os 35 moinhos, ou 90 por cento daqueles que participaram do concurso, e 12 das 13 províncias.
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Comento: Do alto de sua torre de marfim, Fidel e Raul cantam totalmente desafinados: FRACASSO, FRACASSO, FRACASSO DO SOCIALISMO AO MUNDO CLAMAR…………………….
mayo 7th, 2011 a las 08:57
Yoani Sánchez: mais um prêmio internacional, novamente não recebe “permissão” (. 15a LA UMA VEZ) para viajar
Sexta-feira, 6 de maio, 2011
A blogueira Yoani Sanchez, disse nesta quinta-feira que o prêmio da Liberdade, concedida pelo Centro de Estudos Políticos (CEPOS) , “não é apenas um reconhecimento” ao seu “trabalho pessoal”, mas representa “um grande impulso para o crescimento da parceria civil cubana “.
A autora do blog Generación Y não podera participar da entrega, hoje da distinção, porque o governo cubano recusou a deixar o país novamente, para que você possa viajar à cidade de Copenhague, na Dinamarca.
“Essas restrições de viagens vão cair mais cedo ou mais tarde”, disse Sanchez em sua conta no Twitter. O blogueira também relata que o ministro dos Negócios Estrangeiros da Dinamarca, Lena Espersen, enviou “parabéns pelo prêmio” e apenas afirmou que Havana havia “soltou”.
Blanca Reyes, o porta-voz na Europa para as Damas de Branco, recebeu o prêmio em nome de Sanchez, e agora blogueiro informado de todos os detalhes da cerimônia em si, disse Sanchez.
“Para ser representados nesse espaço para uma Senhora de Branco também confirmou que os manifestantes a cada dia estamos mais unidos”, diz o blogueiro no Twitter.
Noticia completa: CUBAENCUENTRO
mayo 6th, 2011 a las 15:34
Recomendo aos Cubanos a leitura do novo romance de Norberto Fuentes sobre fidel de castro e a sua ditadura criminosa.
O titulo ” Autobiografia de fidel de castro”.
mayo 6th, 2011 a las 08:51
Com base em novas imagens de satélite e em testemunhos de ex-prisioneiros políticos, a Amnistia Internacional (AI) estima que existam cerca de 200 mil pessoas encarceradas nos “campos de reeducação” norte-coreanos.
A Amnistia diz que, nesses campos, a tortura é prática recorrente e os prisioneiros são tratados como escravos.
Sam Zarifi, da AI, sublinha que a “Coreia do Norte não pode mais negar o inegável” e que “há centenas de milhares de pessoas que vivem praticamente sem direitos e tratados comos escravos”. Zarifi diz ainda que esta é uma das piores situações que a Amnistia tem documentado “nos últimos 50 anos”.
A Aministia Internacional diz que Kim Jong-il deve “fechar estes campos imediatamente”.
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Nota: Este é o socialismo real, sem utopias,
mayo 5th, 2011 a las 18:16
Sanatório Geral – Augusto Nunes
“Quaisquer que fossem os atos atribuídos a Bin Laden, o assassinato de um ser humano desarmado e cercado de familiares constitui um fato repulsivo”
Fidel Castro, ditador-de-adidas, capturado pelo Guilherme Macalossi ao comentar a morte de Bin Laden, exigindo para o companheiro terrorista o tratamento que negou aos 17 mil cubanos fuzilados no paredón.
mayo 5th, 2011 a las 09:36
há ofença.
Então, esquerdinha ignorante, APRENDA A ESCREVER!
mayo 5th, 2011 a las 09:10
Frusta o contrabando de Viagra e Cialis para Cuba
Um novo negócio ilegal parece ter surgido a partir do sul da Flórida para Cuba: o contrabando de Viagra.
Cialis e Viagra caixas que estavam a ser enviados para Cuba. Foto: Polícia do condado de Lee.
funcionários do condado de Lee no centro da Flórida nesta quarta-feira prendeu dois homens que tentaram enviar para a ilha de Viagra e Cialis, uma outra droga conhecida para melhorar o desempenho sexual masculino.
Jose V. Martinez, 40 anos, que mora em Miami, e Alberto E. Perez, 58, morador de Tampa, foram presos cerca de dez horas na I-75, no auge da Daniels Parkway.
Ambos têm uma história de entorpecentes, Perez foi em liberdade sob fiança por tráfico de cocaína.
Um cão policial cheirou o veículo Lee carregando dois homens e detectou a presença de drogas.
