Geração Y é um Blog inspirado em pessoas como eu, com nomes que começam ou contem um ípsilon. Nascidos na Cuba dos anos 70 e 80, marcados pelas escolas rurais, bonequinhos russos, saidas ilegais e frustração. Assim é que convido especialmente Yanisleidi, Yusimí, Yuniesky e outros que carregam seus ípsilons para que me leiam e me escrevam.

Neoliberalismo

Com o início das demissões em massa, nossas autoridades anteciparam o pior pesadelo que o próprio aparato oficial de propaganda havia anunciado para o dia em que se derrubasse o sistema. A drástica medida tem sido justificada como parte do aperfeiçoamento ou atualização do modelo econômico cubano, eufemismos com os quais se trata de mascarar o crescimento das leis do mercado no funcionamento da economia.

É um alívio para os políticos do futuro que os atuais governantes o façam, a quem caberá anunciar a parte bonita da transição onde estarão em primeiro plano as liberdades cidadãs e os direitos econômicos? Ao contrário do que os propagandistas do regime haviam anunciado, as rochas onde a nave da revolução se estraçalharia com todas as suas conquistas a bordo não estavam na direção de onde cantavam as sereias do capitalismo, mas sim na miragem da utopia.

Traduzido por Humberto Sisley de Souza Neto

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46 comentarios a Neoliberalismo

  1. maisvalia
    octubre 19th, 2010 a las 15:21

    direto do chile = refugiado. Além de esquerdopatas idiotas, parece que os dois amantes de tiranos assassinos e de analfabetos funcionais não sabem ler também. Por isso colocarei isto no cú deles feito supositório, para quem sabe um dia se curem da doença e possam entender o que está escrito:

    “Cabeças sem cérebro, ou robotizadas pela rendição incondicional a um demagogo besuntado de soberba, ou ao ditador fardado de esquerda não têm o que fazer no blog. O Programa Bolsa Imprensa espalhou pela internet dezenas de blogs estatizados. Todos hospedam com pompas e fitas o coro dos contentes. Os patrulheiros fanáticos e os servos vocacionais que navegam pela internet devem escolher um deles para a celebração da ilha paraíso prisão ou do Brasil Maravilha que Lula inventou. E mais, ensina que os democratas não podem permitir que os pastores da escuridão invoquem cinicamente a liberdade de imprensa para a destruição do Estado de Direito.”

    VÃO TOMAR NO CÚ ADORADORES DO ANALFABETISMO E DO COMUNISMO SOCIALISTA ASSASSINO!

  2. refugiado
    octubre 19th, 2010 a las 14:10

    é direto do chile. o blog não é democrático. eu disse que o ex-guerrilheiro e sequestrador do GABEIRA, que é a favor do aborto e da descriminalização da drogas está apoiando o SERRA. Mas eles têm algo em comum: defendem a pederastia. QUE É ISSO COMPANHEIROS? ACEITANDO AJUDA DE PSEUDO ESQUERDISTA.

    O candidato derrotado na disputa ao governo do Rio de Janeiro, o deputado Fernando Gabeira, do PV, anunciou nesta segunda-feira (04) seu apoio pessoal a José Serra (PSDB).Derrotado por Sérgio Cabral, que foi reeleito para o governo carioca ainda no primeiro turno, Gabeira foi o primeiro dirigente do PV a declarar publicamente seu apoio a um dos candidatos à Presidência.O segundo turno será disputado no próximo dia 31 e o apoio de Marina Silva (PV), que obteve 19,3% dos votos (cerca de 20 milhões) para presidente no primeiro turno, promete ser o mais disputado nesta reta final. (BB)

  3. direto do chile
    octubre 19th, 2010 a las 09:26

    TIRARAM O COMETÁRIO DO REFUGIADO DO BLOG A RESPEITO DO GABEIRA PORQUE? VOU DENUNCIAR VCS PARA A CHEFA YAONI. CRETINOS VIADOS.

  4. Manoel Francisco Gomes
    octubre 19th, 2010 a las 08:52

    A repetição de um velho ardil

    Só dogmatismo e/ou a má-fé justificam o argumento de que a privatização de empresa estatal ou de economia mista é um mal em si mesma e, portanto, condenável de qualquer ponto de vista. Dogmáticos são os radicais de esquerda incapazes de esquecer ou de aprender. De má-fé agem os oportunistas diretamente interessados no projeto de perpetuação do poder lulo-petista. Uns e outros se associam na campanha eleitoral de Dilma Rousseff para demonizar José Serra como o responsável, pretérito e futuro, por esse monstruoso atentado contra os interesses do povo brasileiro: a privatização. É natural que o lulo-petismo lance mão desse argumento cínico e maniqueísta na tentativa de evitar que a candidatura Dilma repita neste segundo turno o desempenho para eles decepcionante que teve no primeiro. Deu certo quatro anos atrás, quando o então candidato oposicionista, Geraldo Alckmin, enroscou-se todo no mesmo ardil e conseguiu a proeza de ter no segundo turno cerca de 2,5 milhões de votos a menos do que no primeiro.

    É de esperar que os tucanos tenham aprendido a lição. Afinal, argumentos não lhes faltam. O governo Fernando Henrique foi um dos responsáveis pela definição dos fundamentos da política econômico-social que, aprimorada e aprofundada por seu sucessor, resultou no Brasil inegavelmente melhor em que hoje vivemos. E o processo de desestatização, intensificado nas administrações Itamar Franco e Fernando Henrique, abrangendo os setores siderúrgico, de mineração, da indústria aeronáutica e, de modo muito especial, os serviços bancários e as telecomunicações, foi peça essencial para consolidar a base dos avanços nos últimos 15 anos.

    A dicotomia estatização/desestatização frequentou a agenda política quando a polarização comunismo/capitalismo dominava o mundo, durante a maior parte do século 20. Com a falência do modelo comunista e a consequente desmoralização do mito da infalibilidade do Estado, a questão, do ponto de vista do interesse público, passou a ser, objetivamente, quais empresas devem permanecer sob o controle, direto ou indireto, do poder público e quais ficam melhor sob a administração privada. Assim, é óbvio que em muitos casos a desestatização ou privatização de empresas e serviços pode perfeitamente atender ao interesse público. Foi o que ocorreu no Brasil com a privatização das empresas de telecomunicações, que, para citar apenas seus efeitos mais visíveis, permitiu o acesso de toda a população economicamente ativa ao telefone celular e à banda larga. E há, por outro lado, casos como o de empresas estrategicamente essenciais à segurança ou ao desenvolvimento nacional, em que o interesse público poderá estar melhor preservado com a administração estatal.

    Certamente esta não é uma questão de fácil entendimento pelo cidadão comum. Mas tentar reduzir a opção estatização/privatização à dicotomia maniqueísta do bem contra o mal é, para dizer o mínimo, desonesto. Uma campanha eleitoral deve esclarecer as pessoas sobre os problemas e soluções em relação aos quais elas devem se manifestar com seu voto, e não confundi-las e valer-se da falta de informação em proveito próprio.

    Foi o que Dilma Rousseff tentou fazer no debate da Rede Bandeirantes, obedecendo à nova estratégia de sua campanha: partir para o ataque, a qualquer custo. E valeu-se para tanto daquele que o governo petista apresenta como um de seus maiores trunfos em termos da prosperidade futura do País: a exploração do pré-sal, “uma riqueza do povo brasileiro para garantir que a gente combata a pobreza e crie educação de qualidade”. Segundo a candidata, “assessores” de Serra defendem a privatização do pré-sal. Ela se referiu explicitamente ao tucano David Zylbersztajn, que foi presidente da Agência Nacional do Petróleo no governo FHC, mas nunca assessorou José Serra. Ele classificou a acusação como “delírio” e explicou que o que defendeu foi o regime de concessão, estabelecido inicialmente pelo governo, contra o regime de partilha que o governo quer agora que prevaleça.

    E justificou sua atitude: “(…) acho que, qualquer que seja o governo, ter uma estatal comprando e vendendo petróleo é uma janela para a corrupção.” Bem lembrado.

    Estadão

    Site Time45 – Serra Presidente – 18/10/2010.

  5. Jambalaia
    octubre 19th, 2010 a las 00:30

    .

    Achei interessante o que a escreveu hoje a Regina Coyula em seu blog.
    Transcrevo abaixo parte do artigo.
    .

    Si hicieron la tarea que les dejé meses atrás (Cascabel ruidoso…), no puede haberles tomado por sorpresa el escenario laboral en Cuba. La inquietud de los trabajadores estatales por la “reducción de plantillas infladas” no disminuye, y con razón.

    En la escuela me enseñaron que la crisis económica era una característica del modo de producción capitalista porque a diferencia de la planificación socialista, su producción era anárquica. En el orden económico socialista, era impensable la existencia de trabajadores excedentes por existir fuentes de trabajo para satisfacer las demandas necesarias y crecientes de la sociedad.

    .

    Comento.

    Deve ser bastante interessante aprender na escola que o sistema socialista não passa por estagnação econômica. E depois como adulto, ver que tudo era uma grande mentira.
    O jornal Granma não cansa de apontar a crise econômica em países do primeiro mundo e de citar as proezas de Fidel Castro no passado.
    Fidel tenta de todas as maneiras reviver um passado de 50 anos atrás.
    Um passado glorioso cheio de vitórias e de satisfação em ver os derrotados fugirem do país.
    Fidel vive em um distante passado.
    Na atual realidade, Fidel nada pode fazer.

  6. maisvalia
    octubre 18th, 2010 a las 19:07

    A esquerda latino-americana e o controle da cultura
    De Mário Vargas Llosa, Prêmio Nobel de Literatura 2010, sobre os intelectuais latino-americanos e o domínio da cultura (entrevista à Veja):

    A esquerda tem o controle do establishment cultural. Ela domina o mundo acadêmico, as editoras e até os setores de cultura de jornais e de revistas de direita. Isso dá um poder de chantagem enorme à esquerda. (….) A esquerda fracassou em tudo, menos no controle da cultura. Isso foi possível porque a direita é muito ignorante e também por não ter se preocupado em utilizar a cultura ideologicamente, politicamente. A esquerda, sim. Como resultado, muitos intelectuais e artistas, inclusive aqueles que não militam na esquerda, jamais se atrevem a criticá-la. Isso não ocorre apenas na América Latina. Conheci um ambiente semelhante na França dos anos 60. Não ser de esquerda dava muita dor de cabeça.

    E, sobre o antiliberalismo dos mesmos intelectuais:

    Liberalismo é uma palavra satanizada. O liberalismo econômico foi identificado com a exploração, com a riqueza e com as ditaduras. Chegou-se a essa ideia grotesca de que os liberais são automaticamente defensores das ditaduras militares. A realidade desmente essa noção. Como se explica, por exemplo, que esquerdistas radicais como o presidente Lula, que não acreditavam na democracia e eram contrários ao mercado, à iniciativa privada e aos investimentos, tenham se convertido a essas ideias depois de chegar ao poder? A realidade fez com que compreendessem que as políticas liberais são as únicas eficazes. Isso foi muito bom para a América Latina. Antes, a ideologia de esquerda impregnava não só a cultura, mas os governos. Até os regimes de direita conduziam políticas econômicas populistas.

  7. maisvalia
    octubre 18th, 2010 a las 18:59

    O AMIGO DO NOÇO GUIA PRESIMENTE APEDEUTA

    18/10/2010 18:06
    chávez comprando

    Na Ucrânia, onde está a fritar bolinhos em visita oficial, Hugo Chávez anunciou hoje que sua Venezuela comprará os mísseis S-300 que a Rússia se negou a vender ao Irã, pelas sanções impostas pelo conselho de Segurança da ONU. “Compraremos os S-300 e outros armamentos da Rússia. Esse processo vai muito bem”, disse o mamífero à agência noticiosa Interfax.

