Geração Y é um Blog inspirado em pessoas como eu, com nomes que começam ou contem um ípsilon. Nascidos na Cuba dos anos 70 e 80, marcados pelas escolas rurais, bonequinhos russos, saidas ilegais e frustração. Assim é que convido especialmente Yanisleidi, Yusimí, Yuniesky e outros que carregam seus ípsilons para que me leiam e me escrevam.

Sakharov tropical

farinas-damasdeblanco

É difícil imaginar que dentro do corpo fraco de Guillermo Fariñas, sob seu rosto sem sobrancelhas, exista uma vontade a prova de desânimos. Também surpreende que nos momentos de maior gravidade para a sua saúde não tenha deixado de estar atento aos problemas e dificuldades dos que o rodeiam. Inclusive agora, com a vesícula extirpada e uns dolorosos pontos cirúrgicos que lhe atravessam o abdômen, sempre que o chamo, em lugar de se queixar, pergunta-me pela família, pela minha saúde e sobre a escola do meu filho. Que maneira de viver para os outros tem este homem! Não foi por nada que fechou a boca aos alimentos para conseguir que 52 presos políticos – dos quais muitos não conhecia – foram libertados.

Há prêmios que prestigiam uma pessoa, que jogam luz sobre o valor de seres desconhecidos até ontem. Mas também há nomes que dão brilho e gratificação e neste caso, o Sakharov outorgado a Fariñas. Depois deste outubro os próximos homenageados com o laurel máximo do Parlamento Europeu terão um motivo a mais para se sentirem orgulhosos. Porque agora tem realce maior graças ao que este villaclarenho obteve, entregando aos demais, este ex-militar que renunciou as armas para voltar-se a luta pacífica.

Quem melhor que ele, que se propôs uma meta imensa e a conseguiu, que deu a todos uma lição de inteireza e submeteu seu corpo a dores e privações que lhe deixaram sequela por toda a vida. Nenhum nome mais adequado para ser incluído na mesma lista onde estão Nelson Mandela, Aung San Suu Kyi e as Damas de Branco do que o deste jornalista e psicólogo cuja principal característica é a humildade. Uma lhaneza que nem os microfones de todos os jornalistas que o entrevistaram neste dias, nem as luzes das câmeras conseguiram mudar. Com essa simplicidade que seus amigos tanto admiramos nele, Coco – porque até seu apelido é humilde – conseguiu que o prêmio Sakharov pareça muito mais importante.

Traduzido por Humberto Sisley de Souza Neto

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28 comentarios a Sakharov tropical

  1. REFUGIADA CHILENA "A IRREVERSIVEL"
    octubre 25th, 2010 a las 08:11

    Por que políticos tiriricas? Porque fazem do Polvo uma multidão de eleitores palhaços. Eleitores que presumem estar sendo beneficiado pelos programas de suposta transferência de renda do desGoverno do presidente Analfabeto. E seus discursos de humor negro deletério.

    Políticos tiriricas, Vírgula. Enquanto criam e ampliam as condições políticas de intensa e sádica dominação econômica dos eleitores analfabetos, elles, ao mesmo tempo, enchem os bolsos, as cuecas, as meias, as luvas, as bolsas, as pastas, as burras, as contas bancárias, os investimentos imobiliários, de dinheiro público roubado, criminosamente, dos investimentos de interesse da sociedade.

    Interesses da sociedade sucateada e jogada no lixão fedorento da história das evacuações nos banheiros chiques dos salários milionários. Pagos, aos membros dos 3 Poderes, com o dinheiro do Estado brasileiro privatizado pelos interesses políticos do partido de Lulla L O S T.

    Os políticos da co-ligação sob comando, comunicação e controle de um ex-torneiro mecânico Analfabeto. Elle comprou sua popularidade com dinheiro roubado do contribuinte. Dinheiro que promove, “como nunca se vil antes neste país”, o assalto sistemático dos bens patrimoniais e financeiros das instituições do Estado brasileiro ocupadas por quadrilheiros organizados, garantidos, mais das vezes, pela impunidade jurídica nos tribunais dito superiores.

    Legisladores, ministros e demais políticos, “lutam”, dentro de uma conjuntura político-econômica tipo “Mein Kampft”, por fazer prevalecer, a longo prazo, uma ditadura do proletariado mental, intelectual, emocional, que subverte e submete a mentalidade socialmente carente de tudo, de milhões de eleitores conformados e cooptados pela esmola perversa do Bolsa-Bufa. Como se esses trinta dinheiros fossem a salvação, pessoal e social, de seus filhos, de suas famílias tradicionalmente descendentes da miséria pessoal e social. Institucionalizada a partir dos esquemas de corrupção política, herança do Império e da República Velha.

    Vejo e ouço todos os dias, em jornais TVvisivos, impressos, e em revistas, artigos de supostos intelectuais, e comentários já bobos, que reconhecem o oportunismo político desse ex-torneiro mecânico, como se fosse algo a louvar.

    Ora, administrar a corrupção nacional dos gabinetes ministeriais, tipo o da Casa Civil do Palácio do Planalto… Não há o mínimo mérito nisso, nem a mínima inteligência em instituir a “taxa de sucesso” nas parcerias administradas nas sombras pelos Cardeais a serviço da candidata Alice (no País das Maravilhas da Corrupção) Rousseff. Com o aval do presidente Analfabeto.

    Esses esquemas estão presentes desde há, possivelmente, duzentos mil anos, quando do advento das primeiras comunidades do Homo sapiens sapiens. Essa perversidade política e governamental é atávica. Herança dos avós e antepassados da raça. Dita humana.

    Essa raça possui um “cérebro triplo” de desenvolvimento gradativo ao longo dos milênios, desde o complexo reptiliano, sucedido pelo sistema límbico, ao atual neo-córtex, comum a todos os primatas. Essa estrutura é comum também aos seres ditos humanos. Atuais.

    “Tio” Freud a definiu (essa perversidade) atávica enquanto compulsão. Compulsão, conceito aplicado ao estudo das estruturas cerebrais numa perspectiva evolucionista. Sem educação, essa compulsão é simplesmente impossível de sequer ser administrada superficialmente. Virtualmente. Essa perversidade institucional é um processo sedimentado nas camadas mais milenares do inconsciente. Anterior ao advento pré-histórico do Homo sapiens, quando esses seres, hoje ditos humanos, ainda não passavam de répteis rastejantes.

    Os mamíferos tiveram por herança esse complexo reptiliano.

    Lulla L O S T, o presidente Analfabeto, sua Alice no País das Maravilhas da Corrupção na Casa Civil Rousseff, certamente não conseguem usar o “neo-córtex”. Neles, políticos, predomina, possivelmente, a compulsão dos répteis. Esses, evoluíram dos anfíbios entre 250 a 300 milhões de anos. Somente a educação continuada poderia proporcionar a esses políticos brasileiros (não apenas aos brasileiros), a utilização operacional contínua das possibilidades de desenvolvimento mental e emocional, supostamente proveniente do “neo-córtex”.

    Eles, políticos, pertencem a essa compulsão perversa de levar vantagem sempre que uma oportunidade de safadeza, cambalacho mensaleiro, aparece. O ardil, o conluio, a tramoia, o estelionato, o enriquecimento ilícito, a demagogia demencial de palanque, são tentações às quais se submetem. Nenhum deles parou para avaliar que eles continuam, tanto tempo depois, devorando as oportunidades de evolução educacional da espécie, tal como os répteis devoravam a descendência reptiliana enquanto alimentação que estava mais próxima à compulsão de satisfazer suas necessidades de sobrevivência.

    E essas oportunidades de compulsão e perversidade irracional, institucional, antropofágica, aparecem a todos os momentos, todas as horas, todos os dias. E nenhum deles estará, jamais, sem educação escolar pertinente, preparado para enfrentar e superar a compulsão demencial que faz deles, políticos, seres dominados por atos não controlados pela consciência, pessoal e social, como se fossem seres humanos usados pela mente reptiliana de há 200 milhões de anos.

    Exemplos sobram. João Vaccari Neto, tesoureiro do Partido Nazista Brasileiro (PT) denunciado à Justiça por formação de quadrilha, falsidade ideológica, estelionato e lavagem de dinheiro, é apenas um, de centenas de exemplares de políticos que cederam à compulsão reptiliana de usar o dinheiro público para devorar os filhos do Brasil que precisam de educação, saúde, segurança, habitação, transportes. Serviços sociais sem os quais serão sucateados precocemente. E desaparecerão no tempo em que havia apenas a mente reptiliana em uso. Como se não habitassem no século XXI.

    O Ministério Público (MP) faz acusações pertinentes a ele e a outros dirigentes do Bancoop, a Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo. Dirigida por sindicalistas associados ao PT desde sua fundação em 1996. A quadrilha lançava promoções imobiliárias a preços módicos. Módicos demais. O Bancoop de Vaccari investia o dinheiro dos apartamentos em campanhas de políticos do Partido Nazista Brasileiro (PT). 3495 famílias foram vítimas do golpe. Muitas dessas famílias conseguiram receber seus apartamento por um preço por demais onerado. Muito acima do preço contratual inicial.