Martinez disse a policiais que poderiam revistar o veículo. Os investigadores encontraram uma caixa de papelão no compartimento para o estepe, que havia 30 caixas de Viagra e Cialis, no valor de $ 5,000, de acordo com os preços de mercado negro.
Detetives determinaram que as drogas eram para ser enviado a um lugar em Cuba que não foi revelado.
Nem os homens tinham a documentação necessária para o transporte de drogas e acusados por posse de drogas controladas com a intenção de vender.
venda ilegal de comprimidos estimulação sexual, como Viagra e Cialis se tornaram um negócio lucrativo em Cuba nos últimos anos. Os comprimidos são geralmente transportadas por viajantes em frascos de vitaminas e analgésicos regularmente.
O custo do comprimido Viagra no mercado negro cubano pode receber cinco dólares (120 pesos).
Fonte:cafefuerte.com
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Comento: Fontes fidedignas garantem que a mercadoria era destinada a Fidel e Raul, para poderem continuar f****** a nação cubana.
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
mayo 5th, 2011 a las 07:12
Obrigado aos demais por informações valiosas.
mayo 5th, 2011 a las 07:11
Cerebro de minhoca é o seu, que não tem respeito pelas pessoas. Estamos aqui trocando idéias. Quero aprender com quem sabe e já viveu.E não o que a midia me passa, para isto fui atras e conheci este blog. Por isto o mundo esta como esta, por pessoas como maisvalia.. o que falta é tolerância e respeito.Só porque a idéia é contrária já há ofença. Não sou fechada para o que escuto aqui, quero ver mais e aprender.Respeito acima de tudo neste mundo.
mayo 4th, 2011 a las 21:36
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Do twitter da Yoani.
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Tantas posposiciones a la respuesta de mi permiso de viaje, obedecen a una “estrategia de desgaste” pero no me cansare!
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Ya tengo respuesta: me niegan otra vez el permiso de salida. NADA HA CAMBIADO… “ellos” siguen siendo los mismos
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Esta es la ocasion no. 15 en apenas 4 anos que me impiden viajar fuera de la Isla. Restricciones migratorias = venganza ideologica
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Claro esta que no me han dado un solo argumento para esta condena a la inmovilidad insular
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Ya no podre estar en la presentacion de mi libro tecnico en Madrid ni en Photo Espana, fisicamente, como jurado
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Aprovecho cada minuto que no me dejan salir de #Cuba Ayude a @elsamorejon a abrir un blog http://madrescubanasenlared.wordpress.com/
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Agradezco a todos los que desde Twitter estan presionando para que me dejen viajar
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No se a quien apelar para que me ayude a salir? Al Papa? A Trinidad Jimenez? Al rey espanol? A Carter? A Hugo Chavez? A Dios?
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Pero se que si ustedes presionan, ciudadanos como yo, diminutos individuos como esta blogger, me ayudaran a lograrlo!
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Mientras me quede fuerza en los dedos, saldo en el movil, ideas en la cabeza, presionare para terminar este absurdo migratorio
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No hay un solo argumento para justificar por que los cubanos no podemos entrar y salir libremente de nuestro propio pais
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Ayudenme amigos. Ustedes son mi escudo protector, mis alas para volar y saltarme el absurdo migratorio!
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me dicen por sms que han creado la etiqueta #dejenviajarayoani Gracias!
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Manana estare representada en la ceremonia del premio CEPOS por alguien a quien respeto y quiero: Blanca Reyes, Dama de Blanco
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Por que? Por que? Por que? Por que el gobierno de un pais, en pleno siglo XXI tiene que limitar libre movilidad de sus ciudadanos?
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A que le teme Raul Castro que no elimina restricciones migratorias?
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Mientras absurdo migratorio exista, no puede decirse que algo ha cambiado sustancialmente en #cuba #dejenviajarayoani
mayo 4th, 2011 a las 16:47
Patricia.
Com essa sua cabeça e cérebro de minhoca, vá e não volte. A lavagem cerebral foi grande na cumpanheira.