    São mísseis muito poderosos, que as forças venezuelanas usariam para abater araras e tuiuiús que sobrevoam a floresta amazônica, que circunda suas fronteiras com as banânias vizinhas e o Brasil. O tal processo que diz ir muito bem, dizem trovadores internacionais, seria o de atravessar o armamento proibido pelo Conselho da ONU para o Irã.

    Tanques
    Por sua vez, o homem forte da Rússia, Vladimir Putin, anunciou na sexta-feira, depois de se reunir com Chávez, que a Rússia fornecerá em breve 35 tanques que seu país empurrou para a Venezuela, a primeira parte dos 92 deles negociados por Caracas. Putin, aquele santo, não disse mas trata-se dos gigantescos T-72, que Chávez pretende circular pelas montanhas e selva amazônica. O negócio foi feito com um financiamento de 2 bilhões de dólares que a Rússia ajeitou para Chávez, parte dos 4,4 bilhões totais que Chávez não tem nem para comprar comida para os venezuelanos.

    A transação “preocupa” os Estados Unidos e a Colômbia, que têm em ação helicópteros capazes de derreter em horas a frota dos T-72, empacados nas montanhas, rios e selvas.
    TREM AZUL

  8. maisvalia
    octubre 17th, 2010 a las 21:34

    O neo cretino comunistóide-fascitóide não se cansa de invadir espaço liberaldemocrático para espalhar suas sandices.

    Vou repetir canalha socialista de araque

    Cabeças sem cérebro, ou robotizadas pela rendição incondicional a um demagogo besuntado de soberba, ou ao ditador fardado de esquerda não têm o que fazer no blog. O Programa Bolsa Imprensa espalhou pela internet dezenas de blogs estatizados. Todos hospedam com pompas e fitas o coro dos contentes. Os patrulheiros fanáticos e os servos vocacionais que navegam pela internet devem escolher um deles para a celebração da ilha paraíso prisão ou do Brasil Maravilha que Lula inventou. E mais, ensina que os democratas não podem permitir que os pastores da escuridão invoquem cinicamente a liberdade de imprensa para a destruição do Estado de Direito.

    Se não cosegue com sua mente pequena entender o recado, vai

    TOMAR NO CÚ ADORADOR DO ANALFABETISMO E DO COMUNISMO SOCIALISTA ASSASSINO

  9. Jambalaia
    octubre 17th, 2010 a las 18:42

    .

    Do twitter da Yoani.

    #cuba Hay una tendencia a no dar noticias que alarmen a la poblacion… pero esto ha sido el colmo. Paula nos ha encontrado desprevenidos

    #cuba Curso juridico en Pinar del Rio se suspende. La Seguridad del estado alega que la asociacion juridica no esta legalizada

    Para conocer mas sobre la Asociacion Juridica de #cuba visitar el blog
    http://ajudicuba.wordpress.com/

    .

    Nada como residir em um país onde não existe a mídia mercantil.
    Pena que a mídia oficial nem divulgue sobre o perigo de uma tormenta tropical.
    Também nada falam sobre as demissões.
    .

    O comandante invencível apareceu com um boné com uma estrela.
    Isso parece indicar que Fidel voltou ao poder e com sorte, em Cuba nada será mudado.
    A revolução socialista vitoriosa vai continuar o seu caminho…

  10. F.Castro
    octubre 17th, 2010 a las 15:47

    Vai estudar refugiado otário:
    Japão -128 milhões de habitantes
    Cuba – 12 milhões de habitantes
    Japão – PIB – 5 trilhões de dolares
    Cuba – PIB – 50 milhões de dolares – devedor
    Japão Renda per capita – U$$ 35 000
    Cuba Renda per capita _ U$$ 4 000
    Japão – Regime Politico – Monarquia Constitucional
    Cuba – Regime Politico – Ditadura socialista familiar
    Japão – Segunda Economia Mundial
    Cuba – Fora de qualquer indice confiavel.

    Cuba – 500 000 demitidos, VAMOS DAR EMPREGO PARA ESSA GENTE.

    QUEM TÁ EM CRISE – refugiado BEÓCIO

  11. maisvalia
    octubre 17th, 2010 a las 12:28

    Dilma X Serra: a candidatura impositiva contra a propositiva.

    Em artigo no Estadão, o professor Celso Lafer analisa o comportamento de Lula na campanha, demonstrando que é um violador da “norma da medida”, da qual já falavam os gregos. Tal como os déspotas, Lula desconhece limites.

    O resultado das eleições de 3 de outubro tem como nota a contenção da dimensão plebiscitária que o presidente Lula imprimiu à campanha, valendo-se de seu cargo e sua popularidade. Ao se empenhar, sem maiores freios, em mover e desequilibrar o eleitorado em favor da candidatura Dilma Rousseff, buscou beatificadora consagração da sua pessoa e do seu governo.

    A postura do presidente na campanha eleitoral do primeiro turno tem muito que ver com o que, na Grécia clássica, se denominava hybris: a violação da norma da medida, estipuladora de limites. Existe hybris que, para os gregos, acaba sendo sancionada toda vez que é ultrapassada, como dizia Platão, “a medida do justo”.

  12. maisvalia
    octubre 17th, 2010 a las 11:59

    IMAGEM = DUAS PAIXÕES

  13. F.Castro
    octubre 16th, 2010 a las 21:17

    BIOGRAFIA COMPARADA ENTRE SERRA E dilma.

    Aí vai, etapa por etapa, a vida dos dois:

    José Serra tem 68 anos, é paulista, filho de imigrantes italianos, o pai vendedor de frutas no Mercado Público, foi criado em uma pequena casa quarto e sala, geminada com outras 24, em São Paulo.
    Dilma Rousseff tem 62 anos, é mineira, filha de um imigrante húngaro, rico empreiteiro e dono de construtora, proprietário de dezenas de imóveis em Belo Horizonte, foi criada em um grande e espaçoso apartamento em Belo Horizonte.

    Somente quando chegou ao Científico, a família Serra mudou-se para um apartamento de dois quartos, alugado. Antes disso, moraram em uma pequena casa em rua de chão batido.
    Imóvel não era problema para a rica família Rousseff, que passava férias no Rio. Um dos espaçosos apartamentos foi cedido para Dilma utilizar, exclusivamente, como esconderijo seguro para os grupos terroristas dos quais participava, de onde saíam para praticar atentados, roubar e seqüestrar.

    No início dos anos sessenta, vinculado à política estudantil, Serra foi presidente da União Estadual de Estudantes, de São Paulo, e da União Nacional dos Estudantes, com apoio da Juventude Católica. Democrata, sempre usou o palanque e a tribuna como armas, jamais integrando grupos terroristas e revolucionários manipulados pelo comunismo internacional.
    Dilma, por sua vez, neste mesmo período, fazia política estudantil nas escolas mais burguesas de Belo Horizonte. Em 1963, ingressou no curso clássico e passou a comandar uma célula política em uma das mais tradicionais escolas da cidade, onde conheceu futuros companheiros de guerrilha, como o atual prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel.

    Em 1964, Serra exilou-se na Bolívia e, posteriormente, na França, retornando ao Brasil em 1965, na clandestinidade. Ainda neste ano, foi para o Chile, onde ficou durante oito anos. Com a queda de Allende, foi para a Itália e, posteriormente, para os Estados Unidos. Teve uma vida extremamente produtiva no exílio, onde adquiriu sólida formação acadêmica, foi professor e consultor.
    Em 1964, Dilma começou a conviver com terroristas de esquerda, iniciando a sua carreira como militante na luta armada. Neste período ingressou na POLOP, Política Operária, onde militou até ingressar na universidade.

    Em 1967, Serra casou-se com a psicóloga e bailarina Sílvia Mônica Allende, com quem tem dois filhos e dois netos e continua até hoje casado.
    Dilma também casou-se em 1967, com o terrorista e guerrilheiro Cláudio Galeno de Magalhães Linhares (“Aurelio”, “Lobato”). Quando o primeiro marido a deixou, para ir cumprir missões em outros países, sequestrando um avião no Uruguai, por exemplo, teve um segundo casamento com Carlos Franklin Araújo, com quem teve uma filha. Desde 2000, não está casada.

    Serra interrompeu a sua formação acadêmica em função do exílio, que impediu que seguisse a carreira de Engenheiro. No entanto, no Chile, fez um mestrado em Economia e foi professor de matemática na CEPAL. Posteriormente, nos Estados Unidos, fez mais um mestrado e um doutorado na prestigiada Universidade de Cornell. Tem uma das mais sólidas formações na área no Brasil.
    Dilma ingressou em 1967 na faculdade de Ciências Econômicas da UFMG. Ali participou da criação do sanguinário grupo COLINA, Comando de Libertação Nacional. Posteriormente, participou ativamente da fusão entre a COLINA e a VPR, Vanguarda Popular Revolucionária, quando surgiu a violenta VAR-P, Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, responsável por dezenas de crimes contra civis e militares.

    Serra permaneceu 10 anos longe do Brasil. Retornou em 1977, dois anos antes da Lei da Anistia, sendo um dos únicos que voltou sem nenhuma garantia de liberdade e ainda com os direitos políticos cassados.
    Enquanto isso, Dilma estava na clandestinidade, participando de ações armadas, recebendo treinamento para guerrilha no exterior, ministrado por organizações comunistas internacionais. Aprendeu a usar o fuzil com maestria, especialmente na atividade de montá-lo e desmontá-lo no escuro. Foi presa em 1970, permanecendo nesta condição até 1973.

    Em 1978, Serra iniciou a sua carreira política, que este ano completa 32 anos. Neste ano, teve sua candidatura a deputado impugnada, sob a alegação de que ainda estava com os direitos políticos suspensos. Foi admitido como professor de Economia na UNICAMP, onde ficou até 1984.
    Em 1973, Dilma Rousseff retomou o curso de Economia na UFRGS, no Rio Grande do Sul, onde estava preso seu segundo marido, Carlos Araújo. Ingressou, junto com o marido, no PDT e recebeu um cargo de estagiária na Fundação de Economia e Estatística, em 1977. Em 1978, Dilma Rousseff começou a fazer o mestrado na UNICAMP e, depois, o doutorado. Durante anos, mentiu em seu currículo que tinha concluído os dois cursos quando, na verdade, mal cursou os créditos, que representa quando muito 10% de um título acadêmico strictu sensu.

    Em 1983, Serra iniciou, efetivamente, a sua carreira como gestor, assumindo a Secretária de Planejamento do Estado de São Paulo.
    Em 1985, Dilma assumiu a Secretaria Municipal da Fazenda, em Porto Alegre, no governo do pedetista Alceu Collares, com quem tem uma dívida de gratidão. Hoje Collares é conselheiro de Itaipu.

    Em 1986, Serra foi eleito deputado constituinte, com a maior votação do estado de São Paulo. Foi o deputado que aprovou mais emendas no processo da Constituinte: apresentou 208 e aprovou 130, uma delas criando o Fundo de Amparo ao Trabalhador. Liderou toda a reformulação orçamentária e de planejamento do país, no período, que começaram a estruturar as finanças brasileiras, preparando-as para o futuro Plano Real.
    Dilma saiu da Secretaria da Fazenda de Porto Alegre em 1988, sendo substituída pelo hoje blogueiro Políbio Braga, que afirma: “ela não deixou sequer um relatório e a secretaria era um caos.”

    Serra foi um dos fundadores do PSDB, em 1988. Foi derrotado por Luiza Erundina, do PT, nas eleições para prefeito de São Paulo. Em 1990, foi reeleito deputado federal com a maior votação em São Paulo.
    Em 1989, Dilma foi nomeada Diretora-Geral da Câmara de Vereadores de Porto Alegre, na cota do marido no PDT. Alguns meses depois foi demitida, pois não obedecia horários e faltava a todas as reuniões, segundo Valdir Fraga, o presidente da Casa, à época.