    A Assembleia Legislativa de São Paulo instalou uma CPI sobre a fraude do Bancoop. E mais que depressa o deputado do PT, Vanderlei Siraque, carona na votação de Tiririca que o conduziu ao Congresso, discursou em defesa de Vaccari, acusando o promotor José Carlos Blat de ser agente de uma denúncia “com tintas tucanas”.

    Siraque agiu conforme age seu líder no Palácio Central das Maracutaias do Planalto. Toda vez que surge uma denúncia contra um esquema de corrupção, o Führer dos analfabetos corre em direção ao próximo palanque no qual derrama suas falas tentando reverter as acusações, malversá-las, destorcer e deformar o sentido real das mesmas, acusando de maneira insana a Imprensa e a seus “opositores” políticos: os tucanos.

    Lulla L O S T, apesar de está por trás dos bastidores, tramando ou avalisando todas as safadezas institucionais cometidas contra a população de crianças e adolescentes brasileiros, tendo como vítima toda a sociedade, nunca sabe de nada, e quando é informado, parte para a acusação demencial de supostos adversários políticos que estariam a inventar “factoides” contra a candidatura de Alice Rousseff, a Comissária do Polvo que o presidente Analfabeto quer, porque quer, que dê continuidade a seu mandato por mais quatro longos anos de mensaleiros. Institucionais.

    Lulla L O S T parece não ter consciência de que está usando apenas seu cérebro reptílico. Em seus delírios discursivos de palanque. Enganando, mentindo, destorcendo os fatos, influenciando os eleitores analfabetos contemplados com o Bolsa-Bufa, incentivando-os, por hipnose, a embarcarem no barco trôpego da corrupção política que elle representa.

    Como não pode contar com educação formal, o presidente Analfabeto ignora que no interior da caixa craniana, há uma mente supostamente disponível que elle nunca usa: o neo-córtex. Daí sujeitar-se ao comportamento verborrágico compulsivo de sua mentalidade, quando muito, de mamífero. Delirante. Que usa o sistema límbico da superfície medial do cérebro. Ou seja: os neurônios responsáveis por suas manifestações emocionais de verborragia doentia. Compulsiva. De palanque.

    Lulla L O S T ignora que é Presidente de todos os brasileiros. E precisa ter compostura. Por falta de decoro elle fornece motivos para a cassação de seu mandato presidencial todos os dias. Mas acredita piamente que seus analfabetos de carteirinha do Bolsa-Bufa (e da “elite”), estarão sempre a postos para agradecer as palhaçadas tiriricas de sua idiossicrasia. Estrutural. Comportamental. Peculiar não apenas delle. Mas ao grupo social ao qual pertence: o da educação inexistente, da saúde mental deficiente, e da dívida social cada vez mais inadimplente, marcas registradas de seu desGoverno. Pelas quais passará à história. História do assistencialismo institucional perverso. Interesseiro. Tiririca.

    Os 3 Poderes da “Praça É Nossa”, parecem estar unidos em torno da preservação de suas mentiras de palanque, da enganação e da corrupção generalizada na rotina das instituições que elle e seu grupo político de apoio presidem. O único Poder que falta ser cooptado é o Poder da Imprensa. Imprensa Livre. Poder este que, a todo custo, “custe o que custar”, os ministros, os governadores, os parlamentares, os prefeitos, deputados, vereadores, senadores e demais GLSs afiliados ao Partido Nazista Brasileiro (PT), querem calar. Seja como for.

    Exemplos?:

    A Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), na qual os zumbis de Lulla L O S T incluíram em suas pautas e calendários administrativos de negócios públicos, geridos pelos interesses privados da Comissão Diretora do Partido Nazista Brasileiro (PT), a tarefa em caráter de urgência urgentíssima, de fazer valer a submissão totalitária da sociedade brasileira às oligarquias coligadas da corrupção e do nepotismo, afiliados à sociedade anônima dos poderes políticos submissos à coligação partidária associada aos interesses do PNB:PT.

    A Assembleia Legislativa do Ceará ratificou a intenção inconstitucional do PNB:PT, ao aprovar a criação do Conselho Estadual de Comunicação Social (Cecs), plano e projeto piloto da petista Rachel Marques. Esse plano institui mecanismos políticos socialmente regressivos, de comando, comunicação e controle sobre supostos “abusos e arbitrariedades dos meios de comunicação”.

    E quem seria responsável pelo monitoramento adequado das normas e critérios técnicos responsáveis pela censura dos meios de comunicação e informação social? Quem seria o responsável pela sindicância a partir da qual poderiam ser vetadas as verbas públicas de propaganda resultado da censura às midias consideradas culpadas dos supostos “abusos e arbitrariedades dos meios de comunicação? Resposta:

    Eles, os “movimentos sociais” de apoio ao Partido Nazista Brasileiro (PT) e suas “tropas de choque”. Rurais e urbanas. As urbanas têm se manifestado em agressões a eleitores e candidatos que não pertencem ao rebanho pacificado dos partidários das prestidigitações de palanque do presidente Analfabeto. Seu ilusionismo político, discursivo, fanático, tatibitate, tiririca. As tropas de choque rurais, representadas pelo apoio do MST radical pró-comissária do Polvo Dilma Casa Civil Rousseff.

    Na Alemanha das décadas de vinte e trinta, as “tropas de choque” populares forneciam apoio à discursividade regressiva do líder Adolf Hitler. Hitler exigia que sua tropa de elite fosse composta por pessoas suposta e comprovadamente de origem germânica, com uma condição física e mental de acordo com as normas e preceitos da ideologia nazista.

    Os modelos petistas propostos para cerceamento da liberdade de Imprensa chegam facilmente a uma dúzia. Para resumir: os governos do Piauí, da Bahia e do Ceará, e assembléias legislativas outras, de outros estados, a exemplo dos vereadores de Fortaleza, sentem-se encorajados à reprodução, por mimetismo político, das mesmas atitudes nazi-fascistas características de governos autoritários. Tipo aqueles que, insistentemente, são acariciados nos delírios discursivos, ilusionistas, de Lulla
    L O S T. O presidente Analfabeto.

    O ex-candidato a governador do PT, derrotado em São Paulo, Aloizio Mercador, o “irreversível”, trazia na mala de seu programa de governo, iniciativa semelhante à do ministro Franklin Martins: subordinação da Imprensa aos interesses políticos partidários do Partido Nazista Brasileiro (PT).

    O Führer dos eleitores analfabetos, usa, abusa e igualmente é usado e abusado, por todas as forças políticas localizadas nos nichos municipais, estaduais e federais, sob comando, comunicação e controle dos interesses das oligarquias do analfabetismo patrocinadas pelo programa dito de distribuição de renda e manutenção do analfabetismo: o Bolsa-Bufa.

    O Bolsa-Bufa (Bolsa-Família), também originado no governo anterior ao dele. O desGoverno de Lulla L O S T não contribuiu minimamente para o Brasil mudar uma tiriricazinha sequer. Mas, para seu ilusionismo de palanque as “mudanças” devem continuar com sua terrorista do palanque políotico de estimação: a candidata Dilma Comissária do Polvo Rousseff.

    O Brasil está em vias de se tornar a 5ª maior economia do planeta. Pobre país rico. Com seu Polvo assombrado e devastado politicamente pela impunidade criminosa de Führer dos analfabetos.

  2. A.Smith
    octubre 24th, 2010 a las 23:05

    “Como todo el mundo conoce, es proverbial la tendencia de muchos cubanos a magnificar las cualidades de la naturaleza de la Isla y de sus nativos como si hubiésemos sido elegidos por la gracia divina. No son pocos los textos –algunos de ellos verdaderas joyas de la sátira¬– que se han dedicado a ironizar sobre esa peculiar manía de creernos “los más-más mejores”: los más bailadores, los más pícaros, los más ligones, los más guapos, los mejores amantes, los más cariñosos, los más tomadores (y timadores), los más simpáticos, los más solidarios, los más generosos, los mejores anfitriones, los mejores peloteros y un larguísimo etcétera que, por supuesto, solo incluye integridades. Para mayor dicha, hemos nacido en “la tierra más hermosa que ojos humanos vieron”, por lo que en Cuba están las playas más lindas del mundo, las tierras más fértiles, el clima más bondadoso y se producen el mejor tabaco, el mejor ron, el mejor café …(aquí, un etcétera similar al anterior). Como si tanta perfección no fuera suficiente, además, estamos tocados por el don de la sabiduría: los cubanos sabemos de todo y nos las sabemos todas. Somos, pues, algo así como una estirpe superior, el resultado de una especie de magma celestial colocado en este mundo para admiración, asombro y envidia de la humanidad.
    Lástima que, al parecer, tantas virtudes resultan inútiles a la hora de lidiar con la dura realidad que nos ha tocado; sobre todo la que hemos estado viviendo en el último medio siglo y, en particular, en la coyuntura actual. Desde el pasado 4 de octubre …”
    (do blog SIN EVASION de Miriam Celaya)
    Qualquer semelhança não é mera coincidência. Este é o comportamento latino-americano. Bravateiro, pretencioso, gabola, sem o menor senso de ridículo. Mente para si mesmo, se achando o máximo e mente mais ainda quando está no poder que os tolos lhe conferem. Vale a pena ler o texto da Miriam Celaya até o fim e refletir bastante…

  3. Jambalaia
    octubre 24th, 2010 a las 22:17

    .