Só não faça curso no paraíso, porque de nada valem na terra real.
mayo 4th, 2011 a las 15:12
10:37 – A liberdade adianta muito para todos. Os seres humanos não podem e não devem aceitar serem tratados como animais de fazenda ou de zoológico. A senhora não sabe disso talvez porque nunca a tenha perdido. Vá viver uma experiência cubana. Basta comprar uma passagem da Cubana de Aviación. Já na viagem a senhora poderá desfrutar da maravilha que é o paraíso cubano. Evidentemente, a experiência será tanto melhor se for viver como uma cubana, sem as mordomias de uma hotel de 4 ou 5 estrelas. É bem verdade que um 4 estrelas de lá mal supera ( se é que supera ) um de uma estrela aqui do Brasil. Eu sei disso, porque lá estive. E senti na pele as restrições do regime. Para quem conheceu a ditadura militar brasileira, deu para comparar muito bem. Lá é infinitamente pior. Além da falta de liberdade, há a socialização da pobreza. Para quem sempre foi de classe média, é difícil imaginar o que isso seja. Ainda mais quando a ideologia assimilada nas escolas brasileiras , em livros, jornais e até pela televisão, a partir dos anos 80, cristalizaram a ideia de que o socialismo é a resposta às carências econômicas, é o “novo mundo possível”, o paraíso na Terra. Lamentável !
mayo 4th, 2011 a las 13:51
Patricia recentemente achei um blog de uma bela brasileira casada com um cubano que se mudou para lá, de uma lida em seus artigos da para ter uma idéia do se vai encontrar por lá.
Mas, sempre tem um, a vida de turista em Cuba não é muito ruim, mas lembre-se a maioria cubanos não tem acesso aos prazeres turísticos, que vivem segregados.
http://eumoroondevocetiraferias.wordpress.com/
vale a pena acessar.
mayo 4th, 2011 a las 11:09
F.Castro, teu depoimento 4, foi bem esclarecedor para mim.
Concordo contigo, para mim que vivo no Brasil, espero que entendas que é uma visão diferente.
Aqui os hospitais são terriveis para maioria da popução e nada acontece..não adianta poder falar e ter eleições diretas e nada muda, são sempre os mesmos.
Ok, a liberdade é TUDO, concordo. Aqui por outro lado a liberdade é tanto que nem ladrão e assassino vai preso.
São esperiências de vida.
Aqui o trafico mata milhões,e ainda “banca” carnaval e futebol, para gente rica e famosa. É uma “beleza” de se ver !!! Vou ler com calma o teu texto.
Obrigado por tudo e desculpa qualquer coisa
mayo 4th, 2011 a las 10:37
Pois, nada é perfeito. O que quero talvez dizer, é que a liberdade para maioria não adianta muito.
Adianta para mim, que me considero privilegiada, tive acesso a estudo, faculdade e etc. Para maioria não..
Ouvi isto de um turismo que foi a Cuba e me pareceu razoavel : “Cuba não é tão boa como alguns vendem , nem tão ruim como alguns querem que ela seja.”
Na verdade aqui também com toda liberdade, meios de comunicação milionários, até pouco tempo, elegiam presidentes, compram pessoas..coisas muito erradas. Mas nós vamos tentando melhorar e fazer a nossa parte. Ainda quero conhecer Cuba.
mayo 4th, 2011 a las 10:35
Oi Patricia é um artigo bem longo, mas é um depoimento de quem viveu o ensino cubano por dentro durante 30 anos, vale pena ler.
Falar da Educação, reconhecida como o processo de instrução e de criação de valores éticos e morais, na Cuba comunista é uma tarefa bem embaraçosa e complexa. Fazer qualquer pessoa entender o que aconteceu com esta atividade social tão importante e como tem sido manipulada em Cuba é muito difícil e, de fato, fazer um estudo sério e profundo demanda muito tempo e dedicação. Algum dia, conforme a vontade de Deus, empreenderei essa tarefa; agora só pretendo fazer um breve relato que permita entender que a cacarejada educação que o governo cubano promulga como uma de suas grandes conquistas, não é mais que uma das vias de submetimento às quais são expostos os cubanos.
Durante 30 anos fiz parte do sistema de educação cubano, desde o nível sala de aula de província; fui partícipe de todo o processo de transformações da educação cubana, primeiro como aluno e depois como pedagogo, até o ano de 2003, quando estive nessa atividade. Tenho quase todos os elementos de como funciona a educação em Cuba.
O sistema de Educação e o sistema de Saúde foram, desde o primeiro momento, as atividades de valor social que a Revolução triunfante priorizou. Comandantes do Exército Rebelde de toda a confiança de Fidel Castro foram postos à frente de ambas as carteiras. Não foi casualidade que se priorizaram estas duas atividades; são as mais dolorosas das sociedades subdesenvolvidas. Ao mesmo tempo em que fazem o povo ver as boas intenções da Revolução, as utilizam como uma via para começar o regime doutrinário de uma nova ideologia. Essa fórmula, para eles muito vigente, a vemos hoje na Venezuela, 50 anos depois de ser aplicada por Castro. São como patentes do Governo para violentar os direitos mais elementares com que vem ao mundo cada ser humano.