    Em 1994, Serra foi um dos grandes apoiadores do Plano Real, mesmo com idéias própria que o indispuseram, por exemplo, com Ciro Gomes. Neste ano, foi eleito senador por São Paulo, com mais de seis milhões de votos. Em seguida, assumiu o Ministério do Planejamento.
    Em 1995, voltou para a FEE, mas como funcionária, já que o PDT havia perdido a eleição. Ali editou uma revista de indicadores econômicos, enquanto tentava acertar o seu “doutorado” na UNICAMP.

    Em 1998, José Serra assumiu o Ministério da Saúde, criando os genéricos e o Programa de Combate a AIDS. Criou a ANS e ANVISA. Foi considerado, internacionalmente, como uma referência mundial em gestão na área.
    Em 1998, na cota do PDT, assume a Secretaria de Minas e Energia, no governo petista de Olívio Dutra, eleito governador gaúcho.Vendo que o partido de Brizola estava decadente, ingressou no PT.

    Em 2002, Serra candidatou-se à Presidência, sendo derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva.
    Em 2002, Dilma foi nomeada ministra das Minas e Energia do governo Lula, puxando o tapete de Luiz Pinguelli Rosa, mestre em engenharia nuclear e doutor em física, que coordenava o grupo de transição.

    Em 2004, Serra elegeu-se Prefeito de São Paulo.
    Em junho de 2005, Dilma assumiu o lugar de José Dirceu, o chefe da sofisticada organização criminosa do mensalão, sendo saudada por ele como “companheira de armas e de lutas”, em memória aos tempos da guerrilha.

    Em 2006, elegeu-se Governador de São Paulo, cargo que exerce até os dias de hoje. É o candidato natural da oposição à Presidência da República.
    De lá para cá, vem sendo imposta por Lula como a candidata biônica do PT à presidência da república. No dia 20 de fevereiro de 2010, foi ungida, sem nunca ter conquistado um só cargo público pelo voto ou por concurso, a candidata da situação à sucessão de Lula.

  14. maisvalia
    octubre 16th, 2010 a las 15:28

    A mentira como negação de si.
    Tenho notado no facebook, algumas posturas antiamericanas: é tudo que Lula e Dilma desejam.
    Embora seja o nosso maior parceiro comercial, a “politica externa” petista, tenta adular a “esquerda”
    internacional, esperando obter apoio para enaltecer “O grande estadista” da América Latina, e, posteriormente, elevá-lo, ao cobiçado cargo de primeiro secretário da ONU…

    Com o ego, completamente destroçado, matérias são pagas à grandes jornais e intituições, enaltecendo
    o “Timoneiro”, que levará o mundo a sua eterna e definitiva salvação…
    A mais recente demonstração de descontrole, beirando a sociopatía da precária figura, foi sua declaração de que (sic) ” A opinião pública, somos nós!”

    É evidente, que os EUA, não são exatamente os mocinhos da História, mas daí, a satanizá-los por
    todos os erros ocorridos no planeta, é esquecer, deliberadamente, a loucura islamita, evidenciada
    em psicopatas, como Ahmadinejad, que repete à exaustão, sua pretensão de “varrer Israel do mapa!”

    Em verdade, não existem mais “paises”,como compreendíamos; o que formou-se, sobretudo após a recente crise mundial econômica, são corporações, que deslocam seus investimentos à velocidade
    supersônica em paises cujos juros lhes sejam mais favoráveis. ( vide o Brasil…)

    O volume impressionante, de informações, que biológicamente, não temos condições de absorver,
    democratiza em segundos, “certezas” que revelam-se superadas, e substituídas por outras, que por sua
    vez, igualmente em segundos deixam de existir.

    Aos que não se conformam com as irreversíveis mudanças, resta a mumificação ideológica(caso de Plinio Arruda Sampaio…) ou a mentira como “estratégia” Granscista…( Lula, Dilma e todo o PT!)
    Postado por Carlos Vereza

  15. maisvalia
    octubre 16th, 2010 a las 15:26

    os pobre

    Em carreata em Belo Horizonte nesta tarde, passando pelo rico bairro das Mangabeiras, os moradores acenavam com o polegar pra baixo a Dilma e Lula que iam num jipe aberto. Depois, falando em palanque, Lula disse que “os ricos agora têm preconceito e medo da Dilma”.

    “Eu fico constrangido, porque aquelas pessoas ricas foram as que mais ganharam dinheiro no meu governo. O que aquelas pessoas não conseguiram foi superar o preconceito contra um metalúrgico ser presidente e fazer pelo Brasil o que eles não conseguiram fazer”.

    E dirigindo-se a Dilma, que estava ao lado dele no camihão-palanque, disse que a candidata “viu a diferença da elite e do povo”. Sua pupila deve ter ficado encantada com a lição, do metalúrgico que há trinta anos mora numa cobertura de 4 quartos. Junto a eles esta outro pobre, o vice-Alencar. TREM AZUL

  16. F.Castro
    octubre 16th, 2010 a las 14:49

    BOM DIA STALINàCIO DA SILVA

    Sabe Luiz, tal como você, também sou de origem humilde. Minha mãe lavou muita roupa e fez muito crochê para me criar. Depois, minhas irmãs cresceram e foram ser tecelãs numa indústria em Bauru …
    Estudamos em escola pública. Naquele tempo nem calçado tinha. Ganhava roupas usadas e me sentia uma rainha.
    Com muito custo estudamos, Luiz Inácio!
    Desde 5 anos eu já ajudava em casa para minhas irmãs trabalharem e minha mãe também. Com 12 anos comecei a trabalhar fora, como doméstica, depois metalúrgica, até que terminei meu colégio e ingressei numa Universidade Pública.
    Luiz Inácio, nunca fiz cursinho, nunca fui incentivada, levantava às 4 e ia dormir uma da manhã; tomava vários ônibus.
    Caminhava muito, comia pouco, vivia para os estudos e, engraçado, nunca perdi um ano, nunca perdi uma aula e, Graças a Deus, em 1983 me formei em Medicina. Me especializei, me casei e junto com meu marido luto para dar o melhor para as minhas filhas.
    Hoje sou preceptora em uma Universidade, ganho tão pouco que é uma vergonha ser médico nesse país… depois que você quis brincar de presidente, as coisas pioraram ainda mais, mas o que se há de fazer.

    Agora, vem cá: Você é pobre e não teve condição de estudar ? ? ?
    Não me engana com esse rosário… mas não mesmo…
    Sua mãe era analfabeta? Empatamos; a minha também, eu ensinei a ela conforme ia me alfabetizando até aparecer o Mobral – desculpinha esfarrapada essa sua heim???
    Eu engoli você esses 8 anos, com suas gafes, seus roubos, (e como sei de coisas…. conheço o Palocci)… e sempre fiquei na minha, quieta porque é um direito seu….
    Mas, hoje, ao ligar a televisão e ver você, hipocritamente, chamar a todos os brasileiros de burros e incompetentes, lamento.. Mas foi a gota d’água! …
    Não julgue os outros por você… não me compare a sua laia … Sou apolítica, mas sou brasileira e em momento algum o senhor fez por merecer todo carinho que essa gente lhe dá.
    Luiz Inácio, falar que o POVO BRASILEIRO NÃO TEVE INTELIGÊNCIA SUFICIENTE PARA DECIDIR A ELEIÇÃO, creia, foi a pior frase que você poderia ter dito… Posso até concordar que 48% não teve inteligência porque vive na ignorância, na mesma que você julga que o povo brasileiro tem.

    Eu só espero que essa sua frase, dita num sorriso de quem já tinha bebido todas… ecoe de Norte ao Sul do País e acorde esse povo que como eu lutou muito para chegar onde está… que como eu, não agüenta mais pagar impostos para o senhor e sua corja gastarem com sabe-se lá o que.

    Foi mal Luiz Inácio… muito mal mesmo!
    Uma brasileira.

    DRA. MARISE VALÉRIA SANTOS – CRM 77.577-SP
    ———————————————————————————————————-
    ” O que me preocupa não é o grito dos sem ética, dos sem caráter, dos corruptos, dos sem vergonha. O que me preocupa é o silêncio dos bons”.

    Martin Luther King

  17. maisvalia
    octubre 16th, 2010 a las 13:21

    O DITADOR CEAUSESCU VIRA GRIFE — Nessa linha do horror, até o sanguinário ex-ditador da Romênia, Nicolae Ceausescu, pode virar grife. O único filho vivo dos três que teve Ceausescu com sua mulher, Elena — ambos fuzilados após julgamento sumário em dezembro de 1989 –, Valentin, e o genro, Mircea Oprean, registraram seu nome como marca.

    Ceausescu governou a Romênia por 32 anos, inicialmente como um dirigente comunista independente de Moscou. Aos poucos, entrou num delírio de poder que o levou a desatinos como remover populações inteiras de uma parte a outra do país, destruindo antigas aldeias em nome de uma modernidade que nunca chegou.

    O sanguinário ex-ditador da Romênia, Nicolae Ceausescu,pode virar grife

    O sanguinário ex-ditador romeno Nicolae Ceausescue e a mulher, Elena: agora, marca registrada

    Construiu para si próprio um gigantesco e horrendo “Palácio do Povo”, o maior edifício do mundo depois do Pentágono, enquanto a corrupção grassava e a temida polícia política, a Securitate, se livrava dos adversários do regime. Quando enfim foi fuzilado após uma rebelião popular, a Romênia estava economicamente exaurida e moralmente esfacelada.

    Agora, à medida que os romenos vão se esquecendo do passado e chegam as novas gerações, se tornará, quem sabe, nome de um vinho, de um clube noturno, de um sorvete…

  18. F.Castro
    octubre 16th, 2010 a las 10:16

    Refugiado otário a atual governadora do PT do Pará Ana Julia Carepa, derrotada no primeiro turno vergonhosamente, agora está abraçada com o ex-governador Almir Gabriel responsavel pela desocupação dos vagabumdos do MST da curva do S, em Eldorado do Carajas. Agora Ana Julia é Almir Gabriel desde criancinha.
    E o os petralhas estão no poder no Pará a quatro anos, os outros l2 anos quem aplicou e desenvolveu Eldorado de Carajas foi o PSDB. Vai estudar vagabundo, e para com o chupa e cola de texto da internet, vagabundo.

  19. maisvalia
    octubre 16th, 2010 a las 10:11

    MULTICULTURALISMO

    É a expressão do pensamento afásico da criatura eleitoral de Lula. Uma ova, minha senhora! A condenação de Sakineh não é algo que ofende almas sensíveis. Trata-se de uma brutalidade que fere o que tem de ser considerado um padrão universal, sim, de civilização, que não pode ser seqüestrado pela canalha relativista — canalha esta tão mais propensa a reconhecer os “valores particulares” de cada país quanto mais esses valores se chocam com o Ocidente que adoram detestar. E só podem detestá-lo, diga-se, porque as prerrogativas democráticas que ele oferece lhes faculta a expressão de seu odioso pensamento. Eis aqui, leitores, um grande paradoxo: as democracias permitem até a manifestação do mal; as tiranias costumam proibir a expressão do bem. Lula e Dilma são amigos dos tiranos.