    Cuba faliu.

    Esta história de trabalho por conta própria é estranha.

    É que nem ter um micro em casa e não poder acessar a internet.

    Pelo menos Fidel Castro viveu o suficiente para ver seu sonho desmoronar.

    Ele sabe que o futuro de Cuba, será uma Cuba sem esta “revolução” de uma só pessoa.

    Cuba deu seus primeiros passos rumo ao capitalismo.

    Agora é só seguir em frente.

  4. Anónimo
    octubre 24th, 2010 a las 19:13

    O artigo dos “professores socialistas e “juízes do trabalho” são meras apologias em defesa do aparelhamento do estado totalitário que lula instalou no país com milhares de ccs, companheiros infestando os órgãos públicos , não atendendo as necessidades de saúde e educação da população carente que continua abandonada á própria sorte, os mendigos aumentando nas ruas, os jovens ingressando na criminalidade e na prostituição como uma válvula de escape. E os salários dos que escreveram o artigo passa dos 20 mil reais, será que eles não deveriam fazer socialismo com os seus salários? Ajudar aos que não têm um prato de comida para dar aos seus filhos? Esses movimentos sociais são o convite para a baderna, como os MST que não produzem um pé de nabo e revendem as terras que ganham. Os hinos que cantam nos assentamentos e as barbaridades que põem nas cabeças das crianças é um crime. A lavagem cerebral que os professores fazem nos alunos da 1 série até a universidade é pública e notória.
    A pressão para manter as mamatas dos cumpanheros do lulla é proporcional ao temor das auditorias que SERRA farà nas contas públicas. Não basta ser amigo do rei, tem que trabalhar e produzir senão vai ficar desempregado ou então tentar uma vaguinha no novo “empreendedorismo do modelo cubano” com 40% de imposto para o estado totalitário.
    SERRA 45 é a saída para dar dignidade aos brasileiros. A dilma só vence entre os presidiários e os desinformaDOS. Serra vai aumentar o salário mínimo para 600 reais, dará 10% de aumento para os aposentados e lula queria dar só 4% para os aposentados. O Serra vai dar o 13 salário para o bolsa família. Domingo meu voto vai para a dignidade, para a honestidade, para o trabalho… 45 SERRA presidente.

  5. maisvalia
    octubre 24th, 2010 a las 18:34

    O Iraque é aqui
    Paulo Zappi, um brasileiro na Austrália, mandou bem no post abaixo, comparando a situação no Iraque e no Grotão lulista. Aqui (atentem para o reloginho da morte, no lado direito do blog, lá embaixo) já foram assassinadas aproximadamente 180 mil pessoas desde abril de 2007. Morre mais gente do que em qualquer país que esteja em guerra.

    Wikileaks publicou documentos secretos sobre as mortes na guerra do Iraque:

    The reports detail 109,032 deaths in Iraq (over six years). These include 66,081 “civilians,” 23,984 “enemy” insurgents, 15,196 “host nation” (Iraqi government forces), and 3,771 “friendly” (coalition) forces. Some 60 percent of the total is civilian deaths.

    Interessante, né? Finalmente ficamos sabendo dos números reais: em 6 anos de guerra com os USA houve quase 110 mil mortos. No Brasil, durante quaisquer 6 anos, morrem assassinados 330 mil civis no mínimo! Sem guerra nem nada. Com Lula e Dilma ‘gerenciando’ esse país.

    No entanto, em São Paulo, sob o governo de José Serra do PSDB que, incidentalmente, é candidato a presidente, algo interessante aconteceu. Como expliquei aqui, a taxa de assassinatos de São Paulo é hoje uma das menores do Brasil, justamente porque o PSDB cuidou do que o Lula eo PT jamais cuidam: segurança pública. Também… um petralha prendendo ladrões? Precisava primeiro prender a si próprio!

    É até patético: o Governo do Estado prende e o Governo Federal concede indultos no dia das mães (como se assassino precisasse visitar mãe), no dia das crianças (ha ha ha vejam aqui), no Natal… Cada vez que há um indulto, o crime aumenta. Por que será? (Continua).

  6. maisvalia
    octubre 24th, 2010 a las 18:09

    não precisamos de
    soberanos paternos

    Fundador do PT e até o escândalo do Mensalão, quando o abandounou ainda como uma de suas mais poderosas vozes, o jurista Hélio Bicudo surpreendeu hoje, ao participar de uma carreata de José Serra no Rio de Janeiro, e anunciar seu voto nele.

    Mas foi além ao falar de Lula no ato eleitoral. Disse que o seu governo petista “É uma máquina oficial de publicidade mobilizada para reescrever a história. É preciso brecar essa marcha para o autoritarismo. Não precisamos de soberanos com pretensões paternas”.

  7. maisvalia
    octubre 24th, 2010 a las 18:08

    MAIS UMA VEZ CAMBADA DE FILHOS DA PUTA

    AVISO NOVAMENTE AOS ESQUERDOPATAS QUE AQUI COMPARECEM FEITO ASSOMBRAÇÃO. O AZENHA, NASSIF E PHA OS AGUARDAM, JUNTAMENTE COM O AMAURI JR.AMIGO DO RUI FALCÃO – REPÓRTER PETRALHA PREMIADO:

    IRRESIGNADA

    direito do chile

    refugiado

    Além de esquerdopatas idiotas, parece que os amantes de tiranos assassinos e de analfabetos funcionais não sabem ler também e devem estar desesperados com a real possibildade do poste sucumbir. Por isso colarei isto no cú deles feito supositório sempre que aqui assombrarem, para quem sabe um dia se curem da doença e possam entender o que está escrito:

    “Cabeças sem cérebro, ou robotizadas pela rendição incondicional a um demagogo besuntado de soberba, ou ao ditador fardado de esquerda não têm o que fazer no blog. O Programa Bolsa Imprensa espalhou pela internet dezenas de blogs estatizados. Todos hospedam com pompas e fitas o coro dos contentes. Os patrulheiros fanáticos e os servos vocacionais que navegam pela internet devem escolher um deles para a celebração da ilha paraíso prisão ou do Brasil Maravilha que Lula inventou. E mais, ensina que os democratas não podem permitir que os pastores da escuridão invoquem cinicamente a liberdade de imprensa para a destruição do Estado de Direito.”

    VÃO TOMAR NO CÚ ADORADORES DO ANALFABETISMO E DO COMUNISMO SOCIALISTA ASSASSINO!

  8. direto do chile
    octubre 24th, 2010 a las 18:05

    DIREITOS HUMANOS E A DESUMANIDADE NO TERRITÓRIO CUBANO:

    Guantánamo: A Amnesty International condena o julgamento militar de Omar Khadr em Guantánamo
    A Amnesty International condena a decisão do governo norte-americano de realizar o julgamento de Omar Khadr perante uma comissão militar, no centro de detenção da Baía de Guantánamo, classificando-a como mais uma violação dos Estados Unidos contra os direitos humanos em nome da guerra contra o terrorismo. Omar Khadr, cidadão canadense, foi transferido para a custódia dos Estados Unidos no Afeganistão em 2002, quando tinha 15 anos de idade, após um tiroteio com as forças norte-americanas. Enfrenta acusações como “crimes de guerra” e assassinato, supostamente por ter lançado uma granada e ferido mortalmente um soldado norte-americano. Seu julgamento tem início hoje (12 de agosto). “Os Estados Unidos fazem de conta que não escutam os insistentes apelos da comunidade internacional, inclusive do pessoal de alto nível da ONU, para que não crie um perigoso precedente de julgamento injusto contra uma pessoa acusada de supostos ‘crimes de guerra’ cometidos quando era menor de idade”, disse Rob Freer, observador sobre os Estados Unidos da Amnesty International. “Após oito anos ignorando suas obrigações de direitos humanos, agora os Estados Unidos julgarão Omar Khadr sob procedimentos que não cumprem as normas internacionais sobre julgamentos justos. A história não será benevolente ao julgar estas ações” prosseguiu Rob Freer. Na segunda-feira, um juiz militar determinou que as declarações de Omar Khadr durante o tempo em que esteve sob custódia serão admitidas no julgamento, e rejeitou uma moção da defesa que solicitava a exclusão dessas declarações por serem consequências de tortura e outros maus-tratos. “Este juiz militar gastou 90 segundos para sentenciar, sem explicações, que qualquer declaração feita pelo jovem durante o tempo em que esteve detido pode ser usada contra ele”, declarou a Amnesty International. Ontem foi completada a escolha dos sete oficiais militares norte-americanos que atuarão como “jurados” na comissão militar. Hoje devem começar os argumentos de abertura do julgamento. Omar Khadr enfrenta a possibilidade de prisão perpétua, caso seja condenado. Mesmo absolvido poderá regressar para uma detenção militar indefinida, conforme o Manual de Comissões Militares publicado em abril deste ano. “Estas comissões militares são parte de um sistema de detenções e processos que, desde o início, mantêm os Estados Unidos do lado errado de suas obrigações internacionais de direitos humanos”, acrescentou Rob Freer. “Já deveriam ter abandonado este sistema há muito tempo, assim como as detenções ilegais em Guantánamo que se tornaram parte integrante desse sistema”. A Amnesty International, observadora nos processos de Guantánamo, se opõe ao uso que os Estados Unidos fazem das comissões militares desde a época do presidente anterior, George W. Bush, em 2001. As comissões militares estão na terceira “geração”, convocadas agora sob a Lei de Comissões Militares de 2009, aprovada e assinada pelo presidente Barack Obama em outubro de 2009. Trata-se da revisão de sua versão de 2006. “De acordo com o direito internacional, os Estados Unidos devem considerar a idade de Omar Khadr no momento de sua prisão e tratá-lo de acordo com os princípios do sistema de justiça de menores” assinalou Rob Freer. “Entretanto, isto não foi absolutamente observado, pelo contrário: Omar Khadr foi mantido detido durante mais de dois anos praticamente incomunicável, submetido a permanentes interrogatórios, sem acesso a nenhum advogado nem a tribunais. Agora, Omar Khadr vai a julgamento diante de uma comissão militar que não cumprirá as normas internacionais mesmo que se tratasse de um adulto. A Amnesty International afirma que as comissões militares não têm a independência dos Tribunais Federais norte-americanos, nem garantem os julgamentos justos que cidadãos norte-americanos acusados de crimes ou condutas idênticas receberiam. As comissões militares negam o direito à igualdade de todas as pessoas perante os tribunais e a proteção de todas as pessoas perante a lei. “As comissões militares foram uma escolha equivocada em 2001 e continuam sendo. Jamais farão justiça nem mostrarão que perante elas há justiça. O julgamento de Omar Khadr por supostos ‘crimes de guerra’ cometidos quando era uma criança – o que não seria admitido perante nenhum tribunal internacional existente – também abrirá um precedente danoso” disse Rob Freer.