Em Cuba, o primeiro passo foi nacionalizar o sistema educacional. Imediatamente passou a ser propriedade do Estado, criaram-se escolas, centenas de escolas, entre elas os quartéis do antigo Exército de Batista, como mostra do futuro de paz e de tranqüilidade que a Revolução prometia. Nosso ingênuo povo não se deu conta de como se criavam também milhares de prisões para reprimir qualquer tentativa contra o novo regime. Eliminaram-se as escolas de corte religioso e declarou-se o caráter ateu da educação cubana; converteu-se em um estigma ser religioso de qualquer denominação que não fosse a “marxista”, sim, porque tratou-se que a devoção a Deus que a sociedade cubana sentia, passasse a ser professada por Fidel Castro. Criaram-se planos emergentes de Mestres como a Escola Anton Makarenko, Minas de Frío e muitas mais. Jovens das cidades orientais de Cuba foram arrancadas de sua terra natal e trazidas para Havana, com base em um Plano do governo para serem educadas em ofícios. Muitas dessas demoraram muitos, muitos anos para voltar a ver seus pais, outras não os viram jamais. Pretendia-se neutralizar a prostituição e outras práticas más dessas jovens em suas cidades. Tinha que ver o que ocorreu nas zonas de Miramar e nos albergues onde viviam, e que eram as residências dos ricos do antigo regime! Milhares de casas e valores destruíram-se naquela loucura em nome da educação e que não foi mais do que a criação de antros de corrupção. Para falar a verdade, cumpriu-se o que o governo queria: dalí saíram os primeiros novos revolucionários, educados na destruição, na corrupção e no desrespeito por tudo o que não lhes pertencia.
Para as novas escolas fazia falta novos professores. Os existentes anteriormente não tardariam muito em se dar conta das nefastas intenções do novo governo e não responderiam mais a seus interesses. Milhares de jovens deslumbrados com os “heróis” rebeldes se apresentaram voluntariamente para desenvolver a Campanha de Alfabetização, com a qual se pretendia alfabetizar em apenas alguns meses milhares de cubanos. Depois deste primeiro passo, começaram os planos massivos de formação de professores emergentes que saíam para compartilhar aulas sem nenhum ou muito pouco nível técnico, e com um mínimo de conhecimento das disciplinas que deviam ministrar, porém, isso sim, com o nível de fanatismo que o Comandante requeria para iniciar o processo de destruição dos valores da sociedade e da família cubanas.
Em 1969 começou a via crucis da juventude cubana, com a inauguração das primeiras Escolas Secundárias Básicas no Campo (ESBEC) e, posteriormente, os Institutos Pré-Universitários no Campo (IPUEC).
Estas escolas constituíram, e constituem ainda, a base do sistema educacional cubano e, paradoxalmente, são a maior evidência do fracasso desse sistema. Não podia ser de outra maneira, dada a falta de argumentação científica – pedagógica e social – com que foram concebidas; só se levou em conta uma valorização política, bem retrógrada, por certo, porém foi a que primou em Cuba para tudo o que se fez, sem risco de exagerar, até para inseminar uma vaca.
As ESBEC constituíram-se tomando como fundamento uma concepção martiana que dizia que uma criança devia “…pela manhã manejar o caderno e à tarde a enxada”, onde o Apóstolo ressaltava o valor do trabalho na formação do ser humano. Nunca, em nenhuma parte de sua extensa obra disse que isso se devia fazer totalmente desvinculado de sua família e desarraigado de seu lar e do lugar onde nasceu. Muito rápido este sistema de escolas no campo denominou a concepção martiana-marxista da educação.
Vejamos, sem vontade, repito, de fazer uma análise mais profunda, onde radicavam as principais dificuldades deste absurdo sistema.
É bom dizer, para conhecimento das pessoas que não tiveram contato com aquilo, que as crianças ingressavam nas ESBEC com 11, 12 anos!; com essa idade eram separadas de suas famílias. Que características tem o desenvolvimento psicológico de uma criança nessa idade, totalmente dependente de seus pais? Nunca se analisou, na hora de se estabelecer essas escolas, ou melhor, se evitou. O que ocorria com essas crianças sabemos tão somente os que trabalhamos naquelas escolas e que apenas naquele momento nos dávamos conta do que estava ocorrendo, de fato. Tínhamos uns poucos anos mais que os mesmos alunos e só quando fomos amadurecendo, é que nos demos conta do desastre do qual estávamos participando.