  20. maisvalia
    octubre 16th, 2010 a las 10:10

    KÁTIA ABREU – O Estado de S.Paulo
    Nada obsta mais a reforma agrária no Brasil que a manipulação político-partidária que dela se faz. A estratégia criminosa de invasões de terras é a ponta de lança desse processo. Transforma o produtor rural em vilão e o invasor em vítima, numa espantosa inversão de valores. A entidade que tudo patrocina, o Movimento dos Sem-Terra (MST), inexiste juridicamente, o que impede reparações judiciais.
    O governo, que deveria garantir a segurança dos contribuintes, faz vista grossa, emite declarações simpáticas aos invasores e chega ao requinte de produzir um decreto, o PNDH-3, em que os considera parte a ser ouvida antes de o invadido recorrer à Justiça para reclamar a reintegração de posse. Pior: financia os invasores, via ONGs constituídas com a única finalidade de gerir uma entidade abstrata, embora concreta em seu objetivo predatório. Acumulam-se aí ilícitos: além da invasão, há o ato irregular governamental, denunciado pelo ministro Gilmar Mendes, do STF, de financiar entidades que burlam a lei.
    Quanto já foi gasto – sabe-se que são centenas de milhões de reais – a pretexto da reforma agrária, em dinheiro repassado a essas ONGs? E o que de concreto foi feito para realizá-la? Qual a produtividade dos assentamentos do MST? São perguntas sem resposta, que justificaram a instalação de uma CPI mista no Congresso Nacional, sistematicamente sabotada pela maioria governista.
    Em vez de respondê-las, os agentes partidários, travestidos de funcionários públicos, empenham-se em difundir a infâmia de que a maioria dos produtores rurais ou é predadora do meio ambiente ou escravagista. A manipulação de causas contra as quais ninguém, na essência, se opõe é um dos truques de que se vale uma certa esquerda fundamentalista, adversária da livre-iniciativa, para manter como reféns os produtores rurais, difamando-os.
    Nenhuma pessoa de bem – e a imensa maioria dos produtores rurais o é – é a favor do trabalho escravo ou da destruição do meio ambiente. Mas isso não significa que concorde com qualquer proposta que se apresente a pretexto de defender tais postulados. Não basta pôr na lei punições contra o “trabalho degradante”. É preciso que se defina o que é e o que o configura concretamente, princípio elementar da técnica jurídica.
    A lei não pode ser meramente adjetiva, o que a torna, por extensão, subjetiva, permitindo que seja aplicada conforme o critério pessoal do agente público. Foi esse o ponto que me fez, como deputada federal e depois como senadora, exigir emendas a uma proposta legislativa de punição por trabalho escravo. Não o defendo e o considero uma abjeção inominável. Quem o promove deve ser preso e submetido aos rigores da lei, sem exceção, sem complacência. Mas tão absurdo e repugnante quanto o trabalho escravo é manipulá-lo com fins ideológicos.
    O que se quer é o fim da livre-iniciativa no meio rural, pela sabotagem ao agronegócio, hoje o segmento da economia que mais contribui para o superávit da balança comercial do País.
    A fiscalização das propriedades rurais está regulada pela Norma Regulamentar n.º 31 do Ministério do Trabalho (MT), que tem 252 itens e desce a detalhes absurdos, como estabelecer a espessura do pé do beliche e do colchão.
    Afirmei, em razão desses excessos, ser impossível cumpri-la em sua totalidade e que havia sido concebida exatamente com essa finalidade. Tanto bastou para que fosse acusada de defender o trabalho escravo, recusando-me a cumprir práticas elementares, como o fornecimento de água potável e condições básicas de higiene. Desonestidade intelectual pura.
    A Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que presido, tem sido bem mais eficaz que o Estado na fiscalização trabalhista nas propriedades rurais. Basta conferir os números: os grupos móveis de fiscalização do MT percorreram, em sete anos – de 2003 até hoje -, 1.800 fazendas. A CNA, em 90 dias, percorreu mil fazendas e já está promovendo o circuito de retorno, para averiguar as providências tomadas.
    A CNA, com o objetivo de aprimorar o trabalho no meio rural, vai criar um selo social – uma espécie de ISO 9000 trabalhista – para qualificar as propriedades-modelo, qualificando também sua produção. Esse selo indicará não só zelo social, mas respeito ao meio ambiente e adoção de práticas produtivas adequadas. Não queremos responder às injúrias com injúrias, mas com demonstrações concretas de nosso empenho em contribuir para o desenvolvimento econômico e social do País.
    É preciso que se saiba que 80% dos produtores rurais brasileiros são de pequeno e médio portes e não suportam economicamente esse tipo de sabotagem, que se insere no rol de crimes contra o patrimônio, de que as invasões de terras são a ponta de lança.
    Em quase todos os casos, os enquadrados como escravagistas não são processados. E por um motivo simples: não o são. As autuações trabalhistas que apontam prática de trabalho escravo são insuficientes para levar o Ministério Público a oferecer denúncias pela prática de infrações criminais. O resultado é que, enquanto isso não ocorre, o produtor tachado de escravagista fica impedido de prosseguir em seu negócio e acaba falido ou tendo de abrir mão de sua propriedade. A agressão, como se vê, não é somente contra o grande proprietário, mas também contra a agricultura familiar, cuja defesa é o pretexto de que se valem os invasores e difamadores.
    Diante disso tudo, não hesito em afirmar que se hoje o processo de reforma agrária não avança no País a responsabilidade é dessa esquerda fundamentalista, que manobra o MST, consome verbas milionárias do Estado e proclama a criminalização dos movimentos sociais. Não há criminalização: há crimes, com autoria explícita. O MST, braço rural do PT, não quer a reforma agrária, mas sim a tensão agrária, de preferência com cadáveres em seu caminho, de modo a dar substância emocional a um discurso retrógrado e decadente. Reforma agrária não é postulado ideológico, é imperativo do desenvolvimento sustentado. Por isso a CNA a apoia. Por isso o MST e a esquerda fundamentalista não a querem.

  21. maisvalia
    octubre 16th, 2010 a las 10:09

    “A revolução deve ser magnânima; do contrário não é mais revolução. Começa-se punindo os inimigos vencidos, inclusive os canalhas, depois se toma gosto pela coisa e não se acaba mais de punir, de matar, num movimento sem fim: exterminados os verdadeiros inimigos, deve-se eliminar os que não queriam exterminá-los, e depois os que não queriam exterminá-los imediatamente, e depois outros ainda, todos, a revolução deve destruir a si mesma e assim desaparecer no caminho”
    Trecho do livro Às cegas de Claudio Magris.

  22. maisvalia
    octubre 16th, 2010 a las 10:08

    Genealogia da esquerda

    Consuetudinariamente sou inquirido a respeito do meu salutar ódio à esquerda, retroalimentado todas as manhãs através de farinha láctea Nestlé, Biotônico Fontoura e Taffmann E como mamãe me ensinou.

    Apesar de as aparências aduzirem a um fanatismo xiita dos “reacionários”, eivado de histéricos faniquitos de fobia por progresso, pelas liberdades, pelas cultura e por todas as benesses que foram graciosamente concedidas à humanidade por Karl Marx, em verdade trata-se ipso facto de um amor incondicional aos mais modernosos e atuais elementos de progresso da civilização: a cultura greco-romana, a calça jeans, o papel higiênico macio, o thrash metal, a possibilidade de pagar R$66,00 numa edição de luxo de O Capital, a pena de morte e uma internet cheia de pornografia que não será baixada sozinha.

    Inobstante, fatores históricos, cujo atraso grita horridamente, perpetuam a eterna azáfama, a saber: a coisa antiga precisa ser trocada por uma coisa nova, cometendo o eterno erro hegeliano: acreditar religiosamente que idéias envelhecem e precisam ser substituídas pela força do tempo por idéias novas, não importa quão piores sejam – exatamente como se trocam cuecas.

    Há 2.500 anos Platão demonstrava pela primeira vez como seria uma sociedade sem Estado, supostamente perfeita, onde todos seriam filósofos. Nos últimos 400 anos, diversos pensadores, como Vico, Saint-Simon, Robert Owen, Leroux, Fourier, Marx, Engels, Lênin, Trotsky e Stálin, quiseram mudar o que era velho por um novo sonho seguidor de regras auto-definidas – nos últimos, desta feita, com um estágio totalitário só pra se extinguir sozinho logo depois. Com este mesmo tempo a marchar, algumas idéias se provam pouco atinadas com aquela entidade abstrata chamada de mundo real pelos sábios, enquanto outras denunciam que nem toda idéia nova é necessariamente melhor do que uma antiga – como o provam o tênis Conga, a Cherry Coke e a dance music. Piorando: as idéias mais novinhas em folha acabam se tornando cafonas e velhas em menos tempo do que conceitos como liberalismo, que poucos percebem serem tão mais novos.

    Neste contexto, nada pode ser mais esquisito do que um esquerdista usando a internet. A imagem de um blogueiro de esquerda é mais anacrônica do que Lady Gaga tocando num gramofone. Quando um ser vivo se considera progressista, alguém precisa lhe avisar de que esse progresso está fora de moda.

    Genealogia de uma revolta

    Aquilo que se chama “pensamento progressista” não passa de uma epopéia velha e com ares de estória da carochinha para enganar adultos velhos, que acham que deixar de serem adolescentes para ficarem gagás é sinal de maturidade.

    Todo pré-adolescente se indignou com as injustiças do mundo e, ao perceber que as únicas delas que possuem entidades construídas para lidar ad hoc com suas peripécias são a política e a religião, imediatamente passa a se revoltar obstinadamente contra elas. Ainda que se possa atingir uma profunda sapiência nesse questionamento de ambas, críticas rasteiras só levam a manter a platitude de pires que caracteriza o pensar ressentido.

    Na prática, o progressismo é um modo pedante de exprimir uma noção bobalhóide, a saber: algumas pessoas ganham mais pelo tempo de trabalho do que outras (e aqui o tempo de trabalho é a única medida permitida: ignora-se a educação, especialização etc), e os filhos dessas nascerão, já, com oportunidades desiguais em relação aos outros. Logo, o único modo de acabar com a iniqüidade é proibindo que tempos de trabalho iguais (novamente, a única aferição válida) permitam pagamentos diferentes. Como a única maneira de se proibir que isso ocorra em todo lugar é através do Estado, que pode coagir qualquer empresa (empresa tal que poderia ofercer emprego mais atraente do que trabalhar para o Estado), resta tomar o poder a força e obrigar toda pessoa e organização a seguir a mesma métrica.

    O progressista, assim, parte de uma idéia até bacaninha, quando se tem pouca idade e experiência com as leis de Newton: já que caridade faz bem a algumas pessoas, se todas fizerem, o mundo será melhor. Nem um único progressista na história da evolução humana foi capaz de se perguntar qual o maior número: quantas pessoas podem fazer caridade ou quantas que só podem recebê-la? Pior: não se trata mais apenas de caridade, de boa vontade por parte do sujeito – trata-se de fazer o Estado controlar a “caridade”: não se dá mais nada ao seu vizinho, mas sim dá-se tudo ao Estado para que este redistribua. E se ele vier pedir uma xícara de açúcar, que faça piquete e instaure uma assembléia extraordinária.

    O progressista nada mais quer do que fazer com que o Estado controle o progresso. É uma idéia que rendeu muitos livros e deu fama a diversos filósofos, mas nunca fez com que o Estado criasse riqueza. Nunca fez com que indivíduos vivendo sob o jugo do Estado vivessem melhor do que aqueles vivendo em um país com tradições liberais fortes.

    O progressista acreditou na Gurgel e na reserva de mercado. O reacionário permitiu que o Google, o mp3 e o iPad fossem inventados.

    O reacionário inventa um produto novo e melhora a vida das pessoas. O progressista cobra imposto.

    Progressista, enfim, é o cara que só lê livros escritos há menos de 30 anos. Progressista é só o burguês que odeia burguês.

    Enquanto o progressista acredita que está indo contra um velho sistema, o progresso já atropelou todos os progressistas – o progresso significa iPod, não sindicato. Mas sem consciência de perceber a sabugice de usar internet wireless que as privatizações permitiram para pedir bolsa do governo, o progressista é alesmaiado em sobejância para atentar para o fato de que a única coisa públicagratuitaedequalidade que existe é o Google.

    Destruindo todas as réstias de inteligência que a combinação de ilusão de progresso com controle estatal possa permitir sobreviver, o progressista não apenas acredita que repapagaiar uma aleivosia sobre “progresso” ad nauseam seja algo que aponte pro futuro, como também acredita que tudo o que não seja filiado a um sindicato ou “movimento social” seja coisa retrógrada – mesmo que seja o mesmo pesadelo estatizante, com discurso (e apenas discurso) menos planificante: qual seja, o fascismo.

    Pensam, ademais, que são o exato oposto do fascismo em todos os aspectos. Uma simples análise demonstra como esta pecha de “fascista” para todos os seus inimigos fala mais sobre a esquerda cega a si mesmo do que a qualquer dos seus desafetos.