    Antecedentes

    Omar Khadr, que ficou gravemente ferido no incidente que o levou a prisão, ficou detido vários meses na base norte-americana em Bagram, no Afeganistão. Há notícias que lá foi submetido a posturas dolorosas, ameaçado de violência sexual, encapuzado, enfrentou cachorros ferozes. Omar Khadr foi transferido para Guantánamo pouco depois de completar 16 anos e afirma que também lá os interrogatórios abusivos continuaram. Em 2004, durante três semanas foi submetido à tática de privação do sono conhecida como “viajante eterno”. Omar Khadr disse aos seus advogados que os interrogadores o condenavam a posturas dolorosas, ameaçavam enviá-lo para o Egito ou para a Síria para ser torturado, e que foi usado como ‘pano de chão’ para limpar o piso quando se urinava durante as sessões. Até novembro de 2004, dois anos depois de ter sido capturado, não foi permitido que tivesse contato com um advogado. Acatar provas obtidas sob tortura ou outros maus-tratos cruéis, desumanos ou degradantes viola as obrigações internacionais dos Estados Unidos em matéria de direitos humanos em virtude da Convenção das Nações Unidas Contra a Tortura e do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos. Em vez de ser reconhecido e tratado como uma criança, conforme exige o direito internacional, Omar Khadr foi rotulado como “combatente inimigo” e teve negado o acesso a um tribunal para questionar a legalidade de sua prisão. O Comitê dos Direitos da Criança da ONU, como parte de sua revisão sobre o cumprimento pelos Estados Unidos do Protocolo Facultativo da Convenção dos Direitos da Criança, relativo à participação de crianças em conflitos armados, pediu que o país não julgasse nenhuma pessoa detida em idade infantil durante um conflito armado perante um tribunal militar. Em 26 de maio de 2010, a UNICEF fez um apelo para que Omar Khadr não fosse julgado perante uma comissão militar. O representante especial do Secretário-Geral da ONU para a questão de crianças e conflitos armados apelou que os governos dos Estados Unidos e o Canadá não abrissem um perigoso precedente ao prosseguir com este julgamento. Em janeiro, o Tribunal Supremo do Canadá emitiu um parecer afirmando que o governo canadense devia prover Omar Khadr com uma reparação por tê-lo interrogado enquanto esteve detido ilegalmente em Guantánamo, tendo conhecimento que foi submetido a tratamentos não condizentes com seus direitos, e que o Canadá havia fornecido aos Estados Unidos declarações obtidas de tal maneira que contribuíram para sua detenção prolongada e ilegal. No entanto, a única atitude que se tem conhecimento que o governo canadense tomou foi a de solicitar garantias ao governo norte-americano de que as declarações ou provas obtidas por funcionários canadenses não seriam usadas na comissão militar nem em nenhum outro procedimento. O governo norte-americano não outorgou essas garantias. A Amnesty International é de opinião que nenhum menor de 18 anos deve ser transferido para Guantánamo; e que nenhum detido de Guantánamo, muito menos uma criança no momento do suposto crime, deve ser julgado perante uma comissão militar.

  9. direto do chile
    octubre 24th, 2010 a las 17:49

    VAMOS DAR CONTINUIDADE AS MUDANÇAS DO PAÍS, E JUNTO COM OS MOVIMENTOS SOCIAIS, SEM GENOCÍDIO, SEM EMBARGO, SEM AGRESSIVIDADE, PERMITIR A MOBILIDADE SOCIAL E FORATALECIMENTO DA DEMOCRACIA.

    Os Direitos Sociais, Dilma e Serra

    Qual das candidaturas mais favorece à mobilização social no país – condição essencial para o desenvolvimento de qualquer país e para a consolidação da democracia? A resposta é muito mais simples que a formulação da questão. Nos anos de governo à frente do Estado de São Paulo, não é desconhecida a contundência como José Serra tratou os movimentos sociais, dificultando a sua livre atuação. Quanto à Dilma, basta fazermos a análise a partir do que se deu no governo do Presidente Lula. Trata-se de momento único vivido no país, em que a repressão foi substituída pelo diálogo. O artigo é de Marcus Orione Gonçalves Correia e Jorge Luiz Souto Maior.

    Marcus Orione Gonçalves Correia e Jorge Luiz Souto Maior

    O que nos impulsiona a escrever o presente texto, como revela o título, é a defesa dos direitos sociais, sendo inevitável uma correlação com a futura eleição para Presidente, dada a grande repercussão que o resultado do pleito pode gerar no objeto central de nossas investigações.

    Todos sabem que na Constituição Federal existem diversas disposições relativas aos direitos sociais, que compreendem “a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados” (art. 6º.) cuja finalidade é a da construção de uma sociedade mais “justa e solidária” (inciso I, art. 3º), valendo-se, inclusive, da ordem econômica que “tem por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social” (art. 170).

    Apesar de toda essa carga normativa, os direitos sociais não têm obtido a mesma obtido a mesma eficácia que os direitos individuais tradicionais.

    Muitos obstáculos jurídicos e econômicos tem sido apresentados à efetivação dos direitos sociais. Fato é que tal modalidade de direitos pode se transformar em declaração simbólica na Constituição, incorporados, pois, a um programa de políticas públicas sem real eficácia jurídica, ou pode se integrar efetivamente à vida dos brasileiros. Quanto maior o poder de mobilização da sociedade, mais factível é a realização dos direitos sociais. Logo, a sua efetivação depende do grau de coesão social, consubstanciado na perspectiva associativa. Nesse sentido, basta ver o que está ocorrendo na França, onde a resistência às perdas de direitos somente se dá por conta da capacidade de mobilização da sociedade.

    Assim, para deixarem de ser meras promessas, aos direitos sociais faz-se indispensável, como em qualquer sociedade, que os movimentos sociais possam ter força e voz. Caso contrário, teremos sempre uma perspectiva meramente individual de tais direitos, insuficiente para a sua concretização no plano das políticas públicas.

    É a partir dessa preocupação que, no presente momento, nos é imposta a pergunta: qual dos dois candidatos à presidência, se eleito, viabilizaria a concretização da base existencial necessária para a realização desses direitos? Em outras palavras, mais diretas, qual das candidaturas mais favorece à mobilização social no país – condição essencial para o desenvolvimento de qualquer país e para a consolidação da democracia?

    A resposta é muito mais simples que a formulação da questão.

    Nos anos de governo à frente do Estado de São Paulo, não é desconhecida a contundência como José Serra tratou os movimentos sociais, dificultando a sua livre atuação. Apenas para ilustrar essa assertiva, basta verificar o tratamento dado por seu governo à questão de ensino e do esforço pela desmobilização de movimentos desse setor, com tratamento de constante confrontação – a esse respeito foi lançado, recentemente, manifesto de professores universitários que denunciam tal fato e que se encontra à disposição de qualquer um na internet.

    Quanto à Dilma, basta fazermos a análise a partir do que se deu no governo do Presidente Lula. Trata-se de momento único vivido no país, em que a repressão foi substituída pelo diálogo. Não há como se esconder que muito mais poderia ter avançado a partir dessa conversação, como, por exemplo, a realização de forma mais abrangente da reforma agrária e uma efetiva ampliação dos direitos dos trabalhadores, pois em grande medida o governo atual se limitou a obstruir o curso da destruição dos direitos trabalhistas vinda do governo anterior. No entanto, mesmo com tal limitação, a relação com a sociedade, ninguém ligado aos movimentos sociais há de negar, foi mais saudável do que a de seus antecessores.
    Se é a partir da mobilização da sociedade que se impulsiona o aumento de políticas públicas eficazes ao incremento dos direitos sociais, a resposta para a pergunta feita neste texto só pode atender por um único nome: Dilma.