As crianças chegavam à escola com uma certa motivação e alegria. O regresso à Escola no Campo era aceito em príncípio por eles como uma aventurinha. Todos sabemos que nessa idade as crianças são muito dadas às aventuras sem perceber, de imediato, muito além de seus narizes. Quando passavam alguns dias, poucos dias, a aventurinha começava a tornar-se pesada; sentiam falta dos pais e irmãos, da comida que a mamãe fazia, sua cama, o bairro, a possibilidade de brincar depois de voltar da escola. Unia-se à nostalgia por sua casa e família, já de per si suficiente para criar uma crise emocional na criança, a agressividade do meio. Na escola havia crianças de todos os extratos sociais: desde famílias de delinqüentes até religiosas. O roubo das propriedades era imenso, às vezes estimulado pelas mesmas famílias que em suas casas careciam de recursos que se entregavam na escola às crianças como toalhas, lençóis, mosquiteiros, tênis, sapatos, etc. Geralmente as crianças maiores, mais fortes e os de atitudes mais negativas, provenientes de famílias com grandes problemas sociais, eram colocados como chefes de albergues que chegavam a funcionar como verdadeiras galeras de prisões, aplicando castigos às demais crianças como tê-los formados, parados em atenção até altas horas da madrugada, golpes, limpeza de banheiros e centenas de castigos mais que uma mente infantil retorcida, com a anuência dos adultos que dirigiam a escola, podia criar.
A esta situação agregamos o regime escolar que se orientava implantar e que, para que fosse educativo, devia ser “férreo”: levantar-se às 6:00, café da manhã de 6:15 às 6:45, inspeção até às 7:00, um ato político chamado matutino às 7:05, aulas a partir das 7:15 para uma metade da escola que inicialmente era de 520 alunos, enquanto a outra metade ia para o trabalho agrícola. Estes regressavam entre 10:30 e 11:00 e, se havia água, banhavam-se e se preparavam para almoçar e começar as aulas às 13:00. A outra metade, ou seja, a que estava em aulas, terminava às 12:05, almoçava e saía para o trabalho agrícola, regressava às 16:30, banhava-se e começava o estudo das 17:30 até às 19:30. A esta hora começava a refeição que às vezes terminava pelas 21:00. Às 22:00 era oficialmente a hora de dormir, porém, a essa hora começava a funcionar um sub-mundo de abusos, roubos, agressões entre eles mesmos, que há 35 anos de implantado esse sistema educacional, chegou ao extremo de cobrar dezenas de vidas desses meninos em mãos de seus próprios companheiros mas também por acidentes de caminhões e carretas nos quais se transportavam ao campo, quedas dos alpendres dos edifícios enquanto se transferiam para os albergues femininos em busca de relações sexuais ou simplesmente para ver suas companheiras nuas, afogados em rios e apreendidas próximas à escola, etc. Podem-se mencionar muitos problemas mais que enfeitavam o mundo das ESBEC e dos IPUEC e que uma criança entre 11 e 17 anos tinha que enfrentar, como por exmplo, professores ou outro pessoal da segurança sem a adequada preparação que faziam atrocidades, e que eram elementos ativos do processo de corrupção que se desenvolvia nas escolas; onde a promiscuidade sexual era horrenda e a decomposição moral imensa; a má qualidade das construções cujas instalações hidráulicas, sanitárias e elétricas só funcionavam algumas semanas e quando muito alguns meses; todos os edifícios tinham infiltrações pelos tetos, paredes, pisos e as fezes navegavam dentro dos dormitórios e corredores. Os equipamentos instalados eram em sua maioria de países do bloco socialista, pelo qual eram de péssima qualidade e quebravam-se sistematicamente. No princípio a comida era aceitável; quando passaram uns anos converteu-se em um desastre. Com o passar do tempo as escolas foram deteriorando-se e o governo já não tinha, como no princípio, recursos para consertá-las e os cursos iniciavam em um estado desastroso. As crianças desde que chegavam iniciavam uma verdadeira guerra para sobreviver. Muitas destas escolas tiveram que ir fechando e os alunos re-locados nas que ainda mantinham as condições mínimas de funcionamento, o que provocou então um fenômeno de aglomeração em que escolas concebidas para 520 alunos chegaram a ter 700 e até mais. Hoje, muitas destas construções abandonadas e vandalizadas, onde só resta o concreto, se levantam em meio dos campos cítricos, também abandonados e destruídos, como testemunhas mudas do fracasso de um sistema educacional que não só não educou ninguém, como destruiu todos os valores morais e éticos de gerações inteiras. Porém, hoje continua sendo reconhecido pelos absurdos fanáticos do Governo como um logro da educação cubana que, lógico, sendo uma idéia de Fidel Castro ninguém se atreve a criticá-la!