    Fascistas e esquerdistas são favoráveis a controlar o que acham que pode gerar injustiças sem que esteja em seu total e irrestrito poder. Aquela anarquia do mercado que gera “desigualdade” deve ser rigidamente controlada pelo Estado, em ambos os sistemas. A liberdade de imprensa, que pode gerar “oposição” e uma “mídia golpista”, também é rigorosamente impedida. A criminalidade deve ser rest… ops! Essa só pode ser controlada no fascismo!

    E, claro, não importa o quanto você seja contra toda a outra opressão estatal em todas as áreas em que ela nociva, enquanto os progressistas que lutam pelo “social” não o sejam: se você quer controlar a criminalidade, imediatamente será alguém contra o progresso, um fascistóide!

    É claro que sobra ao progressista se encontrar com seus pares de inteligência apoucada em comunidades na internet. E sem nunca poder afirmar que se quer que o Estado proíba tudo o que é privado, apela-se para o neoromantismo da “social democracia”. Seria uma idéia menos panaquinha, não fosse o vezo progressista em tomar o nome apenas para não se considerar algo menos “progresso prafrentex”, como, num exemplo aleatório, “comunista”. Afinal, é lindo se considerar “social democrata”, mas pense em privatizar uma empresa podre, dando prejuízos horrendos aos contribuintes, e torná-la uma das empresas mais lucrativas do mundo, que rende mais ao governo só em impostos do que em lucro bruto (!!!) e… você deixará de ser um democrata com visão social (?!) por conta disso!

    Por fim, há uma diferença fundamental entre pessoas de direita e de esquerda. Pessoas de direita gostam de armas e especulação financeira. Pessoas de esquerda gostam de maconha e Tom Zé. Algum desses lados tem de estar errado.

    Assim falou Flavio Morgenstern

  23. maisvalia
    octubre 16th, 2010 a las 10:07

    O desespero dos petistas
    José Genoino, o mais genuíno dos mensaleiros, pegou apenas suplência nas últimas eleições. Desesperado, manda carta aos correligionários (veio parar na minha caixa também, hehe) criticando a “mídia” e atacando a oposição. Claro, para ele é importante que Dilma Ruimself vença: só assim terá alguma “boquinha”. Cita o chapa-branca Mino Carta, que diz da oposição o que vale apenas para o lulismo, e, maniqueísta, fala em “nós” e “eles”, os inimigos. Aí vai um trecho (saquinho, por favor):

    Mas a luta não espera e este segundo turno está se tornando o embate eleitoral mais radicalizado da nossa história. Mino Carta tem razão quando diz que a oposição transformou a campanha num “festival de preconceitos e recalques, de raiva e ódio, de calúnias e mentiras, indigno de um país civilizado e democrático. É o coro da arrogância, da prepotência, da ignorância, da vulgaridade”. A oposição e amplos setores da mídia não estão poupando escrúpulos e dão mostras de que farão qualquer coisa para derrotar Dilma e interromper as mudanças no Brasil. Sempre dissemos que esta eleição é a mãe de todas as batalhas, para nós e para eles! E é por isso que não podemos vacilar. Temos um pouco mais de duas semanas para garantir a vitória e a continuidade do projeto que colocou o Brasil no caminho da justiça social, do desenvolvimento e da soberania.

  24. maisvalia
    octubre 16th, 2010 a las 10:06

    Realmente, na banânia do molusco presimente , todos são alfabetizados (não existe analfabeto funcional), tem água encanada e esgoto para toda a população, não sofrem com doenças tropicais – dengue e maleita -, temos rodovias iguais às dos imperialistas yankees, aeroportos confortáveis e modernos, estádios já prontos para a copa e olimpíada…

    Enquanto isso nas sudsenvolvidas frança e espanha, seus habitantes ainda tem que se descupar por sartre e picasso serem capitalistas, hehehehe

    Devem ter alguma alteração cerebral estes adoradores da rolha socialista. Quiçá foram geridos pela mama putana quando a vaca fazia algum curso esquerdopata terrorista nas proximidades de Chernobyl, hehehe

    “Cabeças sem cérebro, ou robotizadas pela rendição incondicional a um demagogo besuntado de soberba, ou ao ditador fardado de esquerda não têm o que fazer no blog. O Programa Bolsa Imprensa espalhou pela internet dezenas de blogs estatizados. Todos hospedam com pompas e fitas o coro dos contentes. Os patrulheiros fanáticos e os servos vocacionais que navegam pela internet devem escolher um deles para a celebração da ilha paraíso prisão ou do Brasil Maravilha que Lula inventou. E mais, ensina que os democratas não podem permitir que os pastores da escuridão invoquem cinicamente a liberdade de imprensa para a destruição do Estado de Direito.”

    VÃO TOMAR NO CÚ ADORADORES DO ANALFABETISMO E DO COMUNISMO SOCIALISTA ASSASSINO

  25. refugiado
    octubre 16th, 2010 a las 09:29

    é isso aí direto do chile. segue texto:

    Assentamento garante escola e renda para 10 mil pessoas em Parauapebas 8 de outubro de 2010

    O assentamento Palmares, que tem 16 anos, está organizado em dois núcleos onde moram aproximadamente 10 mil pessoas, em Parauapebas, no Pará. Algumas características são diferentes de assentamentos do sul e sudeste do Brasil. “As famílias possuem lote urbano e rural dentro dos seus 15 mil hectares”, explica uns dos coordenadores do Palmares, Eurival Martins, o Totô.

    Ele diz que o modo de sobrevivência dos assentados do Palmares é pautado pela agricultura camponesa, para subsistência e venda do excedente por meio das cooperativas organizadas dentro do assentamento, que escoam a produção para feiras e supermercados da região de Parauapebas, município onde está localizado.

    Além dessas, outras atividades econômicas são desenvolvidas. Segundo Totô, “os moradores organizaram uma cooperativa de transporte para atender a comunidade e todo comércio no Palmares é de propriedade dos assentados”.

    A educação é outra prioridade. A Escola Municipal Aprendendo na Prática possui 1436 alunos matriculados atualmente, entre os ensinos médio e fundamental. A diretora Deusa Matos conta que a escola atende inclusive jovens de outras comunidades da região.

    Deusa relembra com orgulho a fundação da escola, em 1994. “A pedra fundamental desse colégio foi plantada quando ficamos acampados cinco meses em frente ao Incra, em Marabá. Nesse período vimos a necessidade de alfabetizar nossas crianças e organizamos também o setor de educação do MST no Pará”, diz.

    Os investimentos em educação não pararam por aí. O futuro é ainda mais promissor com a construção do Instituto Latino Americano de Agroecologia (IALA) no assentamento. Sua estrutura contará com 20 salas de aula e um auditório para 400 pessoas. Serão ministrados cursos de especialização para alunos de todo o Brasil e América Latina, em parceria com Universidade Federal do Pará (UFPA).

    Charles Trocate, da coordenação nacional do MST, deixa claro o objetivo do instituto: “Queremos que nossos militantes e estudantes ajudem na resolução dos problemas que se apresentam na sociedade”.

    Contador de histórias

    Dentre os diversos moradores do assentamento Palmares, Francisco Marques Ferreira Filho, o Chico, se emociona ao contar a sua trajetória e a das famílias até a conquista do assentamento. “Quem vê isso aqui hoje não sabe a luta que travamos para conseguir esse pedaço de terra”.

    Chico conta que a primeira área a ser ocupada foi o cinturão verde, controlado pela mineradora Vale em Parauapebas. “Militantes do MST fizeram trabalho de base no município de Curionópolis para ocuparmos uma área da Vale, como pressão ao governo pela Reforma Agrária. Aceitei na hora, pois vinha do Maranhão em busca do garimpo, mas já não tinha mais nada”.

    Depois disso, área de poder dos latifundiários da família Nardeli, que hoje é parte do Palmares, foi ocupada. “Ficamos três meses intocados dentro da mata, pois a ameaça de pistoleiros era intensa”.

    Embora o Incra tivesse interesse de comprar a área para fins de Reforma Agrária, a família Nardeli negava as negociações. Chico recorda que 1.500 famílias caíram na estrada. “Rapaz, imagine sair daqui com família no meio dessa estrada! Só dava para almoçar, por causa da quantidade de comida, que era pouca”.

    Mas no meio da marcha que iria para Eldorado dos Carajás, os trabalhadores tiveram a notícia de que o governo federal estava prestes a comprar a área. “Foi um dia histórico, o Incra arrumou uns ônibus para as famílias voltarem ao acampamento e 40 companheiros nosso seguiram para Brasília, numa comissão que continha senadores e membros do Instituto de Terra do Estado do Pará (Iterpa), para acompanhar a audiência de negociação com os Nardeli”.

    O governo acabou comprando a terra por um preço superfaturado: “Foi $ 8 milhões por 15 mil hectares de terra”, revela Totô.

    Embates com a Vale

    A mineradora Vale, que corta com sua linha férrea parte considerável do assentamento Palmares, sofreu várias mobilizações feitas pelos assentados contra as imposições da empresa na região. “A mineradora influência em todas as decisões políticas e judiciais na cidade”, aponta Totô.

    A mais emblemática foi a ocupação da linha férrea em 2007. “Foi quase um mês de ocupação para pressionar que o governo municipal e a empresa cumprisse com seus deveres sociais perante a comunidade, tínhamos uma pauta pedindo o asfaltamento da vila urbana, ampliação da escola e saneamento básico, entre outras demandas. Algumas coisas foram cumpridas, outras ainda não”, lembra Chico.

    Chico diz que hoje é satisfatório ver como muitos dos assentados tem outra consciência. “Tinha companheiros que quando chegaram aqui não sabiam ler e escrever, hoje discursam muito bem, se politizaram”, orgulha-se.

    Participante assíduo das mobilizações de hoje e de ontem, que garantiram a conquista das famílias a terra, a soberania alimentar e a uma renda que proporciona boas condições para viver, Chico diz que despertou depois que passou a integrar o movimento.

    “Eu achava que a sina do povo era sofrer, mas no MST aprendi que as conquistas são feitas de luta, como a que conquistamos o assentamento Palmares e o fizemos ao longo desses 16 anos de vida”, conclui.

  26. direto do chile
    octubre 16th, 2010 a las 09:26

    aki não é terra de refugiado. abaixo o serra. vamos continuar as reformas tirando o povo da miséria imposta pela direita cretina.

