Geração Y é um Blog inspirado em pessoas como eu, com nomes que começam ou contem um ípsilon. Nascidos na Cuba dos anos 70 e 80, marcados pelas escolas rurais, bonequinhos russos, saidas ilegais e frustração. Assim é que convido especialmente Yanisleidi, Yusimí, Yuniesky e outros que carregam seus ípsilons para que me leiam e me escrevam.

O arco da derrota

puentes_truncos

Pedaços de concreto, fragmentos de caminhos que não conduzem a nenhum lado, pontes que não unem duas margens. Monumentos a paralisia urbana situados ao longo da autopista nacional, estruturas inacabadas que contudo sonham com sentir o peso dos caminhões e das motocicletas. As pessoas se amontoam sob sua estrutura inacabada a espera de um transporte que os leve para algum lado, aproveitam a sombra dada por estes arcos da derrota, estas enormes estruturas que só servem como guarda-sol, os mais caros do mundo. Com parapeitos que não sentiram o calor da mão, as pontes incompletas do meu país nos fazem uma careta, nos mostram a língua lembrando-nos nossa atrofia urbanística, o raquitismo das nossas vias.

Sempre que passo sob suas construções deterioradas me pergunto: Que sentido tem estes caminhos isolados sem automóveis? Qual a razão de ser destes gigantes incompletos que não vão a nenhum lado? Foram erguidos ali quando se planejava que esta Ilha se encheria de autopistas, como uma espinha dorsal viva de onde sairiam ramais para todas as partes. Várias décadas depois continuam desconectadas da malha viária, acessíveis somente por cima, pousada irônica de urubus e lagartixas que se esquentam em suas colunas. Monólitos a imobilidade de um povo que no lugar de novas rodovias, calçadas, trevos e avenidas, tem visto como suas pontes isoladas se deterioram , começam a se rachar sem nunca haverem sentido o rolar de um pneumático.

Traduzido por Humberto Sisley de Souza Neto

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17 comentarios a O arco da derrota

  1. Twitter Trackbacks for Geração Y / Generación Y » O arco da derrota [desdecuba.com] on Topsy.com
    febrero 12th, 2011 a las 16:23

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  2. Jambalaia
    febrero 11th, 2011 a las 17:00

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    Do twitter da Yoani.

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    Que gran leccion nos estan dando los egipcios!
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    Estoy recibiendo muchos sms con noticias de #Egipto Gracias! Se las reenvio a otros cubanos que tampoco tienen acceso a Internet
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    Increible! llamo una seguidora de Twitter y me puso via telefonica y en vivo sonido de la tele y escuche de la salida de #Mubarak
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    Un ciclo de 30 anos termina en #Egipto mientras nosotros seguimos bajo un autoritarismo de 5 decadas
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    Aunque El Cairo queda muy lejos hay demasiadas analogias entre nosotros y esos rostros congregados en la plaza de Tahrir
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    Autoritarios no tienen color politico, no importa si dicen de izquierdas o derechas, son autoritarios y ya, obsesionados con poder
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    Tienen razon los censores en temerle a redes sociales, ahora mismo yo estoy aqui sin acceso a Internet y sin embargo enterandome
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    Ahora mismo me siento en El Cairo, grito y festejo junto a ellos. Llamo a todos los amigos para contarles: hay un dictador menos!
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    Ya las revoluciones no las hacen gente armada vestida de militar Ahora las logran los ciudadanos, con telefonos moviles y twitter
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    Quien dijo que se necesitan lideres iluminados para cambiar las cosas?
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    Pusieron algunas imagenes de #Egipto en la tele oficial. Impresionante! La libertad es sumamente contagiosa!
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    No pudimos ver imagenes de la plaza de Tahrir en vivo, pero al menos fragmentos retrasmitidos salieron en noticiero del mediodia