    A consolidação da democracia somente será possível pelo exercício constante da liberdade referente à mobilização social e qualquer ruptura nesse processo será, certamente, um grande golpe na luta pela construção de uma efetiva justiça social em nosso país.

    São Paulo, 22 de outubro de 2010.

    Marcus Orione Gonçalves Correia é Doutor e Livre-docente, Professor Associado na graduação e pós-graduação da Faculdade de Direito da USP, nas áreas de concentração em direito do trabalho e da seguridade social e em direitos humanos, Juiz Federal em São Paulo.

    Jorge Luiz Souto Maio é Doutor e Livre-docente, Professor Associado na graduação e pós-graduação da Faculdade de Direito da USP, na área de concentração em direito do trabalho, Juiz do Trabalho em Jundiaí/SP.

  10. refugiado
    octubre 24th, 2010 a las 17:27

    A PERVERSIDADE AMERICANA COM O IRAQUE. CADÊ A DEMOCRACIA?
    Massacres americanos no Iraque têm a cor do petróleo
    2004-09-26

    O jornalista americano Seymor M. Hersh é mais conhecido pela reportagem que fez denunciando o massacre da aldeia vietnamita de Mi Lai, em 1966, pelo exército americano, na guerra do Vietnã, quando tinha mais 30 anos. Ganhou o
    Pulitzer, maior prêmio da imprensa ianque por este trabalho. O repórter relatou como mais de 500 civis – mulheres, crianças e idosos, na sua maioria – foram mortos pelos soldados. Houve violações, torturas, tiros em bebês e crianças e, depois de tudo isso, os soldados da 11/a Brigada de Infantaria do «Exército norte-americano, sob comando do tenente Willian L. Calley Jr., na época com 26 anos, incendiaram a vila. A missão era buscar soldados vietcongues . Seymor, eterno repórter, publicou o seu mais novo livro, “Cadeia de comando”, 38 anos depois do episódio vietnamita, reportando os recentes acontecimentos do governo Bush, do 11 de Setembro até as torturas na prisão de Abu Ghraib, no Iraque ocupado. São textos críticos, de alguém indignado com as mentiras e obsessões que levaram o país americano a uma guerra sem saída.

    O jornal paulistano Folha de São Paulo, de 19 de Setembro, publicou uma entrevista com o repórter americano. Numa de suas respostas, Seymor expressa um sentimento um tanto quanto contraditório com tudo que ele denuncia em seu
    livro e nas inúmeras reportagens publicadas pela revista “The New Yorker”, onde trabalha. O trecho é o seguinte: “Folha – Eles [governo americano] ainda crêem estar fazendo o melhor para os EUA? Hersh – Claro, isso é óbvio. Eles deliram. Eles não foram para o Iraque por causa de petróleo ou de Israel. Eles foram porque são utópicos. Você pode chamá-los de idealistas,
    mas não há nada mais perigoso do que idealistas com poder e guerra nas mãos e completamente errados sobre o mundo. Eles achavam que podiam invadir o país com cinco mil soldados e as forças especiais, jogar umas bombas, fincar
    umas bandeiras americanas e Saddam Hussein ia sair correndo e a democracia ia brotar como água do chão. E eles acreditavam nisso. Existe algo mais perigoso do que gente que não entende o mundo?”

    O que mais causa espanto nessa afirmação é a de que eles – Bush e seus capangas – invadiram o Iraque por acreditarem piamente que estavam fazendo algo de bom para os iraquianos ao deporem o ditador Saddam Hussein. Que havia uma missão salvadora, a tal da utopia, ao invadir e matar tanta gente.

    Seymor diz que não foi por causa do petróleo e nem de Israel que os americanos invadiram o Iraque. Independente de qualquer coisa, inclusive da existência ou não dessa fé e crença do bando de Bush, fica difícil de aceitar que um repórter com tamanha experiência e vivência como Seymor, aceite e acredite que o motivo maior que levou os EUA a invadir o Iraque seja esse: uma crença utópica, um idealismo infantil, uma tremenda incapacidade de entender o mundo. Ainda mais quando se sabe que Bush, Cheney
    e grande parte do bando que tomaram de assalto a Casa Branca, são oriundos das grandes corporações petroleiras americanas, com ramificações no Oriente Médio. É, com certeza, uma afirmação contraditória. E estranha …

    Um outro texto, publicado no jornal O Estado de São Paulo, no dia 24 de Setembro, “EUA precisam enxergar a realidade dos iraquianos”, de Jessica
    Mathews, originalmente publicado no “The Washington Post”, mostra que a realidade no país árabe ocupado está indo de mal para pior, mas … “Não há solução militar para a violência politicamente motivada da população [iraquiana] contra estrangeiros”, escreve Jessica. “Apesar de um amplo esforço militar, a situação de segurança, pelo menos por hora, está piorando
    .. O que era uma oposição emergente é agora uma insurgência articulada. Os EUA ainda estão sem uma estratégia política que admita essa realidade … A sombria verdade é que o caminho para um desfecho que não seja terrível no Iraque é extremamente difícil de ser vislumbrado e pode, de fato, nem haver um … Essas crenças – de que os EUA vieram somente para pôr suas mãos no petróleo iraquiano, beneficiar a segurança de Israel, e estabelecer um Governo fantoche e uma permanente presença militar por meio da qual possa controlar o Iraque e o restante da região –estão erradas … Para serem bem-sucedidos, os EUA precisam fazer o que puderem para acabar com qualquer dessas percepções”.

    Outra vez, tenta-se modificar os reais objetivos da invasão americana no Iraque. Jessica também não concorda com a tese de que os ianques estão lá pelo petróleo, pelo controle da região, pelos acordos que têm com Israel e tudo mais. Fica a pergunta. Por que, então, os EUA resolveram invadir um país árabe? Armas de destruição em massa não havia. Depuseram o ditador Hussein,
    criaram um governo provisório/fantoche, estabeleceram metas para eleições no país e no entanto há uma forte reação militar organizada por parte da oposição, unificando sunitas e xiitas, antes rivais históricos no país árabe. A tal democracia que diziam defender, não consegue ser implantada. Há alguma coisa de errada nas duas posições: a de Seymor e a de Jessica. A
    impressão que fica é a de que, mesmo para alguns americanos que não concordam com a invasão, aceitar que a política externa ianque é
    imperialista, que defende em primeiro plano os interesses da nação ianque, mesmo que use como retórica a defesa intransigente da democracia, é algo muito difícil. Essa posição ideológica reflete o pensamento dominante na nação desde a independência frente aos ingleses. Não importa muito se o presidente do país seja democrata ou republicano. A direção sempre será a mesma. Não pode haver nenhuma nação mais poderosa que a americana e nada pode impedir o expansionismo da economia capitalista dos EUA.

    Os americanos estão com os dois pés na areia movediça e não conseguem tirar. Quanto mais se movimentam, mais afundam, com todo o peso dos equipamentos militares que carregam. Não há saída para eles. Entraram muito fundo nessa
    questão – dominar a exploração e comercialização do petróleo iraquiano; ajudar Israel no seu papel de “cão de guarda” dos interesses ianques no Oriente Médio e na guerra contra a Palestina; estabelecer uma espécie de “cordão sanitário” militar no Cáucaso para garantir a exploração e
    comercialização do gás, através dos oleodutos da região; e vigiar a China e a sua crescente influência nos países limítrofes – e sair dela sem resolver nenhum dos objetivos propostos seria muito pior do que a derrota militar no
    Vietnan. A única diferença programática de fundo entre Kerry e Bush, é que o democrata tentaria de qualquer maneira internacionalizar o conflito no Iraque, mas sempre com controle americano, para dividir os altos custos da empreitada. Com a provável vitória de Bush nas eleições de Novembro, essa internacionalização deverá acontecer através, mais uma vez, da ONU. Apesar
    de ter sido desrespeitada quando da invasão pelos americanos, essa entidade caráter internacional tem, ao longo das últimas décadas, servido de respaldo para intervenções americanas em vários cantos do mundo. Há muito em jogo e
    com certeza os EUA, com Bush ou Kerry, não vão largar o “osso iraquiano” fácil. Os massacres que continuam a acontecer no Iraque não tem a cor vermelha do sangue. Tem mais é a cor escura do petróleo que escorre sem parar, numa sangria desatada …\
    C.E.P.Magalhães

  11. refugiado
    octubre 24th, 2010 a las 17:23

    A “DEMONIOCRACIA” AMERICANA E O GENOCÍDIO NO IRAQUE. TUDO PARA ABASTECER OS FULGURANTES MERCADOS DO PROGRESSO DE PETRÓLEO:

    Tropas americanas massacram civis no Iraque
    2004-11-02

    A reportagem “Guerra matou 100 mil civis, diz estudo”, publicada no jornal “Folha de São Paulo”, no dia 29 de outubro, confirma as denúncias de várias organizações internacionais de direitos humanos quanto ao massacre de civis na invasão ao Iraque. Os ataques que as forças militares americanas tem feito contra os insurgentes iraquianos tem atingido um grande número de não-combatentes, especialmente mulheres e crianças. “Um estudo publicado ontem [dia 28] estima que 100 mil pessoas tenham morrido a mais no Iraque nos 18 meses desde o início da invasão liderada pelos EUA do que se poderia prever a partir de estatísticas anteriores à guerra. Não há números oficiais sobre o número de civis mortos desde que o conflito começou, mas estimativas de organizações não governamentais variavam de 10 mil a 30 mil. Segundo o Departamento da Defesa dos EUA, 1.081 militares morreram até quarta-feira. Concebido e coordenado por pesquisadores das universidades Columbia (Nova York), Johns Hopkins (Baltimore) e Al Mustansiriya (Bagdá), o estudo foi publicado ontem no site da revista acadêmica especializada em artigos médicos ‘Lancet’. ‘A maior parte dos indivíduos mortos por forças da coalizão eram mulheres e crianças’, afirmaram os pesquisadores. O artigo foi publicado poucos dias antes da eleição presidencial nos EUA”.