  27. maisvalia
    octubre 15th, 2010 a las 17:55

    It’s About Nothing

    sexta-feira, 15 de outubro de 2010
    Liberty, once lost, is lost forever
    As falas de Lula da Silva sempre me enojam, principalmente quando ele está ‘em casa’ com o ego inflado e depois do almoço quando já bebeu o ‘elixir da coragem’. As maquinações de seus acólitos também causa a mesma sensação de nojo.
    Posto novamente a série de vídeos do documentário “Muro de Berlim Construção e Queda” produzido em 2008 pelo canal ‘The History Channel’. Foi exibido ano passado no THC ainda com legenda, que era mais legal. O canal atualmente está imbecilizado e todo dublado (acompanhando a TV paga brasileira que segue esta linha em quase sua totalidade). Este vídeo deve ter sido copiado de uma reprise já dublada.
    Quando alguém vier com o papo furado de que o comunismo/socialismo é uma maravilha, que distribui renda, promove justiça social, igualdade, prosperidade, liberdade, democracia e etc lembre-se deste vídeo. Berlim foi um laboratório de estudo acidental entre Comunismo/Capitalismo e entre Socialismo/Democracia durante quarenta anos.
    Se as pessoas estavam tão felizes porque pulavam e arriscavam a vida para ir para o outro lado? Se o sistema era tão bom porque o Estado gastou bilhões só para construir o muro e manter as pessoas presas no seu lado? Porque nenhum berlinense ocidental foi para outro lado e ficou por lá?
    Mesmo depois da queda do muro e a Alemanha reunificada o estrago de quatro décadas de comunismo não foi reparado ainda. Vinte anos após e tanto a Alemanha quanto Berlin ainda se esforçam para reparar o atraso tecnológico econômico deixado pelo comunismo. O próprio Helmut Kohl, chanceler alemão da época da reunificação, disse que visitar a Alemanha Oriental era como entrar em uma máquina do tempo e encontrar a Alemanha de quarenta anos atrás do final do pós-guerra. Kohl dizia que Berlim era o retrato mais desesperador de um lado a cidade parecia ter ficado congelada no tempo em contraste com o lado ocidental. Os cidadão da ex República Democrática da Alemanha precisaram de muito financiamento do governo para se equipararem em qualificação de mão-de-obra de suas contrapartes da ex-Alemanha Ocidental o que gerou muitos conflitos e tensões no pós unificação, pois os cidadãos da Alemanha Ocidental sentiam que estavam sustentando a ex-parte oriental. Até hoje existem ressentimentos entre esta divisão na Alemanha.
    Porque durante os cinqüenta anos da ditadura Castro pessoas tentam escapar para os EUA a qualquer custo? Porque há mais cubanos nos Estados Unidos do que em Cuba?
    Meu problema com Dilma e com o petismo é este. Erich Honecker é um herói para esta gente eles não vêem nada de errado com a Alemanha Oriental, alguns ainda sonham com ela até hoje. Choraram e se desesperaram quando o muro desabou. Irônicamente caiu sob as mãos do mesmo povo a quem se metem a tutelar a vontade e se dizem porta vozes. O problema é que não haverá muros para pular, não haverá vizinhos para onde correr e será tarde demais quando a sociedade alienada acordar do transe e do torpor, pois a adaga da estrela vermelha já estará enterrada em nossas gargantas.
    Usarão o mesmo expediente de sempre: se aproveitarão do próprio sistema para derrubá-lo. O PT tem a maior base aliada de todos os tempos no Senado e na Câmara e isto não foi um mero acidente ou descuido, mas calculado e armado. Cito John Adams: “Mas na Constituição de um Governo, uma vez alterada de sua liberdade, jamais poderá ser restaurada. Liberdade, uma vez perdida, é perdida para sempre.” Ultimamente tenho lido muito o que John Adams, Thomas Jefferson, Ben Franklin e outros Founding Fathers escreveram.
    Este pesadelo que cobre a América Latina e ameaça envolver o Brasil será longo e doloroso. Toda vez que vejo Dilma e o restante da camarilha petistas reforçando que defendem a liberdade, democracia e lançando documentos e manifestos mais certo fico de que a primeira coisa que farão é atacar e acabar justamente com isto. Alguém ainda confia no que estas pessoas dizem?

  28. F.Castro
    octubre 15th, 2010 a las 15:04

    Dilma Roussef ajudou a privatizar a CRT/RS.

    O jornalista Políbio Braga, em seu site http://www.polibiobraga.com.br, nesta quarta-feira, divulgou informação que coloca em xeque a candidata petista Dilma Rousseff. Ele mostra que a petista trabalhou para montar a privatização da CRT (Companhia Riograntense de Telecomunicações) e a sua compra pelo grupo gaúcho RBS. Ocorre que, conforme Políbio Braga, ela trabalhou como consultora contratada da RBS, e isso enquanto ela era funcionária pública, da Fundação de Economia e Estatística (FEE). Diz a nota produzida por Políbio Braga: “Bem ao contrário do que trombeteiam seus programas eleitorais na TV, a candidata do PT a presidente, Dilma Roussef, trabalhou durante toda a sua primeira administração como secretária gaúcha das Minas e Energia (1.12.1993 A 2.1.1995) no governo do PDT, para privatizar a CRT, a Companhia Riograndense de Telecomunicações. Quando saiu do governo, foi contratada pela RBS para ajudar a conceber a aliança com a Telefônica de Espanha para privatizar a CRT. Durante o governo do PDT, que foi de 1991 a 1994, a mando de Dilma Roussef, seu então subordinado, o presidente da CRT, Milton Zuanazzi, homem que ela levaria no governo Lula para a Anac, fez várias viagens a Santiago para afivelar o negócio com a CTC, a Companhia Telefônica do Chile, então controlada pela Telefônica de Espanha. O negócio não saiu. É que o governador Alceu Collares, também do PDT, como Dilma Roussef, já tinha assinado um protocolo intenções com a Stet, na época a estatal telefônica da Itália, mais tarde privatizada e transformada em TIM. O governo chegou a iniciar negociações com a RBS para interessá-la a se associar à Stet e assumir a CRT, mas o presidente Nelson Sirotsky tinha outros planos e disse ao interlocutor que o procurou, logo após farto almoço que ambos mantiveram na própria sede do grupo gaúcho (o interlocutor tinha acabado de regressar de Havana, onde verificou de que modo a Stet passara a operar uma fração dos serviços telefônicos locais, por concessão do governo comunista de Fidel Castro): “Se for para comprar a CRT, eu compro sozinho e não preciso dos italianos”. Ao bater de frente com o próprio governador Alceu Collares, Dilma Roussef e o presidente da CRT pagaram caro pela ousadia. Zuanazzi foi demitido com desonra da CRT. O negócio que o governo pensava tocar com a Stet, era complicado, envolvia emissão de debêntures conversíveis em ações e acordo de acionistas, porque a Lei de Privatizações ainda não tinha sido editada, o que só aconteceu no governo FHC. Terminado o governo, Dilma Roussef, de posse de toda a memória das negociações com a Telefônica de Espanha, via CTC, mais informações privilegiadas sobre a CRT, foi trabalhar para a RBS, a convite do então diretor Jurídico, Afonso Motta (Deputado Federal eleito pelo PDT em 2010). Motta, brilhante advogado, era do PDT como Dilma Roussef. Nem uma só vírgula de qualquer contrato ou acordo da RBS saía do grupo sem o seu aval. A ex-secretária de Minas e Energia foi ajudar na área de Projetos Especiais da RBS. Um deles, o mais ambicioso e brilhante, foi o que levou ao acordo com a Telefônica de Espanha. Nelsinho, o dono da RBS, e Juan Villalonga, no dia 16 de dezembro de 1996, dois anos depois do final do governo do PDT, venceram o leilão de privatização da CRT. Na data da privatização da CRT, a composição acionária da Telefônica do Brasil era: Telefônica Internacional, 30%; RBS, 30%; e o restante das ações dividido entre a Portugal Telecom, 23%; a Iberdrola (empresa de energia espanhola), 7%; e o Banco Bilbao Vizcaya, 7%”.

  29. F.Castro
    octubre 15th, 2010 a las 15:00

    “Família de Lula se deu bem no governo do PT”

    Irmão do presidente Lula foi pego pela PF em uma escuta telefônica pela segunda vez fazendo tráfico de influencia. O presidente disse que ele era apenas um lambari. Ele disse também que fazer caixa dois era coisa comum e corriqueira na política e que era um hábito normal em campanhas políticas, praticamente admitindo que fosse um costume do PT.

    O principal marqueteiro do PT, que foi preso em uma rinha de galo, o Duda Mendonça, foi ao congresso admitir que o PT lhe houvesse pagado por seus serviços com um dinheiro nas Ilhas Cayman, admitindo com isto que era dinheiro de caixa dois. Este dinheiro ficou isento de impostos no Brasil e de CPMF.

    A filha de Lula, a Lurian Cordeiro, fundou uma ONG denominada “Rede 13″ para difundir o “Fome Zero”. Foi premiada com o nosso dinheiro com a quantia de 7,2 milhões de reais, dos quais nuca prestou contas.

    A D. Marisa foi agraciada com um cartão coorporativo em nome de uma assessora chamada Maria Emília Évora, e nos dois primeiros anos de governo gastou uma média de R$2.700,00 por dia, sendo que destes, R$1.800,00 era retirada em dinheiro no caixa.

    “NUNCA NA HISTÓRIA DESTE PAIS UMA FAMILIA SE DEU TÃO BEM COMO A FAMILIA DO PRESIDENTE LULA, ESSE É UM FATO NÃO UM BOATO”

  30. F.Castro
    octubre 15th, 2010 a las 14:56

    “Ver os petralhas desesperados com as dificuldades do 2º turno, não tem preço…”

    “Ver os petralhas desesperados com as difIndependente de qual seja o resultado do segundo turno, só o susto que a petralhada está passando já basta para mostrar que, apesar de todas as artimanhas engendradas para criar o culto à personalidade de Lulla, fazendo da repetição da mentira a estratégia para que ela fosse aceita como verdade, em uma cretina imitação do “modus operandi” nazista, usado para enrolar o povo alemão, e transformar Hitler em ditador, o Brasil deu prova de que, ao contrário do era consenso no Governo, ainda “existe vida inteligente no eleitorado brasileiro”. Afinal, cadê os quase 90% de eleitores que “matam e morrem” por Lulla? Se esse índice é verdadeiro, o que fez com que mais de 50% desses “satisfeitíssimos lullistas” não votassem para que sua candidata fosse eleita logo no primeiro turno? Parece que a tal tese dos 90% não passa de mais uma daquelas “lorotas” repetidas ao povo, em milionárias campanhas publicitárias, visando fazer com que o “molusco” seja visto como “o cara”. Aliás, torrar dinheiro público em campanhas publicitárias é uma das especialidades da petezada, “useira e vezeira” em manipular informações, investindo em meias verdades para criar factóides eleitoralmente aproveitáveis. O fato é que, após a decepção de ver PT disputando o segundo turno, embora acreditassem “que nem Deus tirava a vitória de Dilma no primeiro turno”, os petralhas estão começando a “borrar as calças”, ante a, mesmo ainda distante, possibilidade de derrota no segundo turno. O pior pesadelo dessa gente é ver suas contas vasculhadas, em uma auditagem “de verdade”, após serem “apeados” do Poder.

  31. maisvalia
    octubre 15th, 2010 a las 12:55

    o maisvalia é na frança que o bicho tá pegando não no BRASIL do LULA. vai dar o cú e chupar rola. aproveita e faz cirurgia do sexo e enfia o pinto no cú.

    Realmente, na banânia do molusco presimente , todos são alfabetizados (não existe analfabeto funcional), tem água encanada e esgoto para toda a população, não sofrem com doenças tropicais – dengue e maleita -, temos rodovias iguais às dos imperialistas yankees, aeroportos confortáveis e modernos, estádios já prontos para a copa e olimpíada…

    Enquanto isso nas sudsenvolvidas frança e espanha, seus habitantes ainda tem que se descupar por sartre e picasso serem capitalistas, hehehehe

    Devem ter alguma alteração cerebral estes adoradores da rolha socialista. Quiçá foram geridos pela mama putana quando a vaca fazia algum curso esquerdopata terrorista nas proximidades de Chernobyl, hehehe

    “Cabeças sem cérebro, ou robotizadas pela rendição incondicional a um demagogo besuntado de soberba, ou ao ditador fardado de esquerda não têm o que fazer no blog. O Programa Bolsa Imprensa espalhou pela internet dezenas de blogs estatizados. Todos hospedam com pompas e fitas o coro dos contentes. Os patrulheiros fanáticos e os servos vocacionais que navegam pela internet devem escolher um deles para a celebração da ilha paraíso prisão ou do Brasil Maravilha que Lula inventou. E mais, ensina que os democratas não podem permitir que os pastores da escuridão invoquem cinicamente a liberdade de imprensa para a destruição do Estado de Direito.”

    VÃO TOMAR NO CÚ ADORADORES DO ANALFABETISMO E DO COMUNISMO SOCIALISTA ASSASSINO

  32. refugiado
    octubre 15th, 2010 a las 11:48

    direto do chile. parece que na espanha a coisa está melhor. fulgurante desenvolvimento.