Milhares de crianças, obviamente, desertaram das escolas; não podiam resistir nessas condições de vida. Essas cifras eram manipuladas, nunca se dizia a verdadeira e se fazia todo tipo de pressões, inclusive repressão sobre as crianças e os pais que permitiam que os filhos abandonassem as escolas. Chegava o dramático momento em que os pais tinham que escolher entre perder o filho ou fazer frente à repressão que podia derivar-se de tirá-lo da escola; lemantavelmente não poucos preferiram perder o filho.
Essas são, em linhas gerais, as caracterísitcas do programa insigne da educação cubana que, poderíamos dizer, desde o ponto de vista material, esse era o meio onde se desenvolviam as crianças. Agora bem, quais eram as verdadeiras motivações da implantação deste sistema? Por quê, essa idéia doentia de separar as crianças de suas famílias em idade tão tenra?
O governo de Castro, muito ironicamente, reconhece na Constituição que a família é o núcleo fundamental da sociedade e onde se gestam as primeiras e mais importantes influências educacionais das crianças. Só que parece que a vida infantil termina aos 11 anos de idade e que, a partir daí, a família cubana já não está mais apta para continuar educando as crianças, uma vez que a partir dessa idade o núcleo fundamental da sociedade são as escolas, que é o mesmo que dizer que é o Governo.
Como eu dizia, por trás da criação das ESBEC e dos IPUEC, e por trás de todo o sistema educacional cubano, o que há é um interesse político. Supõe-se que, quanto mais curta seja a influência da família na vida das crianças, maior será a possibilidade de concluir o que lá se chama de “trabalho político e ideológico” e que não é nada mais que o processo de doutrinação marxista que existe desde que surgiu o comunismo como sistema. Eles consideram a escola como a via idônea para conseguir que as futuras gerações mantenham o sistema e por esse motivo é onde mais tempo devem permanecer. Nas escolas desenvolve-se o que se chama o “Plano de Atividades de Desenvolvimento do Trabalho Político e Ideológico” e no qual agrupam-se e desenvolvem-se todas as campanhas políticas que os ideólogos do governo inventam, a maioria delas inspiradas em conflitos reais ou fictícios com os Estados Unidos. Estas sórdidas campanhas desenvolvem-se através de atos, reuniões, plenos, parlatórios, estudos e discursos, a TV e o vídeo, etc. São realmente absurdas e obsessivas e para tranqüilidade de muitos, estão bem longe de alcançar o que o governo quer. Realmente, a juventude as odeia e participa delas porque não lhes resta outro remédio e se não participarem, os estigmatizam para em um futuro aspirar a carreiras universitárias. Com essas campanhas orquestradas pelo louco, sem uma análise psicológica de até onde pode provocar rechaço essa reiteração do mesmo, nem quão contraproducente podem ser, dado que a política não faz parte dos interesses da infância nem da adolescência, o regime está, como diz o refrão, comprando corda para seu próprio pescoço. Sou testemunha das expressões dos jovens cada vez que são intimados para um ato político. Ultimamente tomou-se a modalidade de anunciar que, depois do ato, vai se apresentar um grupo musical de popularidade que consegue com que os jovens assistam e se mantenham no ato. É claro que tudo o que se repete, embora seja bom, – não é o caso do trabalho político e ideológico – chega a ser aborrecido…
A essência de tudo está em que o sistema educacional cubano sente que é mais importante e mais necessário para as crianças, do que sua própria família e sobre essa base atuam, separando-os desde a mais tenra idade possível de uma influência que, para o governo, pode ser cada vez mais negativa, na medida em que mais cubanos se vão dando conta do engano a que foram submetidos. Há três anos começou um plano, neste caso com as secundárias básicas urbanas, porque Castro considerou que as crianças estavam saindo muito cedo da escola e se dedicavam a “traquinar” nas ruas e orientou que os alunos não saíssem mais ao meio-dia da escola, senão, que estivessem nela até as 5:00 PM. Como não tinha forma de dar-lhes o almoço (por falta de recursos devido ao bloqueio imperialista – bendita justificativa!), simplesmente lhes oferece uma merendinha, constituída por um pão com uma espécie de fritura dentro e um copo de 5 ml de yogurte de soja, isto na idade do desenvolvimento físico, quando uma criança necessita de uma alimentação melhor.