    “As causas mais comuns de morte antes da invasão do Iraque eram ataques cardíacos, derrames e doenças crônicas. Depois do início da guerra, a violência passou a ser a principal causa de mortes. E 95% dos episódios de violência fatal foram ataques por bomba ou tiros disparados de helicópteros, atribuídos pelos entrevistados à coalizão liderada pelos EUA”, continua. A imprensa americana tem, de maneira geral, trabalhado essas informações como se tudo isso fosse apenas coisas corriqueiras, fruto de uma guerra, sem entrar em grandes debates. Não há, na grande mídia ianque, nenhum tipo de interesse em questionar os reais motivos que levaram os EUA, a maior potência mundial, a invadir um país como o Iraque. Praticamente ninguém menciona a questão do petróleo, do gás, dos acordos com Israel, nada disso é discutido ou mostrado. A grande discussão continua sendo como preservar a integridade dos americanos face aos atentados terroristas, sejam eles reais ou não. Enquanto isso, o massacre continua nas ruas de Bagdá, Faluja e tantos outros lugares. Ao lado desse massacre sistemático, observa-se a conivência de entidades internacionais, como a ONU, e de vários países, que assistem passivamente a destruição sistemática de uma nação e de sua população.

    Para as forças americanas e britânicas, todos são alvos militares, não importa quem sejam. Mulheres, crianças, velhos, adultos, todos são considerados inimigos pelo simples fato de lutarem contra os invasores ianques e ingleses. Os rebeldes não lutam e morrem por Saddam. Nem pela Al Qaeda. O sangue derramado é pela libertação do país árabe e muçulmano. O que os EUA estão fazendo no Iraque envergonha a humanidade, independente da nacionalidade de cada um. Os dois candidatos a presidência do país mostram-se desinteressados sobre esse tema. Têm que mostrar aos eleitores ianques que são fortes, corajosos, destemidos, prontos a sacar a arma contra os inimigos do país. Igual a lei do velho oeste. Atirar primeiro e perguntar depois. Sendo índios, então, nem era necessário justificativas. Hoje em dia, os “índios” são árabes muçulmanos. E ninguém faz nada para combater essa crueldade. Fazem questão de desviar o olhar, tapar os ouvidos. Afinal, são apenas muçulmanos bárbaros, de uma terra estranha, com valores e costumes diferentes.

    “Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei. No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar…”. Esse texto foi escrito pelo pastor protestante alemão Martin Niemöller, que lutou contra o regime nazista. É para reflexão…
    C.E.P.Magalhães

  12. Anónimo
    octubre 24th, 2010 a las 14:07

    O lulla pode ser um beócio, um aproveitador, um farsante, enganador das massas operárias, mas a dilma é diferente; participou de guerrilhas, planejou sequestro de embaixadores, assaltos a bancos, a quartéis militares para roubar armas de guerra, assalto a residência do Ademar de Barros, explosões no QG do II Ex em S Paulo com a morte do sentinela Mario Kozel Filho, cuja família até hoje não foi indenizada pela perda do filho de 19 anos de idade. Vote na paz e no trabalho pela construção de um BRASIL mais ético, honesto, civilizado e desenvolvido com justiça social. SERRA Presidente 45.

  13. Anónimo
    octubre 24th, 2010 a las 14:01

    O imbecil do lulla disse que o povo cubANO TEM MAIS DIGNIADE DO QUE O POVO BRASILEIRO! Essa afirmação é muito discutível. O que não é discutível é que o Sr Guilermo Farinas tem muito mais dignidade do que o fdp do lulla.

  14. F.Castro
    octubre 24th, 2010 a las 11:51

    Foi confirmado: A Dilma é “a mais católica” do país: em todos os contratos feitos pela “casa civil”, ela levava um terço.

    Extra, Extra

    Tiririca aceitou fazer o teste do ditado, desde que seja corrigido pelo Lulla.

  15. maisvalia
    octubre 24th, 2010 a las 09:34

    Notícias fresquinhas do paraíso dos esquerdopatas da banânia

    Em qualquer lugar do mundo, salvo em regimes totalitários repressivos, a demissão de 10% dos funcionários públicos seria recebida com protestos em massa. Mas neste caso estamos em Cuba, onde, embora 85% dos trabalhadores sejam funcionários do Estado, não se ouviu um pio nas ruas.

    O anúncio provocou mais perguntas que respostas. “É necessário revitalizar o princípio socialista de distribuição e salário para cada um segundo a quantidade e a qualidade do seu trabalho”, diz o texto, uma tentativa tosca de ligar as demissões ao princípio socialista de Marx, “de cada um segundo a sua capacidade e para cada um de acordo com suas necessidades”.

    O governo anunciou também que autorizará os demitidos a procurar um meio de vida “fora do setor estatal”, como se fosse algo execrável falar de um setor privado. Em Cuba, é exigida uma autorização do Estado até para engraxar sapatos. Não ficou muito claro também como será feita a seleção das pessoas demitidas: se por antiguidade, patrocínio, amizade, pureza ideológica, ou alguma forma de mérito socialista ou capitalista. E o seu alvo serão aqueles funcionários que recebem dinheiro de parentes no exterior? E, talvez o mais importante, como os demitidos arranjarão um emprego? Numa economia com mercados privados competitivos, os demitidos de uma empresa têm boas chances de garantir emprego em outra. Mas no sistema econômico cubano o governo controla a maior parte da atividade econômica. Não há nenhum setor privado para absorver os desempregados.

    Criatividade. Talvez o mais bizarro é que a medida parece subentender que qualquer pessoa tem aptidão para ser um empresário e ganhar a vida em áreas que podem ser bem diferentes da sua experiência de trabalho e capacitação profissional. O governo aposta na engenhosidade e capacidade empreendedora da população cubana para, de alguma maneira, compensar as deficiências do setor estatal, e isso sem as pessoas terem acesso a fundos, crédito, matéria-prima, equipamentos, tecnologia, ou qualquer insumo necessário para produção de bens e serviços. Ironicamente, a fonte mais provável desses insumos será a diáspora cubana, ansiosa para ajudar seus parentes desempregados. Manuel Orozco, especialista na área de remessas de dinheiro e membro do grupo Diálogo Interamericano, sublinhou que: “A liberalização da economia pode fazer com que 10% dos cubanos recebam dinheiro de parentes e amigos no exterior para investir em pequenas empresas.”

    Essa pode ser uma motivação para o governo cubano demitir, de modo desproporcional, aqueles que recebem recursos de fora. Os cubanos procurarão se arranjar, mas para um real desenvolvimento econômico essas medidas não vão funcionar. Autorizar as pessoas a trabalhar como baby-sitter ou produzir flores de papel para vender para turistas não é uma medida séria. Mas, por precaução, esperando tirar proveito de qualquer produção econômica adicional, o governo já está pronto para arrecadar taxas onerosas, de 25%, para a previdência social, e de até de 40% sobre a receita, dependendo da atividade econômica (por exemplo, a produção de alimentos será taxada em 40%, os artesãos em 30%).

    O economista e dissidente cubano Espinosa Chepe escreveu de Havana sobre o impacto da situação econômica de Cuba na sociedade: as crianças, disse, crescem vendo como seus pais, obrigados pelas circunstâncias, vivem do roubo e da ilegalidade. Como os cubanos não conseguem viver com o que ganham por suas atividades dentro da lei, e o trabalho não é mais a principal fonte de sustento de uma pessoa, subsiste uma ética de sobrevivência que justifica tudo.

    Uma década após o colapso da URSS, os países que passaram por uma transição com sucesso foram exatamente aqueles que consagraram os direitos políticos e as liberdades civis: República Checa, Estônia, Polônia, Eslovênia, Alemanha Oriental e Hungria. Cuba não é assim.

    A principal razão é a ordem política stalinista que impera na ilha e continua inalterada mesmo com este anúncio. Num sistema que nega as liberdades fundamentais, a sociedade fica debilitada e com medo. Há cinco décadas o medo é parte integrante da existência cubana. Esse medo precisa ser superado para que o sucesso seja alcançado.