    Espanha: Greve geral tem adesão de mais de 70%
    Uma amostra realizada pelas centrais sindicais em mil empresas de mais de 250 trabalhadores mostra a grande adesão. Sindicalistas denunciam violência policial contra os piquetes.
    Artigo | 29 Setembro, 2010 – 12:04

    Manifestação em Vigo em dia de greve geral. Foto de EPA/Salvador Sas
    Cerca de 10 milhões de trabalhadores aderiram à greve geral em Espanha, afirmaram em conferência de imprensa esta quarta-feira Antonio del Campo e José Javier Cubillo, das centrais Comisiones Obreras (CCOO) e UGT. As centrais fizeram uma amostra em mil empresas de mais de 250 trabalhadores e concluíram que a adesão é superior a 70%. “São dados inquestionáveis, confirmados pela diminuição de 22% do consumo de energia eléctrica em comparação com a quarta-feira passada”, disse Antonio del Campo.

    Apesar de a greve estar a decorrer com normalidade, os sindicalistas denunciaram a existência de violência policial contra os piquetes de informação, exibindo sete cápsulas de bala de disparos feitos à porta da fábrica CASA de Getafe. Acusaram também alguns governos autonómicos de querer impor serviços mínimos abusivos.

    Dados de maior detalhe apontam para uma adesão de cem por cento dos mineiros de todo o país, que travam uma luta específica. A greve paralisou os centros de distribuição de alimentos (merca madrid, barna sevilha). Houve incidentes com piquetes em Madrid (transporte) e Sevilha (universidade, mercado central), com membros de piquetes feridos ou detidos.

    Por regiões a adesão mais fraca foi no País Basco (30%), onde os sindicatos nacionalistas não apoiam a greve, e a mais elevada nas Astúrias (87%).

    Algumas auto-estradas foram cortadas e a Gran Vía, a principal avenida de Madrid, permanece bloqueada por um piquete de mais de 500 pessoas.

  33. Manoel Francisco Gomes
    octubre 15th, 2010 a las 11:47

    E os idiotas políticos continuam a cantar loas ao sistema socialista. Com tantos exemplos históricos, inclusive o cubano, ainda não se convenceram de que a única coisa “socializada” no socialismo é a pobreza. Em Cuba, a riqueza fica com os irmãos Castro e seus puxa-sacos, enquanto eles quiserem. De vez em quando fazem uma “limpeza” e trocam de puxa-sacos. Os “descartados” vão comer o pão-que-o-diabo amassou e é servido diariamente ao restante da população. Isso quando não são mandados para uma prisão “modelo” na qual prisioneiros chegam a arrancar os dentes para receberem uma tal sopa menos intragável, conforme relata Yoani Sánchez em um de seus posts. Quem quiser ler, é só recorrer ao arquivo do blog.

    Não tem jeito: não existe almoço grátis. Alguém tem de pagar. Não é possível distribuir riqueza sem produzi-la. Os socialistas sempre atribuem os fracassos a erros cometidos pelos que estavam no poder, não ao sistema em si. E continuarão a tentar a implantar em outros países o sistema que jamais deu certo em qualquer país. Os venezuelanos que o digam.

  34. direto do chile
    octubre 15th, 2010 a las 11:45

    o maisvalia é na frança que o bicho tá pegando não no BRASIL do LULA. vai dar o cú e chupar rola. aproveita e faz cirurgia do sexo e enfia o pinto no cú.

    Aeroportos de Paris sem combustível
    11h04m
    Ao quarto dia de greve geral em França, foi suspenso o fornecimento de combustível aos aeroportos parisienses, confirmaram as autoridades gaulesas.

    O oleoduto que fornece os aeroportos de paris não está a funcionar, esta sexta-feira, e faltam produtos petrolíferos, indicou a “Trapil”, empresa que gere o “pipeline”, diz a Agência France-Press.

    É um dos efeitos de quatro dias de greve geral em França, contra o aumento da idade da reforma de 60 para 62 anos.

    Esta madrugada, as forças de segurança francesas tinham conseguido reabrir o depósito de combustíveis de Fos-sur-Mer, que estava bloqueado por trabalhadores em greve.

  35. maisvalia
    octubre 15th, 2010 a las 11:07

    direto do chile = refugiado

    só dar o cú com o maisvalia.

    nem tinha pensado que o maisvalia era viado.

    O ESQUERDOPATA FALSIFICADOR USA A PRIMEIRA REGRA DOS COMUNISTAS:

    ACUSA OS OUTROS DAQUILO QUE VOCÊ É, HEHEHEHE

    EU SOU FAVORÁVEL AO ABORTO, POIS SE FOSSE LIBERADO A PUTANA MÃE DE VOCÊS NÃO DEIXARIA NASCER AS DUAS ESCUMALHAS SINISTRAS.

    A DILMA TÁ CAINDO E AS ASSOMBRAÇÕES VOLTARAM.

    VAI ACABAR AS TETINHAS DAS PETRALHAS(OS) ERENICES NA BANÂNIA

    VÃO TOMAR NO CÚ ADORADORES DO ANALFABETISMO E DO COMUNISMO SOCIALISTA ASSASSINO

  36. maisvalia
    octubre 15th, 2010 a las 10:56

    VEJAM COMO O CRÍTICO COMUNA PEGA LEVE NA DITADURA COMUNISTA, DESCREVENDO-A COM HUMOR, HEHEHE

    Os contos da era nada dourada de Ceausescu
    Longa idealizado por Christian Mungiu revê a Romênia de 1980
    15 de outubro de 2010
    Luiz Carlos Merten – O Estado de S.Paulo

    Ocorreu com Contos da Era Dourada um fenômeno curioso, quando o filme foi projetado no Festival de Cannes, em maio. O filme estreia hoje com seis episódios no Brasil, mas no festival foram apresentados somente cinco, e a ordem variava, de acordo com as diferentes cópias, apresentadas nas diferentes sessões. Como todo filme em esquetes, foi considerado irregular, mas o mesmo sem pode dizer de 5 Vezes Favela, Agora por Nós Mesmos, sem invalidar nenhum dos episódios da produção brasileira (nem da romena).

    Cinéfilo que se preze sabe que a Romênia, nos últimos anos, se transformou numa força importante do cinema europeu, com direito a Palma de Ouro (4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias), Caméra d”Or (12:08 Leste de Bucareste) e prêmio da crítica (A Morte do Sr. Lazarescu) em Cannes. Todo esse prestígio é posterior à era em que o todo-poderoso Nicolae Ceausescu governava o país, com o aval do Partido Comunista (e de Moscou). Na era pós-Ceausescu, o cinema tem se prestado ao papel de investigar/denunciar o que foi o totalitarismo comunista na Romênia. É o propósito que anima o filme que agora estreia.

    Christian Mungiu, que recebeu a Palma de Ouro por 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias, assina um dos episódios – além de ter sido o principal artífice da produção. Ele também escreveu os roteiros, que entregou a Hanno Hofer, Constantin Popescu, Ioana Uricaru e Razvan Marculescu. Todas as histórias tratam de lendas urbanas do período que os próprios romenos, imbuídos da propaganda oficial, definiam como sua era de ouro. A época era de dificuldade. Burocracia, repressão policial, falta de perspectivas, crise financeira, desabastecimento. Como acreditar numa era dourada, com handicap tão negativo?

    Pois os romenos acreditavam e Mungiu e seus colegas diretores se valem agora de uma fina ironia para permear os contos da era dourada. Todos têm “lenda” nos respectivos títulos – A Lenda da Visita Oficial, A Lenda do Fotógrafo Oficial, A Lenda do Policial Ganancioso, A Lenda dos Vendedores de Ar, A Lenda do Condutor de Galinhas e A Lenda do Ativista Zeloso. Nenhum dos materiais escritos do filme estabelece a direção por episódios. Como são cinco diretores e seis esquetes, pode-se presumir que alguém (Mungiu?) dirigiu dois.

    A soma de todos revela aquilo que se poderia chamar de “jeitinho romeno”, a fórmula não necessariamente de se dar bem, mas de sobreviver em tempos difíceis. Quase todos os personagens são (pequenos) golpistas. Os vendedores de ar iludem os moradores de um condomínio vendendo amostras de ar contaminado para um possível processo; o condutor une-se à dona de um restaurante de estrada para desviar os ovos que as galinhas põem durante a viagem para o porto; o policial ganancioso vive verdadeiro inferno quando o cunhado lhe traz, ainda vivo, o porco que encomendou para uma festa; o ativista zeloso lidera campanha para erradicar o analfabetismo e tromba com pastor birrento; o fotógrafo oficial (são dois) encara o desafio de adulterar uma foto para servir a fins publicitários.

    Como fazer para que o presidente Ceausescu não pareça mais baixo, como realmente era, do que seu colega francês Valéry Giscard d”Estaing, em visita à Romênia? Talvez nenhum outro conto exponha tanto a manipulação que caracterizava a era Ceausescu. Nesse quadro derrisório, o humor vira arma, mas os diretores, mesmo quando criticam e expõem o ridículo das pessoas, não se furtam a resgatar sua humanidade. Em Cannes, muitos críticos usaram o termo “compaixão” para definir o mundo – e os personagens e as pequenas misérias – que foi enterrado com a era Ceausescu. O interessante é que, independentemente de “qualidade”, as histórias desses “contos” fecham com as dos filmes longos que colocaram a Romênia no mapa de Cannes.

  37. F.Castro
    octubre 15th, 2010 a las 10:35

    Jambalaia, lista com as 178 atividades liberadas pelo criminono Raul Castro, pode ser conferida no link, abaixo:
    http://libertatum.blogspot.com.....da-no,html
    ou
    http://libertatum.blogspot.com, arquivo do mês de setembro de 2010, Cuba com o laço afrouxado mas ainda no cadafalso.

  38. refugiado
    octubre 15th, 2010 a las 09:02

    nem tinha pensado que o maisvalia era viado.

    Serra diz ser favorável à união civil de homossexuais.

    O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, disse hoje ser favorável à união civil de homossexuais. De acordo com o tucano, a questão envolve o Direito, diferente do casamento, que está ligado às igrejas. “A união em torno de direitos civis já existe, inclusive na prática, pelo Judiciário. E eu sou a favor para efeito de Direito”, afirmou, após se reunir com integrantes do Fórum de ONG Aids do Estado de São Paulo, na capital paulista. “Outra coisa é o casamento, que tem um componente religioso das igrejas”, explicou. “E aí cada igreja define sua posição.”

    Serra foi questionado sobre o que pensava das posições da sua adversária, Dilma Rousseff (PT), que deve divulgar nos próximos dias carta na qual se compromete a vetar, caso seja eleita presidente, a ampliação do direito ao aborto, o casamento de pessoas do mesmo sexo e a mudança no registro civil para transexuais. Serra ironizou as opiniões da petista. “Ela tem lá os problemas dela. Diz uma coisa e outra hora diz outra. Deixa ela encaminhar os problemas dela”, afirmou.

  39. direto do chile
    octubre 15th, 2010 a las 08:59

    entendo a campanha de serra contra o aborto. ele é a favor do casamento gay. ninguém vai engravidar só dar o cú com o maisvalia.

  40. maisvalia
    octubre 15th, 2010 a las 08:27

    PARA DAR MUITA RISADA

    a chapa está quente

    Dizem que o tempo fechou no comitê (soviet) de campanha da Dilma, por causa dos resultados das pesquisas. Cumpanhêros graúdos levando esporro.

    tá tiririca

    Vai ver já havia dado tempo de contarem ao Lula que FHC o desafiou para um encontro cara a cara quando sair da presidência. Ele estava com a macaca, no comício petista desta noite, nas cercanias de Belém do Pará. Disse que a elite faz a Dilma as mesmas acusações que fez a Uilisses Guimarães e Tancredo Neves. Que bobagem, os dois eram a elite política de seus tempos. Diz que a elite transfere para Dilma o ódio que tem dele. Nem isso é fato e nem ele transferiu voto suficiente para a Dilma por enquanto, essa é a verdade das urnas.