De toda forma, os planos não saíram a Castro e seus ideólogos como eles o haviam concebido. A criação do “Homem Novo”, inspirado no exemplo de Che Guevara (Deus nos salve!) e que não ia ser mais do que um incondicional autômato dominado por uma elite selecionada pelo próprio regime, foi à pique com a queda do campo socialista. Toda sua educação com seu sistema doutrinal, inclusive a superioridade do socialismo, converteu-se em uma palhaçada da qual riem hoje até mesmo as crianças. Embora Fidel Castro tenha se desfeito tratando de dar uma explicação lógica à hecatombe socialista, só conseguiu converter-se no “faz-me-rir” dos cubanos e do mundo inteiro.
A juventude cubana desenvolveu um mecanismo de defesa mediante o qual seus ódios se encerram, cada vez que começa um ato político, não importa quem o presida, e voltam a soltar quando começam a soar os compassos do grupo musical pelo qual estiveram ali o tempo todo. Durante minha época como trabalhador da educação em Cuba, sobretudo nos anos posteriores a 1996, quando terminava um ato, minutos depois chamava alguns dos estudantes e lhes dizia: “fala-me brevemente de alguns temas dos quais se referiu o principal orador da atividade”. Era incrível que nenhum lembrava! Só balbuciavam frases incoerentes que se mantinham em algum remoto lugar de seu inconsciente. Repeti isso muitas vezes e salvo mínimas variações, sempre obtinha o mesmo resultado. Repeti em várias escolas e sempre com as mesmas respostas porém, o mais interessante era quando perguntava aos professores, que supunha que depois analisariam o discurso com os alunos, estavam quase na mesma situação!
Enfim, é claro que as campanhas vão continuar; qualquer bobagem é boa para isso porém, já nem estas nem a cacarejada ação político-educativa dos docentes que, ao que me consta, em sua imensa maioria tampouco crêem em Fidel nem no socialismo, poderão fazer muito para levantar a deteriorada imagem de um sistema que exibe como uma grande conquista do socialismo vender, em 50 anos de seu triunfo, uma onda elétrica à família cubana.
A imagem da Revolução Cubana e de seu sistema educacional, principal via de trabalho político e ideológico, é a de um velho balbuciante, agitando tontamente uma bandeirinha de papel; a deterioração de ambos caminha lado a lado.
O autor, professor Rafael Rodríguez, trabalhou como diretor de escola superior em Cuba, por 30 anos, é um exilado cubano residente em Porto Rico.
mayo 4th, 2011 a las 09:56
Oi Patricia
Cuba parou no tempo
Mas os irmãos ditadores, gostam de bazofiar sobre a educação cubana.
Mas a educação só é valida se servir como trampolim de ascendência social.
A educação cubana só serve como deposito inútil de conhecimento ideológico
Você sabia que é proibido por lei abrir negócio próprio, como consultório médico, e lucrar com a profissão, para que não haja enriquecimento. Em Cuba, um engenheiro, por exemplo, pode trabalhar por conta própria, conseguindo autorização do governo para ter um restaurante ou ser taxista, mas não tem o direito de abrir uma empresa na sua área.
Um profissional superior em Cuba, depois de anos de estudo, ganha por volta de vinte dolares por mês. E só sobrevive com a ajuda da “Libreta de Racionamento”.
E posso lhe garantir Patricia que a LIBERDADE é o bem mais precioso que um ser humano pode ter. Graças a ela você pode dizer. “Porém as maior parte da população é totalmente oprimida. Milhões de crianças não tem acesso a escola, pessoas morrem nas filas de hospitais, isto passa diáriamente na TV”.