    O Código Penal cubano usado para sufocar a dissidência define desobediência, desrespeito, associação ilícita, posse de propaganda inimiga e socialmente perigosa, e outros mais, como “crimes contra a moralidade socialista”. Em Cuba, o crime de “periculosidade social” permite que o governo prenda pessoas por atividades que poderiam praticar no futuro. Enquanto este documento não for reformado ou abolido, pouca coisa vai mudar.

    Heranças. Uma nova geração de líderes cubanos possivelmente assumirá o poder. Com certeza, vai defender a continuidade, em vez de uma mudança radical, mas ao contrário dos irmãos Castro, essa nova geração poderá ser receptiva a reformas democráticas. Essas novas autoridades (provavelmente militares) herdarão uma economia falida, instituições que não funcionam, uma ideologia desacreditada, uma sociedade desencantada, problemas sociais, e mais. Cuba estará perto de ser definida tecnicamente como Estado falido, aquele que não consegue mais criar as condições necessárias para sua própria existência.

  16. maisvalia
    octubre 24th, 2010 a las 06:42

    ADVINHA QUEM É O FRADE MENTIROSO DA ESTÓRIA ABAIXO

    Tomás de Aquino, ao receber o aviso de certo frade sobre um boi voador, incontinenti se dirigiu à janela para verificar o fenômeno. Vieram as caçoadas do brincalhão. “Prefiro acreditar que um boi voa, pois não aceito que um religioso minta”, observou Tomás de Aquino. Quem age de maneira decorosa sempre opta inicialmente por atribuir veracidade aos professores. Se eles mentem ou aceitam a mentira, deixam sua condição, passam ao estatuto de sofistas.

  17. maisvalia
    octubre 24th, 2010 a las 06:08

    AINDA BEM QUE NÃO FUI SÓ EU QUE VI, HEHEHEHE

    O velho e velhaco Frei Beto.
    Frei Beto, o velho velhaco que não está mais na Igreja Católica mas usa o título para os seus atos de estelionato espiritual, em entrevista para a Folha de São Paulo:

    Folha de São Paulo: Sobre o desrespeito aos direitos humanos em Cuba, ainda há presos políticos…

    Frei Beto: Meu caro, ninguém desrespeita mais os direitos humanos no mundo do que os Estados Unidos. E fala-se pouco, lamentavelmente. Basta ver o que os Estados Unidos fazem em Guantánamo.
    ……………………………………………………….
    Ele respondeu sobre Cuba? Não. Atacou os Estados Unidos. Existe tática mais cínica e calhorda do que esta? Não é a cara do PT? Frei Beto, velho e velhaco!

    Coturno Noturno

  18. maisvalia
    octubre 24th, 2010 a las 05:55

    UMA VEZ IDIOTA SEMPRE IDIOTA
    ESTE É O FRADECO FAKE BETTIO

    O sr. continua a ser um defensor inconteste do regime cubano? Ainda é amigo de Fidel?
    Não, veja bem. A sua afirmação… Não põe na minha boca o que você acabou de falar. Eu sou solidário à Revolução Cubana. Eu faço um trabalho em Cuba há muitos anos, de reaproximação da Igreja e do Estado. Estou muito agradecido a Deus e feliz por poder ajudar esse processo, que resultou recentemente na liberação de vários presos políticos.

    O sr. participou diretamente desse processo, dessa última libertação?
    Indiretamente sim. Mas não é ainda o momento de eu entrar em detalhes.

    O sr. acha que essa tendência de abertura do regime é inexorável?
    Sim, claro, tem que haver mudanças. Cuba está preocupada em se adaptar. Mas nada disso indica a volta ao capitalismo.

    Sobre o desrespeito aos direitos humanos em Cuba, ainda há presos políticos…
    Meu caro, ninguém desrespeita mais os direitos humanos no mundo do que os Estados Unidos. E fala-se pouco, lamentavelmente. Basta ver o que os Estados Unidos fazem em Guantánamo.

  19. REFUGIADA CHILENA
    octubre 23rd, 2010 a las 19:45

    È ISSO QUE O PT QUER?
    Editorial do Estadão de quarta feira.

    O enfraquecimento da economia venezuelana, em boa parte devido à política de estatização que o governo socialista de Hugo Chávez intensificou nos últimos anos, é um exemplo do que poderia acontecer com a economia brasileira se fossem transformadas em política de governo as teses antiprivatistas defendidas por militantes do PT e que vêm marcando a propaganda eleitoral da candidata Dilma Rousseff.

    É contínua, e em alguns casos avassaladora, a perda de eficiência das empresas cujo controle foi transferido para o governo bolivariano de Chávez, que só em raras situações ressarciu adequadamente os antigos controladores. O mau desempenho da grande maioria das empresas estatizadas contribui para manter a atividade econômica do país no atoleiro e os preços em alta – a Venezuela tem o pior desempenho econômico da região desde o início da crise mundial.

    A produção da siderúrgica Sidor, antes controlada pelo grupo argentino Techint, caiu 28% desde sua estatização em 2008, de acordo com reportagem do jornal Valor. A fabricante de alumínio Venalum, que gerou lucro de US$ 60 milhões no último ano sob controle privado (2005), agora estatal só gera prejuízos. A Bauxilum, que quando privada chegou a produzir 5,6 milhões de toneladas de bauxita por ano, em 2010, como estatal, só produzirá 3 milhões. No campo, dos 350 mil hectares desapropriados pelo governo em 2009, só 9,4 mil hectares estão sendo cultivados – ou seja, 97,3% continuam improdutivos, de acordo com um instituto de pesquisa privado.

    Num curto, mas denso balanço da situação de seu país em 2009, o presidente da Federação das Câmaras e Associações de Comércio e Produção da Venezuela, Noel Álvarez, afirmou: “O ano termina com um colapso nos serviços públicos de água, luz, transporte e infraestrutura viária, uma queda na produção, um aumento no desemprego, intervenções em propriedades rurais e expropriação de empresa e aumento da insegurança pessoal e jurídica.”

    Era, na época, o retrato de um país cujas bases econômicas vinham sendo solapadas por uma política populista destinada a garantir a perpetuidade do caudilho no poder. Em 2010, essa política foi intensificada e, com a apertada vitória da situação na eleição de setembro – Chávez perdeu a maioria de dois terços necessária para a aprovação de mudanças legislativas importantes -, foi estendida com mais vigor para outras áreas, especialmente a de alimentos, politicamente muito sensível. Inversamente proporcionais ao avanço do Estado venezuelano sobre a economia, os resultados globais são cada vez piores.

    Em 2010, só até agosto, as desapropriações do governo chavista atingiram 174 empresas privadas, a maior parte das quais pertence ao setor de fornecimento da indústria de petróleo e gás. Mas – como dissemos – a onda atual inclui também empresas da área de produção e distribuição de alimentos.

    A explicação do governo para a ampliação da intervenção também nessa área foi a necessidade de evitar o desabastecimento, em razão da retenção indevida de estoques. Pode ser mera coincidência, mas o fato é que, em meados do ano, milhares de toneladas de alimentos importados pelo governo apodreceram nos contêineres parados nos portos controlados pelo Estado bolivariano, o que afetou a popularidade do caudilho e de seu partido.

    Para os empresários atingidos pelas desapropriações, receber a indenização devida é uma espécie de loteria. Em alguns casos, o pagamento equivaleu aos valores de mercado. Mas, de 44 empresas associadas à Câmara Americana de Comércio, que foram desapropriadas, apenas 9 admitiram que receberam o pagamento adequado.

    Essa política estatizante, além de reduzir investimentos públicos em áreas como saúde, educação e segurança pública – pois, quando paga, o governo desvia recursos para áreas em que o setor privado é mais eficiente -, gera insegurança jurídica. Temerosa, também a iniciativa privada deixa de investir, o que retarda a recuperação da economia. É sobre isso que conviria aos eleitores brasileiros refletir.
    —————————————————————————————————-
    está vai para o imbecil.
    refugiado, essa é a eterna crise do socialismo ser improdutivo.

  20. Anónimo
    octubre 23rd, 2010 a las 18:03

    O presidente Pinera da democracia chilena que se preocupa com os seus operáros mineiros e os salvou das profundezas da Terra há 700 metros com tecnologia, coragem e fé em Deus, cedeu a cápsula redentora para a China. Aposto que os chineses vão desmontar e copiar o modelo, espionagem industrial, mas não para salvar os milhares de operários mineiros chineses que são soterrados diariamente nas minas da China que não respeita as normas de segurança do trabalho e que impede a divulgação doa acidentes, censura a imprensa, o que o regime comunista chinês vai fazer é produção em série do equipamento para obter benefício econômico para o estado totalitário.
    Por que os funcionarios que aparelham a OIT da ONU não protestam contra o descaso do regime comunista chinês na salvaguarda dos direiots humanos na China?
    Chega de farsa. A dívida interna do desgoverno lulla já passou dos dois trilhões de dólares. É impagável, mesmo confiscando toda a poupança interna e toda a reserva cambial brasileiras não paga 30 % da dívida. Acorda Brasil. Serra presidente, 45 sempre.