  3. Anónimo
    febrero 11th, 2011 a las 14:46

    O Brasil atual se alicerça no conjunto das obras de Getúlio, Juscelino e Governos Militares.
    Em 1993, conheci o marco zero da BR 230 (Rodovia Transamazônica) na cidade de Cabedelo na Paraíba, próximo do Cabo Branco, ponto mais oriental da América do Sul, também chamado Ponta Seixas.
    A visão geopolítica dos governos militares criou esta obra gigantesca que se tornou polo de desenvolvimento concretizado em mais de metade de seu percurso total de mais de 4.000 km, incluindo o Nordeste e o Norte brasileiros (PB,PI, CE,MA, TO e PA).
    O que era Rondônia antes do Marechal Rondom? Uma terra virgem habitada pelos indígenas. Depois de Rondom houve um vácuo até o projeto da construção da BR 364 – Brasília- Rio Branco. Em 1983, quando realizei estágio no Campus Avançado da UFPEL-RS, em Cáceres MT, Projeto RONDOM, presenciei os trabalhos de finalização do asfaltamento de trechos da 364, entre Cuiabá até as localidades de Porto Esperidião, Mirassol do Oeste e Sonho Azul onde fomos destacados para atender as comunidades locais.Mais tarde em 1991, fui prestar atendimento em Guajará-Mirim-RO, distante 1.500 km de Cuiabá com a artéria que corta RO de Vilhena até a capital Porto Velho (700 km) totalmente asfaltados, faltavam pequenos trechos não pavimentados, para chegar a fronteira com a Bolívia. Nesse trecho tem uma pequena cidade chamada Presidente Médici, muita simpática, com um povo trabalhador que nunca pediu nem vai pedir para trocar o nome de sua cidade para Lullândia, por exemplo.
    O governo militar foi um mal para 370 brasileiros que optaram pela revolução e pegaram em armas para derrubar o regime militar pela força, usando métodos terroristas no período da luta armada.
    Para milhões de brasileiros que não queriam uma ditadura comunista aos moldes de cuba e rússia, o governo militar foi construtivo nas infra-estruturas de energia elétrica, rodovias, portos, comunicações, PIS PASEP,FGTS, BNH, SUDAM, SUDENE, SUDECO, Projeto Rondom integrando às Universidades aos rincões mais afastados dos grandes centros, onde as pessoas nem sabiam que eram brasileiras!!! entre centenas de projetos que beneficiaram a maioria dos brasileiros.

    Por fim uma máxima comprovada pelas palavras de mussa: Todo socialista comunista é capitalista com os seus bens (meus livros) e socialista com os bens dos outros.

    Uma pequena ideia para monografia/tese: Independente de falsas promessas e inaugurações de “PEDRAS FUNDAMENTAIS”, nunca antes na história deste País… é interessante verificar quem realmente investiu em educação neste país fotografando as placas de inaugurações dos prédios públicos onde funcionam as Universidades Federais brasileiras, o resultado é surpreendente!!! No primeiro dia de aula, já estou trabalhando no singelo trabalho de final de curso.

  4. STALIN
    febrero 11th, 2011 a las 11:28

    Mussa boneca desce do seu salto Luiz XV, pare de frenquentar DCE’s, e fazer caridade para os garotos que gostam de um baseado e vai estudar.
    E o seu neurório solitário continua ligando o nada a lugar nenhum.

    MEDICILÂNDIA (PA) região da Transamazônica- Com uma produção estimada em 50 mil toneladas este ano, o Pará é o segundo maior produtor de cacau do país, ficando atrás apenas da Bahia. Visando agregar valor a essa produção de cacau, empresários brasileiros estão construindo uma indústria para a fabricação de matéria- prima do chocolate.(Investimento privado) e se ela atrair investimentos estrangeiros melhor ainda.

    O cacau orgânico produzido na Transamazônica é a matéria-prima da mais nova linha exclusiva de sabonete da indústria de cosméticos Natura, lançada em Altamira, no Xingu. O lançamento reuniu cerca de 60 produtores de sete cooperativas da região, no Centro de Referência de Orgânicos da Transamazônica.

    Darcírio Wronski, produtor em Medicilândia, cujo cacau é certificado como um dos melhores em aroma no mundo, disse que a negociação com a empresa de cosméticos começou em 2008, quando representantes da Natura visitaram o município. “De lá para cá a comercialização melhorou muito. Este ano estamos vendendo 100 toneladas de cacau orgânico só para a Natura”, para não cansar seu unico neurorio a Natura não é extrangeira.

    É da Transamazônica também uma das melhores amêndoas de cacau produzidas no planeta, considerando padrão, aroma, tamanho e peso. O cacau da região possui 23% a mais de manteiga do que o produzido nas demais regiões do país.

    (já que nem pavimentada ela é)- Se ela não é totalmente pavimentada, se deve aos governos posteriores a sua construção, que não investiram na Amazonia.

    A Usina de Belo Monte só é viavel hoje porque existe a Transamazônica, senão não seria possivel a sua construção.

    E para não cansar o seu neurónio solitário que não liga o nada a lugar nenhum já que você não frequenta sala de aula, uma aula gratis pra você ameba.