Agora vai um cubano dizer que seus anos de estudo não serviram para nada. Que a sua familia passa fome, que o seu salário de médico não dura 5 dias. Lhe garanto que todo o seu estudo não vai ser suficiente para evitar sua prisão.
mayo 4th, 2011 a las 09:30
D. Patrícia,
O mais importante é a liberdade. Quando se tem liberdade, todos os problemas podem ser enfrentados. Não há nada que comprove os ótimos índices de saúde e educação cubanos a que você se refere, apenas a propaganda dos admiradores de uma ditadura assassina. Os dados são fornecidos pelo próprio governo, que atualmente, nem a famigerada ONU –aquela ong planetária que tem um ajuntamento de ditadores homicidas passando-se por defensores dos direitos humanos — está dando crédito. Nos hospitais de Cuba — aqueles destinados aos cubanos e não a estrangeiros que os procuram em buscade uma suposta cura para vitiligo — falta tudo. Remédios dos mais básicos são roubados e vendidos a quem precise e possa pagar. Medicamentos como Aspirina e Melhoral, por exemplo. Falta roupa de cama e até comida. Há até um texto de Yoani sobre a maravilha dos hospitais e um outros sobre a realidade escolar. Leia-os, estão no arquivo. Todos os cubanos sabem disso, mas só uns poucos falam a turistas interessados em saber o que de fato acontece, muito em particular, bem longe de olhos e ouvidos de outras pessoas.
Como diz o “gusano” você confunde doutrinação com educação. Por sinal é o que a cada dia acontece aqui no Brasil. Livros de História, Pedagogia (adotados em faculdades de Educação e exigidos em concursos para professores), e até de ensino de línguas transformam Che Guevara, o porco assassino, em herói, bem como os terroristas que nos anos 60 e 70 tentaram implantar uma ditadura de modelo cubano no Brasil. Isso se chama lavagem ideológica, não educação.
Se o ensino em Cuba é tão bom, por que o país não se desenvolve? Já sei, você certamente dirá que é por culpa dos Estados Unidos. É a eterna desculpa para todos os incompetentes e corruptos que desgraçam seus países, especialmente na América Latina. Odeiam os Estados Unidos, mas ao mesmo tempo, inconscientemente atribuem a eles todo e qualquer mérito pelo eventual sucesso econômico que tenham, quando têm. É claro que, publicamente, é preferível manter o discurso de que são vítimas do imperialismo americano.
Para tentar reverter a lavagem cerebral que você já sofreu nas escolas, faculdades e discursos de políticos e admiradores da ditadura cubana, comece lendo o livro Manual do Perfeito Idiota Latino-americano, de Pínio Apuleyo Mendoza (colombiano), Carlos Alberto Montaner (cubano ) e Alvaro Vargas Llosa (peruano). Depois, leia O Retorno do Idiota, dos mesmos autores. É só um início para você entender o que vai pela América Latina como um todo. Servirá também para começar a entender Cuba, o país do paraíso socialista latino-americano.
Leia, estude, se informe. Ainda que fosse verdade o que você afirma sobre Cuba, os fins não justificam os meios. Nenhum regime político é melhor do que a democracia, que lhe permite manifestar sua opinião sem medo de ser encarcerada. Nenhum sistema econômico, pelo até agora, se revelou melhor do que o capitalismo, que permite que as pessoas produzam, vendam e comprem livremente. E o capitalismo verdadeiro só pode existir com democracia.
mayo 4th, 2011 a las 07:55
Oi Patricia
procure saber sobre a mortandade no hospital psiquiátrico central de havana (Mazzorra) e veja que vc está sendo enganada pela propaganda dos caras que acham que os fins justificam os meios.
O déficit alimentar tornou a polineurite endêmica em Cuba.
E não confunda doutrinação com educação…
http://www.desdecuba.com/generaciony_pt/?p=878
mayo 4th, 2011 a las 07:23
Ola!Sou brasileira e tenho um desejo imenso de conhecer Cuba.
Pois carrego comigo uma dúvida: o que as pessoas criticam basicamente sobre Cuba, é a falta de liberdade, certo ?
Porém por outro lado há educação e saúda de sobra para o povo. Onde não há analfabetismo ou mortalidade infantil. Por favor, me avise se eu estiver errada.
Aqui a liberdade é total, ok.
Porém as maior parte da população é totalmente oprimida.Milhões de crianças não tem acesso a escola, pessoas morrem nas filas de hospitais, isto passa diáriamente na TV.Os impostos são altíssimos e tudo vai para o bolso dos políticos, que não fazem nada para eduacação ou saúde deste país.A saúde é caótica.
A grande maioria das pessoas assistem esta situção sentadas em frente a TV.
Eai, alguem pode me dizer o que vale mais ?
Grata,patricia