  21. maisvalia
    octubre 23rd, 2010 a las 11:08

    Escolha a sua Barbie, ôps, sua Dilma.
    Eis a lista:

    Dilmazeda, Dilmerreca, Dilmerenice, Dilmandona, Dilmatriarca, Dilmaligna, Dilmalévola, Dilmala, Dilmonstra, Dilmensalão, Dilmesquinha, Dilmatreira, Dilmapagão, Dilmaracutaia, Dilmumunha, Dilmequetrefe, Dilmarolinha, Dilmentirosa, Dilmanca, Dilmiséria, Dilmanta, Dilmasia, Dilmocréia, Dilmalvada, Dilmetralha.

    Aceita-se colaborações.

  22. Che
    octubre 23rd, 2010 a las 10:46

    FRASE DA SEMANA

    “MENTIR E ROUBAR SÃO DOIS GENS DOMINANTES DO DNA DOS PETRALHAS.”

  23. Che
    octubre 23rd, 2010 a las 10:44

    PF TRAVA INQUÉRITO SOBRE DOAÇÕES ILEGAIS AO PT.

    Quase três anos depois de ter sido aberto para apurar doações supostamente ilegais de R$ 500 mil ao PT, por empresas ligadas ao caso de fraude fiscal da Cisco, o inquérito da Polícia Federal segue inconcluso.

    As doações foram feitas por duas empresas fantasmas, segundo a PF, que também foram usadas pela Cisco para fraudar importações, apuração que resultou numa das maiores autuações da Receita, de R$ 3,3 bilhões.

    As duas empresas que deram dinheiro ao PT não existem, segundo a PF e o Ministério Público Federal

  24. Che
    octubre 23rd, 2010 a las 10:32

    FRASE DA SEMANA

    “MENTIR E ROUBAR SÃO DOIS GENS DOMINANTES NO DNA DOS PETISTAS”

  25. F.Castro
    octubre 23rd, 2010 a las 10:07

    10% DE PROPINA.

    Jornal oficial de Cuba “Granma”, informou nesta sexta feira, que os irmãos ditadores e assassinos os Castros iram extorquir uma alicota de 10% a titulo de proprina dos 500 000 demitidos a força e que forem trabalhar por conta propria. Os assassinos Castro que a 50 anos exploram o “maisvalia” da população cubana continuam os mesmos não querem perder as benesses.

  26. F.Castro
    octubre 22nd, 2010 a las 20:29

    FACISMO PETISTA MOSTRANDO SUAS GARRAS.
    O presidente nacional OAB, Ophir Cavalcante, deixou no Ministério da Justiça um recado ao presidente Lula: a entidade é radicalmente contra o que chamou de “avanço do Estado policial-fiscal no País”. Ele se referia ao pacote de projetos de inspiração autoritária, elaborados pela Advocacia Geral da União (AGU), impondo medidas de execução fiscal sem que o contribuinte tenha o direito de recorrer à Justiça.
    Nem na ditadura
    Ophir denuncia que o pacote autoritário dá poderes ao governo, por meio do Fisco, de exercer um papel que é hoje do Poder Judiciário.

    Pura covardia
    Para o conselho federal da OAB, o pacote do governo, impõe grave desequilíbrio na relação com a parte mais fraca, que é o contribuinte.

    Uma aberração
    Impressiona os conselheiros da OAB que a Advocacia Geral da União, composta de bacharéis, tenha produzido tamanha aberração jurídica.

    FONTE: coluna do jornalista Claudio Humberto

  27. maisvalia
    octubre 22nd, 2010 a las 19:48

    LULA SERÁ LEMBRADO NA HISTÓRIA CUBANA COMO CÚMPLICE DA DITADURA SAGUINÁRIA FIDEL CASTRO, DIZ DISSIDENTE QUE RECEBEU PRÊMIO SAKHAROV.
    Transcrevo do portal da revista Veja esta importante notícia:o dissidente cubano que fez a greve de fome pela libertação dos presos políticos cubanos Guillermo Fariñas, recebeu o prêmio Sakharov de liberdade de pensamento. Ele concedeu uma entrevista ao portal da revista Veja que transcrevo na íntegra. Na foto acima, Fariñas na porta de sua casa na cidade de Santa Clara, após ser laureado com o prêmio (foto do site de Veja). Ele afirma que Lula será lembrado na história cubana como cúmplice da ditadura de Fidel Castro. Não deixem de ler:

    O dissidente cubano Guillermo Fariñas enxerga no Prêmio Sakharov 2010 de liberdade de pensamento, com o qual foi laureado na quinta-feira, um reconhecimento internacional à causa dos presos políticos do país. Ele lamenta, contudo, que o mundo tenha prestado atenção no problema apenas com a morte do também dissidente Orlando Zapata Tamayo, em fevereiro, após 85 dias em greve de fome.
    Fariñas acusa o regime cubano de assassinato e reprova a atitude do presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva ao visitar o país logo após a morte de Zapata. Na ocasião, Lula comparou o dissidente aos presos comuns das cadeias brasileiras. “Luiz Inácio Lula da Silva será lembrado na história cubana como cúmplice da ditadura sanguinária de Raúl e Fidel Castro”, disse Fariñas, por telefone, ao site de VEJA. “Com este prêmio em mãos, eu diria a Lula o seguinte: ‘Ao deixar o poder, trate de se retificar’. Ele não está sendo capaz de fazê-lo enquanto ainda é presidente do Brasil”, acrescentou.
    Fariñas iniciou 23 greves de fome contra a ditadura cubana. A mais recente delas, que durou 135 dias, só foi encerrada quando a Igreja Católica de Cuba anunciou a libertação de 52 presos políticos, em julho último. A seguir, a entrevista completa concedida pelo dissidente:

    O que o senhor sentiu ao receber um prêmio que trata da liberdade de pensamento enquanto vive em Cuba, onde tudo é proibido?
    O meu primeiro sentimento é de compromisso com a causa cubana, com a democratização do país, com meus irmãos que ainda estão presos, com todos homens e mulheres de boa vontade que querem a democracia na ilha. Creio que este é o meu grande compromisso que tenho.

    O senhor dedicou o prêmio a Orlando Zapata, que morreu fazendo uma greve de fome. Foi preciso a morte de um homem para o mundo perceber a situação dos dissidentes cubanos?
    Creio que sim. Infelizmente, um de nossos irmãos teve que morrer assassinado de maneira planejada em uma prisão cubana – por fazer uma oposição pacífica – para que o mundo se desse conta de todos os maus tratos que os presos políticos sofrem em Cuba.

    O senhor disse assassinado, mas ele morreu por fazer greve de fome…
    Sim, mas ele foi chantageado. Zapata tomava água em sua greve de fome. As autoridades cortaram sua água durante muitos dias para que se rendesse. Ele não se rendeu e teve problemas renais que o levaram à morte.

    O que o senhor diria ao presidente brasileiro sobre sua conduta ao visitar Cuba logo depois da morte de Zapata?
    Luiz Inácio Lula da Silva, que foi preso político e tem memória ruim, veio ao país exatamente quando Orlando Zapata estava sendo assassinado. Ele comparou aqueles que faziam greve de fome pela morte de Zapata com delinquentes de São Paulo. Por isso, Luiz Inácio Lula da Silva será lembrado na história cubana como cúmplice da ditadura sanguinária de Raúl e Fidel Castro. Com este prêmio em mãos, eu diria a Lula o seguinte: ‘Ao deixar o poder, trate de se retificar’. Ele não está sendo capaz de fazê-lo enquanto ainda é presidente.

    O reconhecimento ao senhor veio pouco depois do Nobel da Paz concedido a outro dissidente, o chinês Lu Xiaobo. É um sinal de que as coisas podem mudar em países, como Cuba e China?
    Sim. Mesmo que nossas lutas pareçam impossíveis, nós dissidentes sempre teremos fé que nossas idéias são boas, que são para o bem do mundo. Sempre lutaremos por elas.

    O senhor acha que a União Europeia pode mudar a chamada Posição Comum, que determina como o bloco lida com a situação cubana, em uma reunião que será realizada na próxima segunda-feira?
    Eu considero que Cuba ainda não fez nada para que a UE levante a Posição Comum. Nossos irmãos que estão presos em Cuba e serão colocados em liberdade estão sendo tratados como moeda de troca pelo governo cubano, como se fossem escravos e reféns do regime. Creio que o governo cubano deixou intactas as leis que lhes permitem prender de maneira arbitrária aqueles que fazem oposição pacífica.

    Então o senhor acredita que a libertação dos presos políticos pelos irmãos Castro foi uma maneira de conquistar a simpatia do mundo para obter benefícios políticos?
    Sim. O governo usou os dissidentes para reduzir o desprestígio causado pela morte de Zapata e por minha greve de fome. Se o governo cubano realmente quisesse respeitar os direitos humanos, os oposicionistas poderiam expor de maneira pacífica suas opiniões, ter bibliotecas independentes e ler livros censurados pelo regime.

    Como o senhor se sentiu antes e depois de sua greve de fome?
    Me senti bem, de verdade, porque não pensei que ia morrer, mas sim que estava fazendo o possível pelo bem da minha pátria e para que outros dissidentes não fossem assassinados na prisão.

    O que o senhor fará com o prêmio de 50.000 euros?
    Não sei exatamente o que vou fazer, mas será algo pela causa dos dissidentes e que traga alguma contribuição à democracia em Cuba.
    Postado por Aluizio Amorim

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    octubre 22nd, 2010 a las 19:24

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