    A Transamazônica foi um investimento de LONGO PRAZO ou como queira um projeto-de-longo prazo, seus frutos serão colhidos nos proximos 50 anos. Polítícos esquerdistas plantam couve, estadistas plantam Jequitibás,

  5. Manoel Francisco Gomes
    febrero 11th, 2011 a las 10:34

    É claro que nem sempre concordo com as opiniões de Olavo de Carvalho, em temas muito específicos que não vem ao caso discutir neste blog anticomunista. Se assim fosse, eu não seria eu mesmo. Modestamente, tenho minhas próprias opiniões. Isso em nada diminui minha admiração e respeito. Considero-o um grande intelectual, embora certos idiotas pretensiosos que mal se alfabetizaram se atrevam a dizer que ele é de baixo nível. Coitados ! Precisam estudar e ler pelo menos 10% do que o filósofo ( sim, sua obra prova que ele é filósofo, não apenas professor de filosofia, goste-se dele ou não ) estudou e leu, além do que escreveu. Particularmente, gostaria de ter uma fração de sua erudição, eu que sou exatamente 30 dias mais velho que ele. Por isso, transcrevo o texto abaixo que me parece importante a todos. Que as ratazanas comunistas semianalfabetas leiam também e aprendam alguma coisa, ou pelo menos reflitam sobre o que ele diz no texto.(mfgomes:11/02/2011)
    ________________

    Para cima e para baixo

    Olavo de Carvalho

    Diário do Comércio, 10 de fevereiro de 2011

    Conforme se sinta feliz ou infeliz, ajustado ou deslocado na sua época, você tenderá a enxergar a passagem do tempo histórico como evolução ou decadência. Os filósofos pré-socráticos, por exemplo, lhe parecerão precursores da ciência atual ou portadores de uma sabedoria perdida. A Idade Média, um período de trevas ou a apoteose da inteligência humana. A II Guerra Mundial, uma regressão à barbárie antiga ou o cúmulo da barbárie moderna.

    A nenhuma época da História faltam qualidades que justifiquem uma opinião e a outra. Se há neste mundo algum julgamento que seja desesperadoramente subjetivo, é aquele que vê a caminhada da espécie humana sobre a Terra como uma gloriosa escalada em direção aos céus ou uma inexorável descida aos infernos.

    “Todas as épocas são iguais perante Deus”, ensinava o grande historiador Leopold von Ranke. Quanto mais você estuda a História, mais se persuade de que não existe nela uma linha identificável – muito menos uma que leve claramente para baixo ou para cima.

    Julgamentos de evolução ou decadência só fazem sentido quando há um objetivo e um prazo, claros e determinados, que possam servir de medida do avanço ou retrocesso. Como ninguém sabe para onde a História deve ir nem quanto ela vai durar, cada um é livre para medi-la segundo a régua que bem entenda e chegar a conclusões opostas às do seu vizinho.

    No entanto, há na História entidades e instituições que têm uma finalidade clara e pretendem atingi-la num prazo concebível. Essas podem ser julgadas, pois têm em si seu próprio padrão de medida. A Igreja Católica, por exemplo, prometeu fazer santos, e os fez em profusão desde o primeiro dia, mas não pôde continuar a produzi-los na mesma quantidade e nem mesmo na proporção do crescimento do número de almas humanas na Terra. Dizer que algo ai não está muito bem não é nada de subjetivo.

    O movimento sionista prometeu dar aos judeus um país no prazo de duas ou três gerações. Deu-lhes o país, mas cercado de inimigos. Foi um progresso caro e perigoso, mas quem não concordará que é melhor estar espremido na sua própria terra do que num país estrangeiro onde cada um está louco para jogar você num gueto ou num campo de concentração?

    Já o socialismo não prescreveu a si mesmo nenhum prazo, mas o morticínio, a miséria e a opressão que produziu ao longo de um século já superaram tão amplamente a dose de sofrimentos humanos ele que prometia curar, que não é nem um pouco insensato prever que ele não poderá se sair melhor se lhe dermos outra chance (a última coisa que devemos fazer, na minha modesta opinião). De outro lado, seu fracasso em atingir os fins declarados não implica que ele tenha perdido também o prestígio mágico adquirido pelas suas promessas iniciais. Ao contrário: o número de fiéis do socialismo parece aumentar na mesma proporção do número de cadáveres que ele vai deixando pelo caminho. O socialismo decai como ideal legítimo no mesmo passo em que progride como máquina de conquista do poder. Como diria Nelson Rodrigues, o fracasso subiu-lhe à cabeça.