    Falou mal Fernando Henrique Cardoso: “tem presidente que viajava o mundo à procura de um título de doutor honoris causa.” Não é verdade. FHC é doutor em Ciência, e dos mais renomados. “Eu já recebi, querida Dilma, mais de 40 títulos de doutor honoris causa. E não fui receber nenhum. Quando eu deixar a presidência, se quiserem me dar o título, eu vou receber”, Vamos ver se dão. O apedeuta, a propósito, é daqueles felizes que se sentem invejados. Que acham que inveja faz mal ao invejado e não a quem a sente. Que justificam suas dificuldades pela inveja que sentem deles. Acha que FHC, por exemplo, tem inveja dele… E, se soube, não respondeu ao desafio de FHC

    carta assinada para
    evangélicos, não

    Auê no soviet de campanha da Dilma. Ela e a ala mais xiita do PT resistem a assinar um documento dizendo não enviar ao Congresso a legalização do aborto e casamento entre homossexuais. Promessas que fez no encontro dela com Lula e os evangélicos em Brasília, mas assinado, não.

    O petezéu da campanha avalia que além de já ter divulgado um manifesto intitulado Carta ao Povo de Deus, em agosto, Dilma pode perder mais votos do que ganhar ao se posicionar, por exemplo, contra o casamento gay.

    Eles não se entendem. Antonio Palocci, do comando da campanha, achava que até a reunião com os evangélicos era desnecessária. Gilberto Carvalho, chefe de gabinete de Lula e dito católico praticante, achava que sim. Lula, por sua vez, está puto com todos, falando que precisam mesmo é sair dos temas aborto e homossexuais e “ir para a rua”.

    E tem mais confusão. Os bucólicos ministros Marco Aurélio Top-Top e o Vanucchi não querem saber de modificar aquele plano de “direitos humanos” bolchevista, nem no que toca aos religiosos e também na parte de controle da imprensa. Aliás o ministro da propaganda petista Franklin Martins está nas europas fritando bolinho, a cuidar de controles de imprensa. Parece que Lula mandou largar isso e voltar aqui para a acampanha, que a maré não está pra peixe.

    Pensam que o eleitorado religioso não sabe dessa quizumba. Estão batalhando como “saída” do imbróglio em um “documento” assinado não pela Dilma, mas pelos políticos da base lulopetista dita religiosa, que integra a “frente parlamentar evangélica”, dizendo eles, no lugar da Dilma, que ela não vai interferir em questões religiosas. Vai assim a coisa.

    Não é mesmo fácil para a comunistada petista dar o braço a torcer para a “burguesia” religiosa, convenhamos. Para Lula, por exemplo, há muita hipocrisia nesse papo. Acha que “na rua” ele não rola.

  41. maisvalia
    octubre 15th, 2010 a las 08:25

    Jean Paul Sartre = apoiador de Stalin, o grande humanista.

    Em 1939 Sartre volta ao exército francês, servindo na Segunda Guerra Mundial como meteorologista. Em Nancy é aprisionado no ano de 1940 pelos alemães, e permanece na prisão até abril de 1941. De volta a Paris, alia-se à Resistência Francesa, onde conhece e se torna amigo de Albert Camus (do qual já conhecia a obra e sobre quem já havia escrito um ensaio elogioso a respeito do livro O Estrangeiro). A amizade entre Sartre e Camus perdurará até 1952, quando os dois rompem a relação publicamente devido à publicação do livro do Camus O Homem Revoltado no qual Camus ataca criticamente o Stalinismo. Sartre defendia uma relação de colaboração critica com o regime da URSS e permitiu a publicação de uma crítica desastrosa sobre o livro do Camus em sua revista Les Temps Modernes (crítica esta que Camus respondeu de maneira extremamente dura) e que foi a gota d´água para o fim da relação de amizade). Mas até o final da vida Sartre admirará Camus, como ele mesmo expressa nas entrevistas que teve com Simone de Beauvoir em 1974 – e que ela publicou postumamente.

    De novo esquerdopata, desminta o acima escrito ou então:

    VÁ TOMAR NO CÚ APOIADOR DE DITADORES ASSASSINOS DA IDEOLOGIA GERADORA DE MISÉRIA CHAMADA COMUNISMO

  42. do brasil
    octubre 15th, 2010 a las 08:08

    é o fim dos castros, cada vez nas eles se mostram incapazes de dar solução aos problemas do povo, esse sistema esta no estagio há nas de 50 anos, e ainda nao chegou a ser eficiente… o sistema nunca vai torna-se profissional.. kkk agora o povo cubano acorda pra essas malvadezas do demonio-mor da ilha.

  43. direto do chile
    octubre 15th, 2010 a las 07:03

    Certa vez, Jean Paul Sartre disse que “era mais fácil ser escravo do que senhor”, e talvez, de fato, seja mais fácil pensar como escravo, do que como senhor. Mas depois da revolução intelectual em curso na America Latina, já não há mais necessidade de ninguém seguir pensando como escravo, ou mesmo, como aluno primário das “civilizações superiores”.

    “Enquanto se pensava que com as leis de Newton e as que lhe sucederam podíamos compreender o universo, o diálogo com as outras civilizações era um diálogo de professor e aluno, aluno primário.”
    Ilya Prigogine, “Nome de Deuses”, Ed. UNESP, 2002, p:64

    Na segunda metade do Século XX, o físico norte-americano, Thomas Kuhn, e o químico russo, Ilya Prigogine, revolucionaram a epistemologia e a história da ciência, colocando uma pá de cal sobre a visão positivista do conhecimento, e colocando um ponto de interrogação definitivo sobre todas as teorias mecanicistas e deterministas, a respeito do mundo físico, do cosmos e das sociedades humanas.

    Para Thomas Kuhn, o avanço da ciência não é acumulativo, nem se dá de forma linear e contínua. Pelo contrário, se dá de forma descontínua e através de grandes rupturas, ou “revoluções científicas”, que assinalam um momento de “mudança de paradigmas”, que são definidos por Kuhn, como uma maneira particular de olhar o mundo, que articula de forma coerente, problemas, conceitos, métodos de pesquisa e critérios de verdade, que só são válidos dentro de determinadas comunidades específicas, e durante períodos determinados de tempo.

    Por outro lado, Ilya Prigogine se rebelou contra o determinismo e o mecanicismo das teorias de Isaac Newton e Albert Einstein, e demonstrou que a irreversibilidade do tempo, a desordem e a incerteza são elementos essenciais e construtivos, do mundo físico e biológico. Ou seja: Kuhn defende a historicidade da ciência e dos seus critérios de verdade; e Prigogine defende a importância da “flecha do tempo” e das “escolhas”, para a construção do futuro de um universo físico e de uma sociedade humana, que são rigorosamente imprevisíveis.

    Por analogia, também é possível falar da existência de “paradigmas”, e de “revoluções intelectuais”, no campo do pensamento social, onde se formam e se transformam os valores, conceitos e critérios de verdade, que as sociedades humanas utilizam para interpretar o seu passado e o seu presente, e para descodificar e responder às incertezas do seu futuro. São modelos, enfoques e crenças que atravessam o pensamento acadêmico e o pensamento político – de esquerda e de direita – e também fazem parte do senso comum e da formação da opinião publica.

    Estes “paradigmas sociais”, também são válidos apenas para certas comunidades específicas, e durante um certo período, por mais longo que ele possa vir a ser. Com o passar do tempo e das mudanças sociais, entretanto, estes paradigmas “societários” perdem fôlego, se esclerosam, e acabam sendo superados por novas “visões do mundo”, mais capazes de compreender e enfrentar os desafios criados pela chegada do futuro.

    Pois bem: tudo indica que a América Latina e o Brasil estão vivendo um destes momentos de “revolução intelectual”, e de mudança da sua forma de olhar para si mesmo e para o mundo. De um lado, o que se vê, é um “paradigma intelectual” em franco declínio, incluindo algumas idéias e teorias de esquerda e de direita, que já não dão conta das transformações do continente, e do Brasil, em particular. Seus conceitos e seus debates parecem velhos e repetitivos, e por isto, filtram as novidades trazidas pelo futuro, de forma extremamente reativa, defensiva e medrosa.

    Alguns “intelectuais orgânicos” deste velho paradigma vivem fascinados pela idéia do “fim”, seja da democracia, do capitalismo, das espécies, ou da própria terra; outros, estão sempre lamentando as “imperfeições constitutivas” da sociedade latino-americana, tão distantes dos seus modelos ideais de sociedade civil, de classe social, de partido político, ou mesmo, de estado e de capitalismo, E quase todos vivem atormentados com medo do populismo, do corporativismo, do nacional-desenvolvimentismo, do estatismo, entre tantos outros fantasmas do passado. Sem se dar conta que este conceitos e algumas de suas velhas teorias sociológicas e econômicas perderam aderência aos fatos, e já não demonstram nenhuma eficácia como ferramentas analíticas, e como instrumentos estratégicas, voltados para a construção do futuro.

    Apesar disto, entretanto, ainda não se pode falar do aparecimento e da existência de novas teorias consistentes, e o próprio continente latino-americano ainda não superou alguns de seus grandes desafios sociais e econômicos. Mas com certeza já se pode falar de uma “revolução intelectual” e de um novo “paradigma”, porque já se consolidou uma nova maneira do continente olhar para si mesmo, para o mundo e para os seus desafios, assumidos como oportunidades e como escolhas, que devem ser feitas, a partir de sua própria identidade, e de seus próprios interesses.

    Certa vez, Jean Paul Sartre disse que “era mais fácil ser escravo do que senhor”, e talvez, de fato, seja mais fácil pensar como escravo, do que como senhor. Mas depois desta “revolução intelectual” da America Latina, já não há mais necessidade de ninguém seguir pensando como escravo, ou mesmo, como aluno primário das “civilizações superiores”.

  44. Jambalaia
    octubre 14th, 2010 a las 23:23

    .

    Lembro que no passado se acusava os burgueses e a classe média brasileira pelo subdesenvolvimento do Brasil.

    Afirmava-se que a classe media impedia que houvesse no país uma revolução que traria muito progresso ao Brasil.

    Alguns diziam que era um absurdo os pais darem educação aos filhos e citavam Cuba, por dar aos jovens cubanos uma educação exemplar e politizada. Os pais influenciavam seus filhos, com idéias burguesas, inadequadas a um país subdesenvolvido como o Brasil.

    Os militares tomaram o poder e o Brasil entrou em uma fase de grande crescimento.

    Depois veio a estagnação e com o fim da ditadura, a hiperinflação.

    .

    Quando apareceram as primeiras máquinas de lavar roupas, você comprava junto o sabão em pó,
    pois este produto ainda era desconhecido da sociedade.

    .
    A economia muda com o tempo.
    Os produtos consumidos mudam.
    Hoje as crianças querem um iPod ou um notebook ou um Reedbok.
    Antigamente as crianças queriam um estilingue, uma bola de futebol ou um pião.

    .

    O povo cubano foi instruído a buscar seu meio de sustento no estado e não na iniciativa pessoal.
    A mídia oficial ignora totalmente as demissões em Cuba e se concentra seu foco em críticas contra os EUA.
    .

    Agora o governo cubano autoriza a saída de Cuba de Reina Luisa Tamayo, mãe do falecido opositor Orlando Zapata Tamayo, junto com o seu marido e seus quatros filhos, em um acordo feito pela igreja católica.

    Nada se fala sobre quem sucederá os irmãos Castro.

    Situação muito indefinida.
    Pouco provável que um sucessor dos irmãos Castro venha a manter a atual política econômica.

  45. maisvalia
    octubre 14th, 2010 a las 20:34

    Cuba realmente conseguiu:

    51 anos de implantar a ditadura socialista da miséria, agora se enrosca com um dos problemas que surgaem nas crises crônicas do capitalismo (que depois ressurge mais forte): o Desemprego.

    É de chorar.

  46. Twitter Trackbacks for Geração Y / Generación Y » Neoliberalismo [desdecuba.com] on Topsy.com
    octubre 14th, 2010 a las 19:46

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