    A cultura superior no Brasil também não nasceu com prazo, mas é razoável e aliás habitual medi-la pela evolução de um país vizinho nascido na mesma época e em condições não muito diversas. O transcurso de dois séculos fez aí toda a diferença: a elite pensante do nosso Império nada perdia na comparação com os Founding Fathers, mas enquanto os Estados Unidos são hoje o centro da alta cultura universal, reunindo os maiores filósofos, os maiores cientistas, os maiores artistas e as melhores universidades, o Brasil simplesmente saiu da história intelectual do mundo. Saiu pelo ralo. Pode-se perguntar o que deu errado e responder com máxima objetividade: Tudo.

    A pergunta sobre evolução e decadência não é sempre descabida. Basta que seja limitada a entes e processos historicamente mensuráveis e que você esteja preparado para agüentar o tranco da resposta.

  6. Manoel Francisco Gomes
    febrero 11th, 2011 a las 09:18

    O bom neste espaço é que o número de pessoas anticomunistas é sempre maior do que o de canalhas pagos pela ditadura cubana para fazer o triste papel de ofender a blogueira, uma cidadã tão-somente interessada na liberdade de seu povo. Os canalhas mudam de nome, mas são sempre os mesmos.

  7. Anónimo
    febrero 10th, 2011 a las 23:28

    Stalin com letra maiúscula porque me lembrou Euclides da Cunha dissertando magistralmente a topografia, relevo, hidrografia e principalmente o componente humano envolvido no episódio de Canudos, Parabéns.

  8. Stalin
    febrero 10th, 2011 a las 23:16

    A construção desta rodovia constitui uma das mais audaciosas tarefas da nossa engenharia. Com aproximadamente 4.572 km, ela parte de João Pessoa e Recife, encontra-se em Picos, no Piauí e segue até Cruzeiro do Sul, no Acre. Quando o governo peruano terminar sua maior estrada, o Oceano Atlântico estará unido ao Pacífico por uma única rodovia. No nordeste brasileiro, ela atravessa três zonas com características diferentes quanto as condições naturais: a faixa litorânea e as zonas do agreste e a sertaneja. Já no meio-norte (Piaui os terrenos elevados São representados por formas de relevo constituídos de rocha s sedimentares.

    Nesta região, a Transamazônica atravessa duas áreas climáticas diferentes: uma de clima semiárido, a sudeste do estado do Piauí e uma de clima tropical, abrangendo parte da região da “cuestas” e toda a região das chapadas. Já na Amazônia, a rodovia atravessa uma jovem planície sedimentar, disposta entre o rio Amazonas e um antigo e pouco elevado planalto cristalino (planalto brasileiro). As principais áreas aluviais percorridas São as dos rios Tapajós e Madeira. Esta planície inundável apresenta duas espécies de terrenos: o igapó e a várzea.

    A transamazônica é a terceira maior rodovia do Brasil, cortando os estados brasileiros da Paraíba, Ceará, Piauí, Maranhão, Tocantins, Pará e Amazonas e Acre.

    Se tivesse sido aberta na Europa, cruzaria o continente de Lisboa a Moscou.

    Só no Pará abrange uma área de 251.839,20 Km² e faz a interligação de 10 municípios: Altamira, Anapu, Brasil Novo, Medicilândia, Pacajá, Placas, Porto de Moz, Senador José Porfírio, Uruará e Vitória do Xingu.

    A população total do território no Pará é de 293.088 habitantes, dos quais 138.221 vivem na área rural, o que corresponde a 47,16% do total. Possui 17.411 agricultores familiares, 26.542 famílias assentadas e 14 terras indígenas. Seu IDH médio é 0,70.

    Mussa seu facista-cumunista a única coisa que liga o nada a lugar nenhum é o seu neurónio solitário, ameba.

  9. Anónimo
    febrero 10th, 2011 a las 21:46

    Pô mussa, essa tua faculdadezinha não tem um curso de português fundamental, tipo mobral, para indivíduos que não sabem escrever “ansciosamente” sic ?
    Bota uma ferrari na mão de um “barbeiro” e veja a m….. que dá! Da mesma forma ler o farsante beto, weber e durkheim não farão de você um ás do volante porque você não tem berço, nao tem formação básica. Ex. hitler era um “cabo véio” nascido na Áustria, não tinha berço, olha a titica que ele aprontou, destruiu meio mundo inclusive a Alemanha.
    Bota uma mulher nesse corpo! Varia um pouco, pode ser que você encontre um caminho menos tortuoso.
    Sabe o que é a Síndrome de Estocolmo? O diagnóstico de sua patologia tem algo a ver com essa síndrome.

  10. maisvalia
    febrero 10th, 2011 a las 19:16

    é sinonimo

    E diz que é intelectual, hehehehe

    VÁ TOMAR NO CU

  11. Fernando eu mesmo
    febrero 10th, 2011 a las 19:11

    Em tempo, Benito vagabundo, se Manoel Francisco é lixo, então eu também tenho a honra de o ser. Viva o lixo!
    .
    O que você faz na vida, azeda pessoa? Alguém te paga pra destilar rancores? Puxa, que empregão! Ser xingado por gente como você, vagabundo, é bom! Mede-se a distância que nos separa. Se bem que, de verdade, morro de rir dessas explícitas rabugices.
    .
    Manoel Francisco e outros amigos do blog, lembram da época em que a Embacuba metralhava este espaço com textos em nome de pessoas que nunca existiram? Sempre me espantou essa patifaria textual que estes abjetos vagabundos comunistas que nunca viveram na latrina cubana do povão real, mamadores de empreguinhos pequenos, sempre fizeram. Acho que deve ser meio por burra obrigação, para justificar a cachaça diária da vazia doutrina. Pelo jeito agora só há um vagabundo, esse tal de Benito Mussolini. Nem o próprio era tão burro. Era, sim, lambe-saco de ditadores, ele próprio um deles, infantil que hoje não passaria nem num psicotécnico de candidato a ladrão de dólar na cueca. Igualzinho a esse ser rancoroso que ora nos diverte. Candidato a psicanalista de macaco!
    .
    Boa noite a todos.

  12. Manoel Francisco Gomes
    febrero 10th, 2011 a las 15:53

    15:28 – “Sem querer ser chato”, na oração “fragmentos de caminhos que não conduzem a nenhum lado” não tem mesmo crase. Ocorre crase quando há a contração de uma preposição a com o artigo a, o que não acontece na oração citada. Tem razão quanto aos demais casos. Desculpe-me a chatice.

  13. elias
    febrero 10th, 2011 a las 15:28

    Sem querer ser chado, mas sobre a tradução: faltou crase. fragmentos de caminhos que não conduzem à nenhum lado, monumentos à paralisia urbana, sob sua estrutura inacabada à espera de um transporte, monólitos à imobilidade.

    (Também tem um espaço adicional antes da vírgula, depois do se deterioram, no final)

    De qualquer forma, é legal saber que tem uma tradução em português desse blog ^_^

  14. Manoel Francisco Gomes
    febrero 10th, 2011 a las 14:39

    Viajei por uma dessas rodovias quando fui primeiramente visitar uma escola agrícola e depois a uma cidadezinha no interior. Realmente, raramente cruzamos com algum outro veículo, nas duas viagens. A segunda viagem por sinal foi de pelo menos 200 km e cruzamos uma das maiores cidades de Cuba. Era domingo e as ruas estavam desertas. A estrada estava relativamente bem conservada na época, exatamente pela falta de tráfego. A falta de movimento nas estradas cubanas é a prova viva de que a economia do país não funciona.

  15. maisvalia
    febrero 10th, 2011 a las 13:00

    Acabo de ter uma grande notícia.

    O Estadão vai publicar o artigo quinzenal da libertadora YOANI.

    Parabéns.

  16. Anónimo
    febrero 10th, 2011 a las 12:36

    Cuba fracasso de uma sistema falido, derrota de um povo que rendeu-se a um ditador sanguinário.
    Cuba um país que foi amordaçado pelos ditadores, onde não há renovação política, onde os jovens não têm sonhos e nem esperanças de transformar seu País com os seus talentos individuais.
    A polícia secreta cubana é a maior do mundo proporcionalmente a sua população, metade dos cubanos compõem a NKVD cubana.
    É notável a resistência dos blogueiros dissidentes cubanos. Falta o povo que sofre a miséria física e espiritual, se insurgir e derrubar essa farsa de ditadores incompetentes.

  17. Jambalaia
    febrero 10th, 2011 a las 11:33

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    Apenas comentando, que em Cuba chamam de autopistas, aqui no Brasil nós chamamos de rodovias, vias expressas de alta velocidade (quando permitido pela sinalização).
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    Lembro que algumas pessoas comentavam no passado, que existiam rodovias em Cuba muito bem feitas.
    Afirmava-se que eram assim feitas para permitir o pousos de aviões de guerra, caso os aeroportos ficassem sem condições de uso, em caso de um conflito armado.
    Chamava a atenção que poucos automóveis circulavam por elas.
    Afinal um automóvel é um produto burguês, feito para os burgueses.
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    Mas isso era na época que Fidel Castro era um mercenário pago pelo Kremlin.